quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Mudança de tempo: com chegada de frente fria carioca terá noite chuvosa nesta quarta

O Rio terá pancadas de chuva fraca a moderada na noite desta quarta-feira (31/8), de acordo com a previsão do Alerta Rio. A forte ventania que pegou de surpresa o carioca na tarde desta quarta (31) pode ter sido responsável pela queda de energia que atingiu diversos bairros da Capital, Região dos Lagos, Norte, Noroeste e Baixada Fluminense. O Operador Nacional do Sistema (NOS) confirmou por volta das 14h30min a queda em duas linhas de transmissão, o que resultou no desligamento de um terço da carga de energia do estado. 


A queda na energia afetou a circulação da linha 2 do metrô, entre as estações de Vicente de Carvalho e Pavuna, na Zona Norte, que ficou interrompida por cerca de meia hora. O VLT também ficou parado do trecho da Rodoviária ao Aeroporto Santos Dumont, só normalizando por volta das 16 horas. 

Na Rua do Bispo, no Rio Comprido, um deslizamento de terra provocou o desmoronamento de um muro, que caiu sobre a calçada. Ninguém ficou ferido. Os moradores do local estão preocupados com duas árvores que ameaçam a cair na mesma área.      


Previsão do Alerta Rio para esta quarta-feira

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Legado de Santa Maria: Câmara promulga lei que obriga estabelecimentos a instalar painel eletrônico

Agora é Lei! Casas noturnas, anfiteatros, lonas culturais e ambientes similares no município do Rio de Janeiro vão ter que instalar painéis eletrônicos na entrada do estabelecimento informando o número de frequentadores em tempo real. A determinação da Lei 6.090, promulgada pela Câmara do Rio nesta segunda-feira (29/8), visa a prevenção de acidentes graves, como o caso da Boate Kiss, em Santa Maria (RS), no ano de 2013. O autor da matéria, vereador Marcio Garcia (REDE), comemorou a conquista e considera que a medida pode salvar muitas vidas, além da sua implantação não arretar em custos extras para os proprietários. 

Pela nova Lei, a contagem no painel eletrônico deve incluir não só os usuários, mas também funcionários, prestadores de serviço e administração. "Assim como funciona em embarcações, onde um dos tripulantes aciona um contador manual, a gerência do estabelecimento deve instruir sua equipe a seguir o mesmo mecanismo”, explica o parlamentar. O descumprimento da Lei pode gerar multas e até perda do alvará.

Paulo Carvalho, diretor jurídico da Associação dos Familiares das Vítimas de Santa Maria (AVTSM), considera que a prevenção se faz com um conjunto de ações visando evitar incêndios em locais de grandes aglomerações. "Na tragédia de Santa Maria foram diversas falhas e esse conjunto de falhas foi o que proporcionou a enorme quantidade de vítimas”, diz ele. Carvalho é pai de Rafael Paulo Nunes de Carvalho (32), que morreu na tragédia na boate Kiss, e atualmente organiza palestras e eventos informativos no Brasil e no exterior, abordando os temas relacionados aos sistemas de prevenção e segurança. "Combater incêndios é importante, mas muito mais importante é prevenir”, destaca Carvalho.
Reprodução Internet


No Brasil, em média duas mil pessoas morrem, anualmente, vítimas de incêndios. A grande maioria dos acidentes, segundo especialistas, poderia ser evitados se medidas corretas fossem adotadas. 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Distante dos holofotes, a nada mole vida da cidade olímpica: moradores no entorno do Parque de Madureira carregam lata d´água na cabeça.

População reclama do abastecimento de água interrompido há cerca de três meses. Porém, a cobrança do serviço continua chegando com regularidade.
Três meses, nada menos do que três meses. Este é o tempo que os moradores da Rua Souza Caldas, em Osvaldo Cruz, na Zona Norte do Rio, vêm sofrendo com a interrupção de um serviço essencial: a água. O local fica a poucos metros do Parque de Madureira, uma das principais atrações turísticas da cidade. Apesar das torneiras secas, a Cedae continua enviando as contas às residências. A população da região organizou um abaixo-assinado como forma de protesto e pretende enviar o documento, que já conta com quase 50 assinaturas, a concessionária nos próximos dias.
Segundo moradores, uma equipe da Cedae esteve na última quarta-feira (17/8) no local para fazer reparo em uma tubulação. No entanto, os agentes perfuraram o asfalto e foram embora deixando um enorme buraco aberto na via. "Eles [funcionários da Cedae] disseram que o problema está nas tubulações velhas e não dá para resolver tudo de uma vez. Abriram um buraco e foram embora sem qualquer previsão de retorno ou de normalização no abastecimento", disse um morador que pediu para não ser identificado. Ele comentou ainda que está pagando, por mês, R$ 65 de conta d´água. "Eu moro com uma pessoa idosa, é um sacrifício enorme buscar água no poço da vizinha, todos os dias", acrescentou.

