quinta-feira, 31 de julho de 2014

EDUARDO PAES JÁ DISSE QUE LULA "É OMISSO COM CORRUPÇÃO". E AGORA, QUE DIZER DE BETHLEM?


"Não só Eduardo Paes, mas Pezão e todo o PMDB foi atingido pelo escândalo Bethlem", afirmou o vereador Márcio Garcia (PR/RJ). Integrando o grupo de vereadores que solicitaram a instalação da CPI na Câmara, Garcia questiona a que ponto o prefeito Paes sabia dos fatos denunciados por Vanessa Felippe. Ele acredita que pelos meios legais é possível chegar à verdade em breve. Enquanto isso, ele continua questionando os motivos do silêncio do prefeito com relação ao caso".



"JORNAL DO BRASIL
Paes já disse que Lula "é omisso com corrupção". E agora, que dizer de Bethlem?
Enquanto denúncias contra Rodrigo Bethlem explodem no Rio, Paes mantém silêncio 
30/07 às 19h32 - Atualizada hoje às 09h33
Em 2005, quando houve a polêmica alimentada pela oposição para criticar a medida provisória do Governo Federal que autorizava a criação de novos cargos, o então deputado federal Eduardo Paes (PSDB-RJ) girava sua metralhadora em direção ao presidente Lula e não economizava nas acusações: "É o Estado sendo utilizado para engolir o dízimo do PT. O Delúbio Soares deve ter comemorado cada uma dessas medidas provisórias", disse Paes naquela época à Revista Veja. Dois meses depois, fez outro ataque à Presidência, no dia 24 de agosto, para a mesma revista: "Está na hora de os caras-pintadas da UNE, que recebem recursos vultuosos, deixarem de fazer passeatas vagas, como se o atual governo não tivesse relação com a corrupção". 
No mês seguinte, Paes voltou às páginas da Veja para citar o nome do presidente Lula, de forma depreciativa, claro: "Severino adotou o modo Lula de ser. Começa negando as acusações. Depois, responsabiliza adversários por erros que cometeu. O próximo passo será dizer que foi traído", disse ele se referindo à Severino Cavalcanti, então presidente da Câmara, acusado de receber R$ 10.000 mensais do concessionário do restaurante da Câmara, de março a novembro de 2003. 
A artilharia pesada se manteve em 2006, ano marcado pela eleição presidencial. Paes pegou uma carona na CPI dos Correios para despejar uma série de acusações contra o Governo do PT. Como deputado federal e relator-adjunto da CPI, disse na época que alguns parlamentares foram beneficiados pelo mensalão, mas deveriam ser "perdoados" na Câmara. E foi nesse episódio que Paes comentou: "Há um corporativismo ferrenho. É por isso que os deputados envolvidos não empobreceram, não andam pelos cantos e estão gordinhos e bronzeados". 
No início de 2006, uma reportagem do Jornal do Brasil - "PT vai entrar na Justiça contra Fernando Henrique" - destaca as acusações feitas pelo ex-presidente FHC contra o Partido dos Trabalhadores e também contra Lula: "A ética do PT é roubar e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é omisso com corrupção". Eduardo Paes, naquela época secretário-Geral do PSDB, endossou as declarações de FHC: "não falou nada além da verdade". Dias depois, Paes se irritou com a divulgação de uma pesquisa acerca da popularidade do governo federal que dava à Lula maior credibilidade e carregou nas acusações: "o petista voltou à liderança nas pesquisas devido a uma combinação de desfaçatez e cara-de-pau". Paes prometeu desmascarar Lula durante a campanha eleitoral naquele ano e ainda apontou como arma poderosa do PSDB o ex-presidente FHC, que "sabe como ganhar da demagogia e da farsa que é o PT". 
Em março de 2006, quando foi apresentado o relatório final da CPI dos Correios, Eduardo Paes encabeçou o coro das críticas contra o PT e o presidente Lula na bancada da oposição na Câmara. "Não vou participar da dança da pizza. Há provas documentais e testemunhais para pedir o indiciamento dos dois", afirmou Paes se referindo ao pedido de indiciamento dos ex-ministros José Dirceu e Luiz Gushiken. Ás vésperas das eleições naquele ano, o atual prefeito do Rio afirmou durante uma entrevista no portal UOL que "o Governo Lula fez muito mal ao Brasil". 
Agora, em 2014, o braço direito de Eduardo Paes, Rodrigo Bethlem, que inclusive coordenou a campanha de sua reeleição, em 2012, e como prova de confiança já teve sua passagem nas secretarias Ordem Pública, Assistência Social e Governo do prefeito Paes, é acusado de denunciado pela sua ex-mulher, Vanessa Felippe, de envolvimento em esquema de corrupção na prefeitura. Pelas conversar entre Vanessa e Bethlem, que foram gravadas sem ele saber pela própria ex-mulher, o deputado assume ter recebido uma espécie de mesada da ONG Casa Espírito Tesloo, entre 2011 e 2012, além de receber cerca de R$ 100 mil mensais em propinas através de processos firmados com a sua secretaria e ainda possuir conta não declarada na Suíça. Mesmo com tantas evidências e confissões do próprio deputado federal, Paes, desta vez, não apontou sua artilharia contra seu ex-secretário de Desenvolvimento Social. 
(...)
"Não só Eduardo Paes, mas Pezão e todo o PMDB foi atingido pelo escândalo Bethlem", afirmou o vereador Márcio Garcia (PR/RJ). Integrando o grupo de vereadores que solicitaram a instalação da CPI na Câmara, Garcia questiona a que ponto o prefeito Paes sabia dos fatos denunciados por Vanessa Felippe. Ele acredita que pelos meios legais é possível chegar à verdade em breve. Enquanto isso, ele continua questionando os motivos do silêncio do prefeito com relação ao caso (Fonte)".

