SECRETÁRIOS DE CABRAL DENUNCIADOS: CRISTIANO ÁUREO, WILSON CARVALHO, SÉRGIO CORTÊS, BELTRAME E REGIS FICHTNER.

O secretariado do governo Cabral-Pezão está sendo denunciado um após o outro...


"JORNAL DO BRASIL
22/07 às 14h32 - Atualizada em 22/07 às 16h32
Ex-secretário estadual teria utilizado funcionários públicos em ONG, acusa MP Rigor do MP, contudo, não se repete em casos envolvendo outros secretários
Rafael Gonzaga
O ex-secretário estadual de Agricultura e Pecuária do Rio de Janeiro e atual deputado estadual Christino Áureo (PSD-RJ) é alvo de investigação em ação civil pública movida pelo Ministério Público por ato de improbidade administrativa, referente ao suposto uso de funcionários públicos em atividades particulares e ao recolhimento de parte dos salários destas pessoas. A denúncia foi feita pelo jornal O Globo desta terça-feira (22).
Casos com o de Christino não são os únicos na esfera estadual. Já houve denúncias envolvendo outros secretários estaduais. Wilson Carlos de Carvalho, secretario de Governo na gestão Cabral teve o nome relacionado no escândalo da dívida do Metrô Rio, onde aparece como suspeito de ser beneficiado com pagamentos no Brasil e no exterior. O secretário de Saúde do governo Cabral, Sérgio Cortês, um dos integrantes da chamada "Gangue dos Guardanapos", foi citado nas supostas fraudes no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (INTO), quando a CGU (Controladoria Geral da União) constatou que houve desvios de mais de R$ 21 milhões durante a sua administração. O atual secretário de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame, foi acusado de improbidade administrativa após denúncias investigadas pela 7ª Promotoria da Tutela Coletiva e pelo Tribunal de Contas do Rio de Janeiro. O TCE observou “claros indícios de superfaturamento de preços” em três contratos assinados pela Secretaria de Segurança e duas empresas do grupo Júlio Simões. O secretário da Casa Civil, Regis Fischer, também é citado no mesmo caso e teve os bens bloqueados pela Justiça. Contudo, muitas destas acusações não foram totalmente esclarecidas e seguem até hoje sem punição (Leia mais)".

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