Iran Ferreira de Vasconcelos, de 51 anos, reclama que com a deficiência no serviço é obrigado a enfrentar cerca de 600 metros de caminhada em uma rua íngreme, carregando baldes cheios. “É lata d´água na cabeça. Estou tendo que me virar para tomar banho e lavar louças, fazer o que? Três meses neste sofrimento. A gente liga para a Cedae e eles dizem que já foi resolvido [o problema]”, diz o morador. Já Marcelo de Oliveira Carvalho, de 42 anos, conta que está passando “um sufoco” para realizar as tarefas domésticas. “Somo sete pessoas aqui em casa. Estamos com as roupas sujas, é difícil cuidar das crianças sem água. Imagina isso? Sem contar que para beber e fazer comida temos que comprar água mineral, o que gera uma despesa a mais no bolso”, reclama ele.
O gabinete do vereador Márcio Garcia entrou em contato com a Cedae para buscar explicações acerca dos fatos relatados pela população de Osvaldo Cruz. Até a publicação desta matéria não havia nenhum retorno da empresa. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Esse poço não tem fundo

Não precisa ser medalhista de ouro em análise econômica pra saber: encerradas as Olimpíadas, a situação financeira do Estado do Rio voltará a ser um fantasma para o servidor público e os trabalhadores em geral. Correm fortíssimos comentários nos gabinetes do Palácio Guanabara de que o caixa do Governo voltou a ficar vazio, sem um Real furado pra contar história.

     Cara de palhaço? Imagem retrata um dos muitos protestos realizados por bombeiros e servidores em geral contra os desmandos do governo do Estado


Entre os trabalhadores, o clima é de muita apreensão. O receio é de que a novela do atraso nos pagamentos de salários se reinicie. Se o pior se confirmar, quem vai pagar as contas dos servidores, excluídos naturalmente do tal “espírito olímpico”, já que mal conseguem ter uma reserva para despesas do dia a dia? Quem pagará? O governador em exercício? O grupo do PMDB que ajudou a quebrar o Estado?

É bom que fiquemos alertas, um cenário crítico parece inevitável. Tudo indica que sequer chegamos ao fundo do poço. Todos lembram bem que, há poucos meses, o governo do Rio foi, de pires na mão, até o governo federal receber uma doação de R$ 2,9 bilhões. O que será do salário do trabalhador a partir de agora, quando novas doações não puderem mais ser feitas? Afinal, qualquer criança sabe, dinheiro não dá em árvore....

Como se não bastasse este quadro de dificuldade extrema, podemos esperar pelo pior: o esforço que o grupo do PMDB, que parece levar a sério um projeto nefasto de poder no Rio, deverá fazer para tentar eleger seu candidato à prefeitura. Ora, todo esforço orçamentário foi empenhado para pôr de pé estas Olimpíadas, que, mesmo assim, foram realizadas sob a sombra da corrupção e da insegurança.

Agora, a questão que apresento a vocês é igualmente grave: quanto custará para todos nós o novo esforço que este grupo deverá fazer, agora para eleger o candidato do atual governo? Não preciso esperar apagarem as últimas luzes do Maracanã no domingo, após a cerimônia de encerramento dos Jogos, para prever: se tiverem um último gás financeiro, os atuais governantes muito possivelmente usarão esta reserva para eleger o sucessor do atual prefeito.

Por isso, precisamos ficar de olhos abertos.

Eu, do outro lado do balcão, vou trabalhar com coragem numa primordial missão: ajudar a repensar a cidade com seriedade e ética, coisas que os “medalhões” da nossa política parecem ter se esquecido. O Rio precisa melhorar seus ares, voltar a se gostar, ser de novo a Cidade Maravilhosa.