VAMOS VENCER!

(Fonte: O Dia)

RIO: CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA

(Fonte: O Dia)

RIO: CRISE NA SAÚDE PÚBLICA

(Fonte: Destak-RJ)

GAROTINHO RECEBE APOIO DE 2.500 PASTORES EVANGÉLICOS



"GAROTINHO RECEBE APOIO DE 2.500 PASTORES EVANGÉLICOS 
Marco Aurélio Lisan
Garotinho avança no meio evangélico e recebe apoio de 2.500 pastores ligados à Convenção Fraternal das Assembleias de Deus do Estado do Rio de Janeiro; "Garotinho e Líliam Sá representam não só os interesses do povo evangélico, mas são a melhor opção para o povo fluminense", pastor Temoteo Ramos de Oliveira, presidente da Confraderj. 
O candidato da coligação Força do Povo (PR-Pros-PT do B) ao governo do Rio, Anthony Garotinho, recebeu na manhã desta quarta-feira (30) o apoio de 2,5 mil pastores ligados à Confraderj - Convenção Fraternal das Assembleias de Deus do Estado do Rio de Janeiro. A entidade tem cerca de 400 igrejas e mais de 600 mil membros. 
O apoio foi anunciado após reunião do candidato com o presidente da Confraderj, pastor Temoteo Ramos de Oliveira, sua diretoria e o conselho político - composto por 15 pastores - na sede da entidade na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio. A candidata ao Senado pela coligação Força do Povo, Líliam Sá, que também participou do encontro dessa manhã, será a senadora da Confradej. Segundo o pastor Temoteo Ramos de Oliveira, Garotinho e Líliam representam mais do que os interesses dos evangélicos. 
"É um reconhecimento do nosso corpo ministerial (da Confraderj) de que se trata de candidatos que representam não só os interesses do nosso povo evangélico, mas entendemos como a melhor opção para o povo da sociedade fluminense", afirmou".

RIO: CRISE NO SANEAMENTO BÁSICO

(Fonte: O Globo)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

REUNIÃO COM REPRESENTANTES DA PROTEÇÃO ANIMAL



Hoje estive reunido com representantes da proteção animal (Joelson, Paura Bombeiro, Rita Gubler e Marcos Rangel) e me solicitaram a criação de uma delegacia especial de proteção aos animais, um hospital estadual veterinário, uma campanha de conscientização sobre a importância da castração, além de investimento nas associações de protetores para que seja garantido um tratamento digno aos nossos animais.

