domingo, 31 de agosto de 2014

FATO INÉDITO NA POLÍTICA: SÉRGIO CABRAL NÃO PARTICIPA DA CAMPANHA DE PEZÃO.


A população do Rio de Janeiro está presenciando um fato inédito na política: o governador que indicou seu vice-governador para sucedê-lo, ambos do PMDB, não está participando da campanha do candidato.
Isso é inacreditável, mas é verdade.
Sérgio Cabral (PMDB) que indicou Pezão (PMDB) não aparece na campanha eleitoral.
Eles querem separar o inseparável pois Cabral e Pezão integraram o mesmo governo por quase oito anos, são irmãos siameses na política.
Pezão tem sua parcela de responsabilidade nos incontáveis erros do governo Cabral.
Isso sem falar nos seus próprios erros, como o fato de que após ter assumido o governo estourou o escândalo envolvendo o secretário Beltrame, acusado de improbidade e de superfaturamento de contratos pelo Ministério Público, sendo que não teve coragem de exonerar o secretário, algo imprescindível pois as Polícias Militar e Civil não podem continuar sendo dirigidas por alguém contra quem pesam gravíssimas denúncias do Ministério Público.
Apesar do desparecimento de Sérgio Cabral, a verdade é que Cabral representa Pezão e Pezão representa Cabral.
"JORNAL O POVO ON LINE
31/08/2014 - 08h30 
Cabral some da campanha de Pezão
Procura-se o ex-governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) na campanha eleitoral do Rio. Ele praticamente sumiu das atividades públicas de seu sucessor e candidato à reeleição, governador Luiz Fernando Pezão, apesar das obras e investimentos que deixou. Mesmo na propaganda de televisão da coligação liderada pelo PMDB, sua participação é quase imperceptível. Em um dos programas, elogia Pezão, mas não diz que o candidato foi seu vice e secretário de confiança. 
Cabral não é identificado como ex-mandatário do Estado - é apresentado só pelo nome. Em uma apresentação relâmpago do horário de Pezão, fala por 14 segundos, mas aparece na tela por apenas oito. "O ex-governador Cabral não é candidato. Pezão precisa se tornar conhecido, 40% do eleitorado não sabe que é governador. Nossa estratégia é Pezão, Pezão, Pezão", diz o presidente do PMDB do Rio, Jorge Picciani. "No início do programa de televisão, Pezão era conhecido por 54% do eleitorado. Com dois dias, tinha ido a 59%. O maior ativo que temos é a TV. Se tirarmos Pezão de lá, estamos mortos (Leiam mais)."

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