Vamos juntos nessa luta? É hora de reinventar a nossa história.


Chega de covardia!

Marcio Garcia, vereador e candidato à reeleição

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Começou a campanha 2016!

A campanha eleitoral está nas ruas. Mais do que nunca, o Rio precisa se repensar. A cidade olímpica, com suas feridas abertas, não pode seguir passiva somando números em estatísticas desta verdadeira guerra urbana que vivemos. A violência sem controle precisa de projetos sérios para ser combatida. Não suportamos mais tanta insegurança. Neste vídeo, deixo a vocês uma primeira mensagem. Vamos juntos nesta luta. 

Confira o vídeo neste link: 

https://www.youtube.com/watch?v=soWf21fBlqc






Forte abraço!
Marcio Garcia, vereador, candidato à reeleição.


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Chamam isso de poda?


ANTES DA "PODA"
DEPOIS DA "PODA"
As imagens da esquina das Ruas Maria Joaquina e Honório Hermeto, na Pavuna, Zona Norte do Rio, já dizem tudo. Podemos chamar isso de poda ou crime ambiental? Após o serviço feito por uma equipe da prefeitura as árvores cortadas foram limitadas a um toco com pouco mais 1,50 m, o que deixa claro a real intenção de matar a árvore. 

Segundo os moradores, estas vão ser as últimas vítimas do poder público. Todos já estão preparados para registrar com fotos e vídeos o "trabalho" dos agentes.


Atenção: Crise atinge hospital dos bombeiros

Circula na rede a informação, ainda não confirmada pelo Corpo de Bombeiros, de que exames e procedimentos estão sendo cancelados no hospital e policlínicas da Corporação, isso porque o Governo do Estado está usando o dinheiro do Fundo Saúde e da Taxa de incêndio para pagamentos de salários. Assim, as unidades de saúde estão sem recursos e não estão recebendo o repasse do Governo do Estado. 

O laboratório terceirizado que atende a estas unidades suspendeu parcialmente o serviço e, pelo quadro crítico, em breve deve parar de vez as suas atividades por falta de pagamento.

Segundo uma fonte, os atendimentos laboratoriais serão apenas para os pacientes internados e da emergência. Já recebi mensagens confirmando o cancelamento de exames e as informações que estão circulando nas redes sociais.

O pior de tudo é que a crise atingiu o hospital exatamente no momento em que relatos positivos em relação aos rumos da unidade vinham se acumulando. 

É lamentável ver os Bombeiros serem sacrificados pela irresponsabilidade do governo estadual na gestão do nosso dinheiro.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Tempos de jogos, tempos sem paz

Na tarde desta quarta-feira (10), no mesmo instante em que um atleta olímpico muito possivelmente levantava as mãos para o céu agradecendo a conquista de um ouro, uma família inteira, no Estado de Roraima, levava as mãos ao rosto. Nesse caso, as mãos se fechavam em ato de puro desespero. Era, naquele momento, o gesto que restaria aos parentes do soldado Hélio Andrade, atingido numa emboscada na Vila do João, na Região da Maré, no Rio de Janeiro.

Hélio, soldado da Força Nacional de Segurança, atingido na cabeça por um disparo, chegou a ser internado, mas faleceu. Hélio foi enviado ao Rio com uma missão: cuidar para que a vida dentro e fora das arenas milionárias olímpicas transcorra com sossego durante os jogos. O soldado, que pensava em comprar um carro com o dinheiro extra do trabalho realizado no Rio de Janeiro, estava aqui para garantir a celebração do ouro olímpico de tantos atletas espalhados pelas arenas milionárias.

             Charge: Fred

Mas, ao soldado da tão respeitada Força Nacional, restou a realidade carioca - que não é nem de ouro, nem de bronze ou de prata. É de chumbo mesmo. Hélio Andrade vivenciou na pele o que milhares de vítimas da violência da capital olímpica passam ano após ano, estatística após estatística.

A população do Rio e de todo o Estado sofre com a falta de segurança todos os dias, basta pôr os pés na rua. É preciso ser herói, e não apenas atleta, para aguentar tanta pressão e tanta insegurança. As Olimpíadas apenas amplificam o grito de dor da população fluminense. Afinal, é nesta hora que o mundo está nos vendo e sabendo que a nossa insegurança faz parte do nosso cardápio diário.