PRIMEIRA VITÓRIA DO POVO: RODRIGO BETHLEM DESISTIU DE DISPUTAR A ELEIÇÃO


A primeira vitória da população fluminense.
Novas vitórias acontecerão com a instalação e os resultados da CPI.

"Brasil 247 
Pressionado pelo PMDB, Bethlem desiste de eleição 
Deputado Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ), denunciado pela ex-mulher por receber propina na Prefeitura do Rio, desistiu de disputar a reeleição; partido ainda espera que ele se desfilie e renuncie ao mandato; vereadores da bancada de oposição ao prefeito Eduardo Paes decidiram pedir a instalação de uma CPI para investigar os contratos de sua gestão
30 DE JULHO DE 2014 ÀS 06:12
247 - O deputado Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ), denunciado pela ex-mulher por receber propina na Prefeitura do Rio, desistiu de disputar a reeleição. O partido ainda pressiona para que ele se desfilie e renuncie ao mandato.
Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, o temor é que o escândalo contamine a imagem do prefeito Eduardo Paes (PMDB) e a campanha do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).
Vereadores da bancada de oposição ao prefeito Eduardo Paes decidiram pedir a instalação de uma CPI para investigar os contratos de sua gestão.
Leia aqui a matéria da Agência Brasil sobre o assunto:
Vereadores da bancada de oposição ao prefeito Eduardo Paes decidiram hoje (29), em reunião na Câmara Municipal do Rio, pedir a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar os contratos da gestão do ex-secretário municipal de Desenvolvimento Social, deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ).
A intenção dos parlamentares é conseguir apoio de vereadores da base aliada ao prefeito, já que Paes abriu auditoria para apurar as denúncias de corrupção que envolvem o deputado.
Segundo reportagens das revistas Veja e Época, Bethlem disse a sua ex-mulher que recebia uma “mesada” de R$ 70 mil da organização não governamental (ONG) Casa Espírito Tesloo, que prestava serviços para sua pasta, entre 2011 e 2012.
Na primeira sessão da Câmara de Vereadores do Rio após o recesso, no próximo dia 5, os parlamentares irão se mobilizar para conseguir as assinaturas necessárias para o requerimento de criação da CPI. Das 17 assinaturas necessárias, oito já estão asseguradas: as dos vereadores Eliomar Coelho, Jefferson Moura, Paulo Pinheiro e Renato Cinco, do PSOL, Leonel Brizola Neto e Reimont, do PT, Marcio Garcia (PR) e Teresa Bergher (PSDB), todos presentes na reunião de hoje.
De acordo com o vereador Jefferson Moura, não há como não levar em consideração o teor das denúncias, que apontam desvio de recursos públicos do Fundo Municipal de Assistência Social, caixa dois em campanhas eleitorais com dinheiro vindo de um empresário do setor de transporte público, além da existência de uma conta bancária na Suíça.
"Queremos ampliar esse chamado para além da oposição. Nós compreendemos que, neste momento, há uma circunstância que envolve recursos públicos da cidade do Rio de Janeiro, com indícios fortíssimos, para não dizer inquestionáveis, de que esses recursos foram utilizados para fins privados e, muito possivelmente, eleitorais, como lançamento de campanha. Entendemos que é preciso que a Câmara Municipal se posicione”, disse Moura.
Além da instalação da CPI, os vereadores da oposição também decidiram durante a reunião de hoje comunicar à superintendência da Polícia Federal do Rio o suposto crime de evasão de divisas, já que as denúncias indicam a existência de uma conta bancária na Suíça em nome de Bethlem.
“Solicitamos uma audiência com a procuradora estadual responsável pelo caso, já que coincidentemente, retornaram ao nosso gabinete informações contratuais, dados e planilhas, frutos de um requerimento de informação que fizemos no ano passado. Na análise da nossa equipe técnica, há dados que reforçam o que foi relatado pela ex-mulher do secretário. Encaminharei também ao Ministério Público Federal, porque boa parte dos recursos são federais, de políticas assistenciais repassadas ao município do Rio”, explicou". 

