quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Pesadelo olímpico (Parte 2)

As Olimpíadas deste ano, assim como aconteceu com a Copa do Mundo de 2014, estão servindo como polo para os grandes negócios no Rio. No entanto, os beneficiados não são os atletas. O estádio Célio de Barros, principal centro municipal de treinamento do atletismo foi completamente destruído. Virou depósito de restos da obra do Maracanã. Para os atletas o "sonho olímpico" de medalhas já começa com um pesadelo.

O descaso do poder público com o "templo do atletismo" na Cidade Olímpica levou o vereador Marcio Garcia a se solidarizar com esportistas em atos públicos contra a derrubada do estádio e a sua depredação. O Célio de Barros, no Complexo do Maracanã, completa agora em janeiro três anos com as portas fechadas, em função das obras no seu entorno. O que significa grave retrocesso na questão da inclusão social, já que jovens de várias comunidades adjacentes usavam o equipamento esportivo. 


Marcio Garcia participa de ato no Célio de Barros

Luta pela revitalização do estádio Durante o ano de 2015, Garcia participou de corridas e caminhadas em prol da reconstrução do estádio Célio de Barros. O próprio governo do Estado havia prometido, desde o ano de 2013, realocar o Célio de Barros e o Parque Aquático Júlio Delamare após a desativação dos dois polos esportivos. O que não aconteceu até o momento.

Corrida e Caminhada pela reconstrução do Célio de Barros. Foto: Divulgação

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