segunda-feira, 7 de julho de 2014

GAROTINHO DEFENDE CAMPANHA PAUTADA NO DEBATE DE IDEIAS



Garotinho defende campanha pautada no debate de ideias 
Candidato quer discutir propostas, sem deixar de lados as críticas administrativas e políticas, mas é contra agressões pessoais. 
Antes de dar a largada ao primeiro dia da campanha eleitoral, o candidato ao governo do Rio, Anthony Garotinho, da Aliança Republicana Popular (PR-PROS-PT do B), concedeu uma entrevista aos jornalistas, em sua residência no bairro da Lapa, em Campos, reafirmando sua confiança numa campanha vitoriosa. Garotinho estava acompanhado da prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, e do candidato a vice-governador Márcio Garcia. 
“A eleição se divide em três etapas. Fizemos uma boa pré-campanha e chegamos em primeiro lugar nas pesquisas. Estamos começando uma segunda etapa agora da campanha, que é o contato com o povo nas ruas e o debate. Depois vem o horário eleitoral. Montamos uma estratégia para cada momento e por isso estamos confiantes de que vamos vencer e mudar o Rio de Janeiro pra melhor”, afirmou o candidato. 
O ex-governador pretende fazer uma campanha pautada na crítica ao governo Cabral-Pezão, mas sempre apresentando propostas. Segundo ele, o eleitor vai votar em quem tiver maior capacidade, as melhores propostas e experiências para enfrentar o momento difícil que vive o Estado do Rio. 
“Será uma campanha dura, porque existem contradições que precisam ser explicadas pelos governantes. É o caso, por exemplo, do enriquecimento visível do governador Cabral e de seu vice Pezão, e do ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes. Eles precisam prestar contas à população. Outra questão é a destruição dos serviços públicos. Eu e Rosinha, quando governadores, víamos, mesmo que devagar, organizando as finanças do Estado. Eu fui o negociador da dívida do Rio junto ao governo Federal. Era o único Estado que não tinha sua dívida negociada. Agora vamos encontrar o Rio com uma dívida de R$ 81 bilhões, podendo alcançar R$ 100 bilhões no fim do ano. Cabral e Pezão faliram com o Estado”, 
Garotinho, no entanto, garante que suas críticas serão administrativas e políticas. Não vai discutir assuntos pessoais. “Essa eleição deverá ter um debate mais acalorado, até por conta do momento econômico atual. Mas não creio que os candidatos passem de uma determinada linha de discussão programática para pessoal, como infelizmente, tenho visto nas redes sociais em relação ao candidato Aécio Neves e a presidente Dilma”. 
Em relação ao apoio à candidatura da presidente Dilma Rousseff, Garotinho afirmou que sempre pediu ao PT que houvesse reciprocidade nessa aliança com o PR Estadual. “Não sou como o PMDB que quer exclusividade. Disse isso ao presidente do PT nacional, Rui Falcão. Se houver reciprocidade eles terão nosso apoio, mas se não houver vamos tocar nossa campanha”, disse Garotinho, acrescentando que, embora os adversários tenham mais recursos financeiros, “ele tem a força do povo e muita fé em Deus”. 

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