PEZÃO CONTINUA DEFENDENDO RODRIGO BETHLEM

Pezão continua defendendo Rodrigo Bethlem.
Isso é uma afronta à população do Rio de Janeiro.

(Fonte: O Globo)

PEZÃO E LINDBERG DEVEM DINHEIRO AOS COFRES PÚBLICOS

O que você acha sobre essa o contido nessa notícia?

(Fonte: Jornal O Dia)

GAROTINHO VAI DIMINUIR IPVA E ACABAR COM A "MÁFIA DO DETRAN"

(Fonte: Povo do Rio)

VEREADORES COLHEM ASSINATURAS PARA PEDIR CPI CONTRA RODRIGO BETHLEM



"JORNAL O DIA
29/07/2014 16:33:44 - Atualizada às 29/07/2014 16:55:11
Vereadores colhem assinaturas para pedir CPI contra Rodrigo Bethlem
Parlamentares querem investigação para apurar os gastos do Fundo Municipal de Assistência Social
ANGÉLICA FERNANDES
Rio - Seis vereadores decidiram, na tarde desta terça-feira, que vão buscar assinaturas na Câmara Municipal para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar as denúncias de corrupção envolvendo o deputado federal Rodrigo Bethlem. Tereza Bergher, Paulo Pinheiro, Jefferson Moura, Márcio Garcia, Brizola Neto e Eliomar Coelho querem uma investigação para apurar como serão gastos o Fundo Municipal de Assistência Social. 
Os parlamentares Reimont e Renato Cinco também declaram apoio à instalação da CPI, que precisa de 17 assinaturas para ser validada. Os vereadores também vão formular uma ação popular para que a justiça investigue todas as informações veiculadas na impresa sobre os contratos da Secretaria de Desenvolvimento Social e sobre a relação de Bethlem com o empresário Jacob Barata, o 'Rei dos Ônibus'. Eles também farão uma representação ao Ministério Público Federal (MPF) porque entendem que nos contratos da ONG Tesloo, há recursos federais. O Cadastro Único, por exemplo, recebe verba de R$ 9 milhões do governo federal. 
Os vereadores revelaram que vão ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pedir A impugnação da campanha de Rodrigo Bethlem, com julgamento do atual mandato (Leia mais)".

OS POLICIAIS MILITARES CONTINUAM SENDO VÍTIMAS DA "PACIFICAÇÃO" DE CABRAL-PEZÃO



Um novo tiroteio em uma "comunidade pacificada" e mais um Policial Militar ferido.
Os PMs continuam sendo as principais vítimas dos erros do projeto de "pacificação" do governo Cabral-Pezão-Beltrame.

"SITE G1
29/07/2014 17h31 - Atualizado em 29/07/2014 17h42
Policial é baleado no Conjunto de Favelas do Alemão, Rio
Soldado foi atingido de raspão e encaminhado para a UPA.
Policiamento segue reforçado na região com apoio do Bope.
Do G1 Rio
Um policial foi baleado na perna, por volta das 15h desta terça-feira (29), por tiros vindos da comunidade Nova Brasília, no Conjunto de Favelas do Alemão. Segundo a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), o policial estava perto da base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) e foram atingidos. 
O soldado levou o tiro de raspão e foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região. O policiamento nas UPPs do Complexo do Alemão seguia com o reforço de 300 agentes e com o apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Ainda segundo informações da CPP, o PM passa bem e o caso foi registrado na 45ª DP (Complexo do Alemão). 

