quinta-feira, 9 de outubro de 2014

GOVERNO PEZÃO: CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA AUMENTA, MAIS UM COMANDANTE PRESO



A crise na segurança pública do estado do Rio de Janeiro aumenta a cada dia.
O próprio secretário de segurança pública Beltrame já foi denunciado pelo Ministério Público por improbidade administrativa e por superfaturamento de contratos.
Oficiais do Estado Maior da Polícia Militar também estão sendo investigados em outra operação. 
Hoje é desenvolvida uma nova Operação do Ministério Público para prender PMs, entre eles, mais um comandante de batalhão.
"SITE G1
09 de outubro de 2014 
Operação cumpre mandados de prisão contra policiais no Rio
Objetivo é prender 16 agentes, entre eles dois oficiais.
Grupo é suspeito de ter ligação com o tráfico, segundo secretaria.
Do G1 Rio
Agentes da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE) da Secretaria de Segurança com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, realizam, nesta quinta-feira (9), a Operação Ave de Rapina. O objetivo, como informou a Secretaria de Segurança do Rio, é cumprir 16 mandados de prisão contra policiais militares, entre eles dois oficiais, além de 32 de busca e apreensão. Segundo a secretaria, a partir das investigações da SSINTE, foi constatado o envolvimento de policiais militares lotados no 17º BPM (Ilha do Governador) com o tráfico de drogas na Ilha do Governador. A ação conta com o apoio operacional da Corregedoria Geral Unificada (CGU), da Polícia Civil e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO/IE).
De acordo com as investigações, os policiais militares denunciados possuíam estreito laço com traficantes de drogas, em especial com o traficante Fernando Gomes de Freitas, conhecido como Fernandinho Guarabu, identificado como chefe de facção criminosa. Segundo as investigações, em certa ocasião, policiais militares do 17º BPM (Ilha do Governador), realizaram abordagem de um veículo com cinco criminosos. Além disso, foi encontrado no carro munição, granadas, fuzis e pistolas. No entanto, os policiais militares somente apresentaram três dos cinco traficantes, liberando dois chefes da quadrilha de Fernandinho Guarabu, mediante pagamento. Ainda segundo as investigações, os policiais ficaram em posse da munição, pistolas e fuzis, que foram posteriormente negociados com traficantes desta facção criminosa.
Segundo a secretaria, foi comprovado que na ocasião tanto o comandante do batalhão como o chefe do Serviço Reservado (P2) não só tiveram ciência passo a passo do ocorrido, como se beneficiaram financeiramente com o feito, sendo a quantia reservada ao comandante R$ 40 mil (Fonte)".

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