Entendo que a importância do esporte é inquestionável como construção cultural, como ferramenta de integração e como mecanismo de preservação da saúde. Mas, insisto, a quem interessa uma Olimpíada manchada pelas denúncias de irregularidades em obras públicas e pela violência – que segue fazendo vítimas mesmo nos dias “tão protegidos” de Jogos?

Uma cidade com as feridas da segurança pública abertas como as do Rio não pode se dar ao luxo de ter, antes de qualquer coisa, duas prioridades: Educação e Segurança Pública. Esse é o jogo que precisa ser jogado. De forma séria e eficaz e não maquiando uma realidade. Afinal, não é porque estamos em tempos de jogos, que vamos esquecer, por exemplo, que, apenas este ano, 60 policiais militares foram mortos no Rio.

Definitivamente, ao contrário do que querem os slogans bem comportados da propaganda massacrante, tempos de jogos não são tempos de paz.  Não no Rio de Janeiro. 



Marcio Garcia 

Maratona no retorno dos jogos: torcedores ficam sem metrô após 1 hora da madrugada

Desde o momento em que foi anunciada a capital dos Jogos Olímpicos 2016, o governo do Rio teve tempo suficiente para planejar uma logística eficiente no transporte público durante a realização do evento. No entanto, o público que tem ido às competições na parte da noite vem vivenciando uma situação caótica, encontrando grandes dificuldades no retorno dos jogos. Isso porque algumas partidas vão até à 1 hora da madrugada, porém o metrô, principal meio de deslocamento dos turistas no Rio, para de funcionar à meia-noite, dependendo da linha. 

A alegação do secretário estadual de Transportes, Rodrigo Vieira, é justamente o "tempo" para a manutenção de segurança e não há possibilidade de ampliar o horário. Um número grande de usuários só descobre o horário de fechamento quando chegam na estação e encontram as portas arreadas. Em entrevista ao G1, Vieira disse que - "As linhas 1, 2 e 4 do metrô tiveram seus horários de funcionamento combinados com o Comitê Olímpico Internacional (COI), com a Prefeitura do Rio, para atender o maior volume possível de passageiros". Mas quem é obrigado a procurar condução individual de madrugada e enfrentar um ônibus lotado tem uma opinião bem diferente.

Foto: Reprodução Rede Globo

Olimpíada avança e com ela o número de vítimas da violência no Rio

Um dia após o ataque a tiros que deixou três integrantes da Força Nacional de Segurança feridos, um deles em estado grave, cinco alemães foram assaltados na manhã desta quinta-feira (11/8) nas Paineiras, em Santa Teresa, região central do Rio de Janeiro. De acordo o Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas, duas das vítimas ficaram feridas. O caso está sendo investigado pela Delegacia Especial de Apoio ao Turismo.

O policiamento foi reforçado nesta quinta (11) na Vila do João, no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte. Agentes da Força Nacional fizeram blitz nos acessos à comunidade desde as primeiras horas da manhã. No final da tarde desta quarta (10), um carro da Força Nacional entrou por engano no local e foi atacado por criminosos, deixando dois militares feridos. O soldado Hélio Andrade foi atingido por um tiro de fuzil na cabeça e seu estado de saúde ainda é grave. Ele foi operado por uma equipe de neurologista no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, também na Zona Norte. 


Policiamento é reforçado na Vila do João, no Complexo da Maré, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os acessos à Vila do João e à Vila dos Pinheiros foram bloqueados menos de 24 horas após o ataque a tiros que deixou três agentes da Força Nacional feridos (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo


Falta de equipamento anti-incêndio em unidades do Degase leva a clima de insegurança constante

Parece óbvio: uma unidade de internação de menores infratores tem que estar com os equipamentos anti-incêndio funcionando a contento. Parece óbvio, mas não é o que acontece nas unidades prisionais do Rio. A morte, no início do mês, de um menor infrator de 15 anos na Escola João Luiz Alves, unidade de internação na Ilha do Governador, expôs essa ferida. O garoto morreu depois de um incêndio registrado no local.