GAROTINHO PROMETE REVER CONTRATO DE CONCESSÃO DA RJ-116



Garotinho promete rever contrato de concessão da RJ-116 
Concessionária Rota 116 tem como acionista a Delta Construções, envolvida em escândalos com o contraventor Carlinhos Cachoeira. 
Foto: Inácio Teixeira (Garotinho em Teresópolis) 
O candidato ao governo do Rio pela Aliança Republicana e Trabalhista (PR-Pros-PT do B), Anthony Garotinho, anunciou, nesta terça-feira (29), que, se for eleito em outubro para o Palácio Guanabara, irá rever o contrato de concessão da RJ-116 – rodovia que liga Itaboraí a Macuco, passando por Nova Friburgo. Garotinho passou o dia todo na Região Serrana, onde fez caminhadas conversando com os moradores e reuniões com empresários e lideranças políticas de Teresópolis e Friburgo. 
“O contrato original previa que a Concessionária Rota 116 construísse o Rodovia do Contorno em Nova Friburgo, com 20km de extensão, em contrapartida à cobrança do pedágio. A empresa não fez a obra, mas as praças de pedágio continuam funcionando. Portanto, nosso compromisso será rescindir o contrato com a Rota, tomar a estrada e acabar com a cobrança de pedágio”, afirmou o ex-governador. O objetivo da construção desse trecho era retirar da área urbana da cidade o tráfego pesado de veículos. 
A Rota 116 tem quatro pontos de pedágio em Itaboraí, Cachoeiras de Macacu, Nova Friburgo e Cordeiro, ao preço de R$ 4,50 (carros de passeio) e R$ 9,00 (caminhões). Uma das empresas acionistas da concessionária Rota 116 é a empresa Delta Construções, de Fernando Cavendish, envolvida em escândalos de superfaturamento de obras, fraudes e pagamento de propinas com o contraventor Carlinhos Cachoeira. “O amigo do peito de Cabral, que foi dançar de guardanapo na cabeça em Paris com o ex-governador e outros secretários de estado”, lembrou Garotinho. 
Em Nova Friburgo, onde participou de um café da manhã com empresários locais, Garotinho anunciou a estadualização do hospital do município. E em Teresópolis, o candidato comprometeu-se com a população a construir um hospital geral que atenda a região. “Nessa campanha tenho deixado claro, que meu compromisso principal é com a saúde do povo”, disse o candidato, que durante sua gestão à frente do governo do Estado construiu cinco hospitais, enquanto o governo Cabral-Pezão não construiu nenhum e ainda fechou quatro unidades.
Apesar do frio e da chuva fina, Garotinho participou de duas caminhadas no centro de Friburgo e Teresópolis, ao lado da candidata ao Senado, Líliam Sá (Pros), e dos candidatos a deputado estadual, Alex Castelar e Marquinho do Cinema, e a deputado federal Pastor Jeremias.

LINDBERGH FARIAS CAPRICHA NO VISUAL...

Deu na coluna do Ancelmo Gois, isso no dia 22 de julho de 2014:


Li que um corte e uma pintura no referido salão fica em torno de R$ 500,00.
Eu ainda não preciso pintar o cabelo, mas corto por R$ 20,00.

terça-feira, 29 de julho de 2014

VEREADORES SE REUNIRAM PARA TRATAR DA INVESTIGAÇÃO DOS ATOS DE BETHLEM

Hoje participei da reunião com vereadores para definir as ações para investigar os atos de secretário do prefeito Eduardo Paes (PMDB), o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB).


