domingo, 17 de agosto de 2014

GAROTINHO DIZ QUE IRÁ PRIORIZAR A EDUCAÇÃO E CRIAR A UNIVERSIDADE DO PROFESSOR



Garotinho diz que irá priorizar a educação e criar a Universidade do professor 
Crédito da foto: Inácio Teixeira 
O candidato ao governo do estado pela coligação A Força do Povo (PR-Pros-PT do B), Anthony Garotinho, disse que irá criar a Universidade do Professor e, ao mesmo tempo, reabrir as escolas fechadas durante o governo de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão. Ele afirmou ainda que irá implantar políticas públicas que visem à modernização do ensino e, ao mesmo tempo, busquem a valorização dos professores. “Vamos partir para o ensino integral gradativamente, melhorando ainda a qualificação dos professores”, garantiu o candidato, que nesta sexta-feira (15) visitou o Morro do Turano, na Tijuca. 
O ex-governador afirmou que lutará para combater a crescente evasão escolar no estado. “Vamos reabrir todas as escolas que foram fechadas pelo governo Cabral/Pezão. Hoje, o Ensino Médio tem 176 mil alunos a menos do que tínhamos há oito anos. Infelizmente, o que se viu foi um retrocesso na rede estadual”, diagnosticou o candidato do PR, líder isolado nas pesquisas de intenção de voto com 25%, conforme a última pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo DataFolha. Garotinho disse que a falta de políticas públicas para a educação levou os professores a se desmotivarem. “A rede como um todo é um desastre. Os professores estão desmotivados, as escolas fechadas, em péssimo estado de conservação. Foram mais de 200 escolas fechadas pelo governo Cabral/Pezão”, denunciou o ex-governador, que defendeu a necessidade de se promover a qualificação permanente dos professores. “O aperfeiçoamento é fundamental. A escola tem que motivar o aluno. Tem que ser uma escola diferente, uma escola com ingredientes novos”, avaliou Garotinho.
O candidato do PR afirmou ainda que não medirá esforços para prestigiar o bom servidor, valorizar o funcionalismo como um todo. “Esse governo maltratou muito o funcionalismo. Prendeu os bombeiros que lutavam por melhores salários, chamou os médicos de vândalos, os professores de preguiçosos. O meu vice é um funcionário público, um funcionário de carreira. Quero reafirmar o nosso compromisso com o funcionalismo”, afirmou.
Botar alguém como secretário de educação que é um economista, e que tem uma visão que toda sala de aula com menos de 25 alunos tem de ser fechada, é uma tristeza, e a gente só tem a lamentar”, disse o ex-governador, lembrando que durante o seu governo, promoveu o ingresso de 78 mil funcionários através de concurso público. “Vamos fazer concurso. Foram 78 mil funcionários durante o meu governo. A primeira área beneficiada foi a segurança e em seguida a educação”, recordou, argumentando que o Estado não pode justificar os baixos salários do funcionalismo, afirmando que não tem dinheiro.” A única coisa que o governo não pode dizer é que não tem dinheiro. Este governo gastou R$ 1,2 bi com publicidade. Então não pode dizer que não tem dinheiro para gastar com os professores”, concluiu Garotinho.
O ex-governador criticou ainda o estado de abandono dos hospitais. Ele ouviu quixas dos moradores da comunidade. "O governo atual abandonou os hospitais, que estão destruídos. O governo abriu UPAs, que são a porta de entrada, mas se a pessoas quiser fazer um exame, precisar de uma internação, a UPA não faz. Nós não vamos abandonar as UPAs, mas precisamos investir em hospital, porque as pessoas precisam ser internadas, fazer exame, e não ficar jogadas numa maca, no meio de um corredor, como eu vi no Getulio Vargas", concluiu o candidato.

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