quinta-feira, 31 de março de 2016

Transtorno no ‘Hospital dos Bombeiros’: faltam vagas de estacionamento

Usuários e funcionários do Hospital Central Aristarcho Pessoa, conhecido como “Hospital dos Bombeiros”, no Rio Comprido, estão passando por maus momentos quando necessitam de atendimento ou de acessar o local para trabalhar. A reclamação é geral. A falta de espaço para estacionar veículos próximo ao local complica a vida de muitos dos que dependem da unidade para tratamento. A solução encontrada tem sido utilizar a área embaixo do Elevado Engenheiro Freyssnet, em frente ao hospital, o que também tem causado transtornos. É que, em várias ocasiões, os carros tem sido rebocados e pesadas multas, aplicadas.

Márcio Garcia levou ao secretário Rafael Picciani pedido para resolução do impasse; à direita, o assessor Rodrigo Scorzelli 


O vereador Márcio Garcia (REDE) tem sido procurado constantemente por  usuários que precisam utilizar o local para realização de exames, internações, consultas e outros serviços. Para tentar resolver o impasse, o parlamentar se reuniu na última semana com o secretário municipal de Transportes, Rafael Picciani. Ele protocolou um ofício à pasta para que, na falta de um estacionamento amplo no próprio hospital ou nas proximidades, seja liberada a área embaixo do Elevado para estacionamento.

No encontro, o secretário se mostrou sensível ao problema, que, segundo ele, não é difícil de resolver, e garantiu que iria analisar o pedido.

“O problema é sério e está atrapalhando a todos. A Guarda passa e reboca todos os carros, de médicos, setor administrativo, paciente... Tem gente que chega lá uma única vez, para alguma emergência, e vem a surpresa: o carro é rebocado”, critica um funcionário do local, que preferiu não se identificar. Ele informa que, por turno, trabalham cerca de 500 funcionários, o que dá uma idéia do tamanho do transtorno.

Quem também já vivenciou o problema de perto foi o bombeiro da reserva Genésio Ferreira de Souza, que usa os serviços do hospital com regularidade para realização de exames, por exemplo. “Até existe um estacionamento lá dentro, mas não tem vaga quase nunca. A gente tem que usar a calçada do meio (sob o Elevado), isso quando tem vaga ali”, conta. 

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