SERVIDOR PÚBLICO, VENHA CONVERSAR CONOSCO

MP DIZ JÁ TER PROVAS CONTRA BETHLEM


 
A situação do aliado de Pezão e de Eduardo Paes é cada vez pior.
Ele está puxando os dois para o fundo do poço.
Eles vivem um terrível pesadelo às vésperas das eleições 2014.
"REVISTA VEJA
Rio de Janeiro
MP diz já ter provas de improbidade contra homem forte de Paes
Ministério Público constatou que a ONG Tesloo recebeu pagamento por serviços antes de serem efetivamente prestados
O Ministério Público do Rio de Janeiro informou já ter provas suficientes de que o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB), homem forte do prefeito Eduardo Paes (PMDB), cometeu improbidade administrativa na contratação irregular da ONG Tesloo, responsável pelo pagamento de propina. "Já tenho elementos para caracterizar improbidade administrativa e ele deve responder por isso", afirmou a promotora Gláucia Santana.
A promotora investiga contratações da entidade, firmadas na gestão de Bethlem à frente da Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio. Na última sexta-feira, VEJA revelou gravações de conversas telefônicas do deputado em que ele afirmava receber entre 65.000 e 70.000 reais por mês em comissões pagas pela Tesloo.
A Promotoria investiga por que o município do Rio de Janeiro contratou a Tesloo apesar de recomendação contrária, ainda em 2012, feita pelo Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro.O Ministério Público já constatou que a ONG foi paga por serviços antes de serem efetivamente prestados.
Apesar da investigação estar em curso há meses, a revelação feita por VEJA, de que o ex-secretário recebia pagamentos da Tesloo, motivou novas cobranças do Ministério Público. O vice-prefeito do Rio, Adilson Pires (PT), que responde pela Secretaria Municipal de Assistência Social, já foi alvo de três ofícios da Promotoria, em que é cobrado a enviar a íntegra dos processos administrativos com todas as contratações da Tesloo. A ordem foi ignorada, de acordo com a promotora Gláucia Santana. O último pedido venceu no dia 21 de julho.
Apesar da investigação em esfera administrativa, Bethlem só pode ser processado criminalmente pela Procuradoria-Geral da República pelos indícios de que montou um esquema de corrupção na Prefeitura do Rio.
A investigação não é a única iniciativa em andamento para devassar a atuação de Bethlem na administração municipal. Nesta segunda-feira, a Prefeitura do Rio deu início a uma auditoria especial para investigar irregularidades em todas as contratações firmadas por Bethlem nas pastou que comandou, de 2009 a 2014: Ordem Pública, Assistência Social e Governo.

PEZÃO: LEVA A "PACIFICAÇÃO" PARA IMBARIÊ

A "pacificação" do governo Cabral-Pezão-Beltrame segue se espalhando pelo Rio de Janeiro.
A violência produzida pelo governo é virótica e contamina bairros e municípios com rapidez.

(Fonte: Jornal Extra)

POPULAÇÃO DE SÃO GONÇALO SOFRE COM FALTA DE SANEAMENTO

A regra é clara:
- Sem saneamento básico, sem saúde.


(Fonte: O Globo)



O MAPA DE RISCO AMBIENTAL E AS TRAGÉDIAS DA REGIÃO SERRANA

O lançamento do mapa de risco ambiental me faz lembrar das tragédias que se bateram sobre a Região Serrana do Rio de Janeiro ao longo do governo Cabral-Pezão e dos problemas até hoje ainda não solucionados.

(Fonte: O Dia)


EDUARDO PAES TORNA O RIO INTRANSITÁVEL

O prefeito Eduardo Paes (PMDB) deve desconhecer o conceito "mobilidade urbana".
Ele está tornando o Rio em uma cidade engarrafada.
Engarrafamentos que consomem bilhões de reais somente em relação ao gasto de combustíveis.
Quem paga a conta?
Os usuários de veículos que ficam horas retidos nas ruas do Rio de Janeiro.

(Fonte: Jornal do Comércio)


segunda-feira, 28 de julho de 2014

ESCÂNDALO COM BETHLEM SE AGRAVA E AFUNDA PEZÃO, PMDB E ALIADOS

O ex-xerife do Rio de Janeiro, homem de confiança de Pezão e Eduardo Paes, o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB), afunda cada dia mais em um escândalo que parece não ter fim e leva consigo Pezão, Paes, o PMDB e aliados.


CAIXA DOIS O secretário Rodrigo Bethlem. 
Ele disse à mulher que embolsava R$ 85 mil por mês fora do salário
 (Foto: Mauro Pimentel/Futura Press)