                       Registro da situação em que ficou um dos quartos incendiados na unidade de internação João Luiz Alves

Segundo denunciado pelo próprio sindicato de funcionários do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), a falta de manutenção dos extintores de incêndio nesse tipo de unidade é comum.

O vereador Marcio Garcia (REDE), que é major do Corpo de Bombeiros, ressalta que o problema é antigo e recorrente: "a história já deu provas suficientes de que nossa negligência com relação à prevenção de incêndios pode custar muito caro. Vidas são sacrificadas pela ausência de cuidados básicos, como a disposição de equipamentos de segurança”. As falhas no sistema de prevenção de acidentes nestas unidades prisionais acabam colocando em situação vulnerável, também, a vida de centenas de agentes de segurança do Degase.

Há informações de extintores com o prazo de validade vencido e ainda outros casos em que o equipamento sequer está instalado. Segundo denunciam funcionários da área, em caso de incêndios de grandes proporções nestes locais, a única saída é acionar os bombeiros e torcer para que o pior não aconteça.

Sem treinamento
Em sua página no Facebook, o sindicato dos trabalhadores do Degase faz um questionamento em tom de desabafo: “por qual motivo há mais de cinco anos não é ofertado um único curso específico de combate a incêndios pelo departamento?" O sindicato ainda lembra que, em 2011, foi realizado concurso público para contratação de novos funcionários e não houve nem mesmo um curso básico de capacitação neste sentido.









quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Militares da Força Nacional baleados na Maré

Clima de tensão no esquema de segurança da Rio 2016.  Três militares da Força Nacional foram baleados na tarde desta quarta-feira (10/8), na comunidade Vila do João, na Zona Norte do Rio. A equipe teria entrado por engano no lugar e sido atacada por criminosos.

Segundo testemunhas um capitão teria sido atingido na cabeça e socorrido em estado grave para o Hospital Salgado Filho, no Méier, também na zona Norte. 








terça-feira, 9 de agosto de 2016

Câmara derruba veto a projeto que prevê painéis eletrônicos em casas noturnas

Vitória de toda a sociedade e da segurança pública nesta terça-feira (9) na Câmara Municipal. Em uma votação apertada, com apenas um voto de diferença no placar, os vereadores derrubaram o veto do prefeito Eduardo Paes (PMDB) ao Projeto de Lei (PL) 114/2013, do vereador Marcio Garcia (REDE). 

A matéria prevê a instalação de painéis eletrônicos em casas noturnas da cidade. A proposta de Garcia determina que o equipamento deva ser instalado indicando, em local visível, a lotação máxima permitida e o número de pessoas presentes em tempo real.

      Tragédia da Boite Kiss, em 2013, inspirou o projeto de lei do vereador Marcio Garcia

A proposta de Garcia visa à prevenção de acidentes em casas noturnas, como a tragédia que aconteceu na Boite Kiss, no Rio Grande do Sul, em 2013, em que 242 pessoas morreram após um incêndio. O prefeito vetou o projeto, mas a vitória veio na tarde desta terça, com a derrubada da decisão do Executivo, que, se tivesse sido mantida, invalidaria a medida protetiva.

“A nossa intenção é evitar a superlotação e apertar o cerco à fiscalização, determinando a instalação dos painéis indicativos de público presente e lotação máxima permitida das casas noturnas e similares”, explicou o vereador. Ele comemorou a decisão dos colegas e agradeceu o apoio: “Toda a cidade ganha, já que esse é um mecanismo de proteção e que resguarda a segurança dos frequentadores das casas noturnas”.




segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Fuja da linha amarela olímpica

Quem decidiu seguir a rotina e ir para o trabalho pela linha amarela nesta segunda não deve estar nem um pouco feliz com a Olimpíada. 

Com menos uma pista para atender os moradores do rio, a "solução" foi se espremer em apenas duas pistas e o tradicional engarrafamento matinal se transformou em milhares de catástrofes pessoais.

Imaginem quantos perderam o horário para chegar no trabalho, numa consulta ou numa entrevista de  emprego, mas tudo bem, a família olímpica não vai precisar ficar presa no nosso engarramento e vai poder aproveitar mais e melhor sua estadia no rio de janeiro de faz de conta, bem diferente do nosso rio de janeiro, em que a falta de opção de transporte público de qualidade e engarrafamentos representam nossa triste realidade.

Fonte: Waze