terça-feira, 8 de julho de 2014

A VIOLÊNCIA CRESCE NAS RUAS DO RIO DE JANEIRO

(Fonte: Folha Dirigida)


Tenho insistido que realizar o policiamento ostensivo nas comunidades carentes é um dever do governo e um direito dos moradores, portanto, não podemos criticar a implantação dos GPAEs (apelidados pelo governo Cabral-Pezão de UPPs), o que criticamos é a forma empregada para a implantação.
O governo Cabral-Pezão abandonou os critérios técnicos e desenvolveu o projeto com fins claramente eleitorais, os resultados foram terríveis.
Jovens Policiais Militares formados a toque de caixa nos quartéis foram mortos e feridos em comunidades "pacificadas" com UPPs.
As ruas completamente sem policiamento ostensivo, isso em face do esvaziamento dos efetivos dos batalhões.
Criminosos sendo transferidos para outros bairros e municípios.
E, a denominada "UPP Social" nunca se concretizou.
É fundamental garantir o policiamento ostensivo nas comunidades, mas o projeto precisa ser reavaliado para que não só a PM chegue nas comunidades.
Não podemos criar um estado policial nas comunidades, nem podemos permitir que os PMs sejam afrontados pelos criminosos e seus cúmplices, como cansamos de assistir em vídeos que circulam pela internet.
Ouvir os moradores sobre as prioridades é indispensável, evitando a construção de teleféricos, por exemplo, onde os moradores querem obras de saneamento básico, como ocorreu no governo que se encerra.


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