"REVISTA ÉPOCA 
Nova gravação sugere caixa dois bancado pelo "rei do ônibus" na campanha do deputado Bethlem
Ex-secretário da Prefeitura do Rio e ex-vereador, o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB) afirmou, em diálogo registrado em 2011 por sua ex-mulher, Vanessa Felippe, que "foi muito útil" ao empresário Jacob Barata
HUDSON CORRÊA E LEONARDO SOUZA
28/07/2014 16h18 - Atualizado em 28/07/2014 20h33 
Novo trecho de uma conversa gravada entre o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) e a empresária Vanessa Felippe, obtido com exclusividade por ÉPOCA, revela indícios de caixa dois na campanha de Bethlem pago pelo empresário do setor de transportes Jacob Barata, conhecido como “o rei do ônibus” do Rio. No diálogo, Bethlem admite que foi “muito útil” aos interesses de Jacob Barata quando esteve na Câmara Municipal do Rio. Bethlem foi vereador entre 2001 e 2004. "Eu fui muito útil pra esse cara na Câmara. Não foi pouco não, (foi) muito. Eu derrubei sessão, eu tirei projeto", disse Bethlem. Conforme revelou ÉPOCA na edição desta semana, Vanessa, ex-mulher de Bethlem, gravou a conversa entre os dois em novembro de 2011, quando discutiam a separação e o consequente pagamento de pensão alimentícia. 
Bethlem foi secretário municipal de Ordem Pública e posteriormente de Assistência Social do Rio entre 2009 e 2012. No trecho já publicado do diálogo, Bethlem admitiu que, enquanto secretário de Assistência Social, recebia R$ 85 mil em dinheiro por fora do seu salário, referindo-se provavelmente a propina desviada de contratos com a Secretaria. Ele reconheceu também que havia aberto uma conta não declarada na Suíça. 
>> Aúdio e vídeos: Gravações revelam que deputado Rodrigo Bethlem recebia propina na Prefeitura do Rio e mantém conta na Suíça (Link). 
No novo trecho da conversa (leia abaixo), Vanessa diz que sempre ajudou Bethlem em suas campanhas com dinheiro, “fosse através de Jacob” ou através do pai dela, o presidente da Câmara Municipal, Jorge Felippe. "Por várias campanhas, seu maior colaborador, aliás, em quase todas as campanhas, praticamente, o seu maior colaborador foi um homem chamado Jacob. Eu te ajudei com dinheiro, Rodrigo", disse Vanessa. Além de não negar o recebimento da contribuição, Bethlem acrescentou ter construído uma relação com o empresário (Leia mais)".

REUNIÃO COM SERVIDORES DO DEGASE

Encontro com alguns servidores do Novo Degase




Estive reunido com servidores do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Novo DEGASE), a fim de conhecer a demanda, os entraves, o serviço destes guerreiros que exemplarmente vêm exercendo suas funções em prol da ressocialização de jovens e da aplicação de medidas socioeducativas aos adolescentes em situação de conflito com a lei no Estado do Rio de Janeiro. 


Todos sabemos sobre o crescimento da criminalidade e da violência praticada por jovens em nosso Estado, ao ponto de diversas vezes o tema da redução da maioridade penal ter sido amplamente discutido em mídia aberta e até em Brasília, mas o que não sabemos é como, de que forma e em que condições são aplicadas as medidas socioeducativas em resposta aos atos infracionais cometidos pelos adolescentes. 



Em pouco tempo de diálogo com os servidores do DEGASE, pude perceber a falta de valorização nos servidores do órgão, marcada por contradições como: 
• Alto custo por adolescente, em torno de R$ 7500,00 mensais e a alta taxa de reincidência na prática de ato infracional; 
• Ausência de identidade funcional, em virtude da falta de políticas públicas claras onde possa vincular os servidores do Departamento a uma Secretaria apropriada, condizente com o serviço prestado. Para termos ideia, hoje o DEGASE faz parte da Secretaria de Educação, mas foi definido como área de interesse da Segurança Pública e á administrado por um Oficial da Polícia Militar; 
• Superlotação das unidades, aspecto preocupante que colide deliberadamente com o SINASE (Sistema Nacional Socioeducativo – Lei nº 12594/12). Tal situação é um dos fatores que contribuem para que aconteçam constantes brigas entre facções criminosas, que acarretam em lesões e até mortes entre os internos.
Com isso, o departamento distribui os adolescentes usando o critério de divisão em facções criminosas, inclusive com a criação de unidades para atendimento de jovens pertencentes a facções específicas. Segundo os servidores ouvidos, são constantes as tentativas de fuga e rebeliões, acarretando com isso reiteradas ameaças, incluindo de morte, agressões, desacatos, sofridos pelos agentes no desempenho de suas funções. Ao longo dos anos, a mídia vem noticiando diversos casos em que agentes do órgão foram assassinados em virtude de serem reconhecidos fora do trabalho por egressos. 



Questão urgente, ressaltada na reunião, centra-se na desvalorização do servidor do departamento. Em 2006, no então governo de Rosinha Garotinho, foi publicado o Plano de Carreira dos funcionários do DEGASE. Em 2011, o cumprimento da referida lei foi interrompido por parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Todos os servidores estagnaram na progressão de níveis, gerando perdas salariais altíssimas.

A situação salarial abordada é preocupante, pois ao longo de oito anos o salário dos servidores do DEGASE sofreu grandes perdas. Atualmente, os servidores veem de longe seus pares da Segurança Pública sendo valorizados com políticas salariais condizentes. 
Frente ao quadro demonstrado, em virtude principalmente do baixo salário inicial (em torno de 50% da remuneração inicial de um agente penitenciário), das prerrogativas (funções análogas), condições e riscos, existe uma grande saída de funcionários do departamento em busca de melhores condições financeiras e laborais, agravando ainda mais a situação do DEGASE.

Diante do exposto, informei aos servidores que mesmo antes do agendamento da reunião em questão, já havíamos incluído o DEGASE no projeto de governo de Anthony Garotinho, equiparando-os aos funcionários da SEAP, que embora não sejam da Secretaria de Segurança, gozam dos mesmos benefícios e políticas do Setor. Reafirmei meu compromisso de que em nosso governo o tratamento salarial direcionado ao DEGASE será idêntico ao da SEAP, incluindo o compromisso de direcionar o Departamento a uma Secretaria mais condizente com a complexidade das funções desempenhadas.

CASO BETHLEM: A "TURMA DO LANCHE" DEVE ESTAR APAVORADA



Vocês lembram da "Turma dos Guardanapos"?



Eu quero descobrir agora a "Turma do Lanche".

 (Imagem: Revista Época)


Participe!
Divulgue!
Denuncie!

NÓS CONSERTAREMOS AS UPPs E RECOMPLETAREMOS OS EFETIVOS DOS BATALHÕES




"JORNAL O DIA
'Não tem de acabar com UPP. Tem que remodelar', diz Rosinha Garotinho
Para prefeita de Campos dos Goytacazes, nova gestão que assumir o governo do Rio precisa voltar a investir no interior
Rio - Para a prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho, a nova gestão que assumir o governo do Rio precisa remodelar as UPPs e voltar a investir no interior. Em entrevista ao DIA , a ex-governadora e mulher do atual candidato do PR ao Palácio Guanabara, Anthony Garotinho, afirmou que acredita que o marido tem condições de manter um bom diálogo nos próximos quatro anos com o governo federal, seja com Dilma Rousseff ou com Aécio Neves. Para ela, a alta rejeição à candidatura do marido tem origem nos projetos sociais criados por ele e que são tratados com preconceito.



Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia 

O DIA: Por que as pesquisas mostram tanta rejeição ao Garotinho? 
Algumas pessoas consideram projetos sociais demagógicos e populistas. Agora só é demagogo e populista para o Garotinho. Quando ele foi prefeito em Campos, ele criou o primeiro clube da terceira idade do Brasil. Isso quando ninguém falava em terceira idade. Depois copiaram como centro de convivência e hoje tem em todos os lugares. No governo do estado, ele criou o Paif (Programa de Atendimento Integral à Família) e o governo federal copiou com o mesmo nome. Depois, ele fez o cheque cidadão e o governo federal copiou como bolsa família. Ele criou os restaurantes populares e o governo copiou como Fome Zero. Para o Garotinho é demagogo, para o governo federal é grande alcance social. Para as empresas é responsabilidade social. Ou é demagogia para todo mundo ou é responsabilidade social para todo mundo. Mas se criou um carimbo nele porque alguém sempre tem que ser um cristo para pagar o pato (Leia mais)".

AFRONTA AO POVO! PEZÃO ELOGIA BETHLEM: "TE CONHEÇO MUITO. COM CERTEZA QUERO ESTAR DO SEU LADO"

 

A declaração de Pezão é uma afronta à população do estado do Rio de Janeiro.
 
"JORNAL DO BRASIL
Pezão elogia Bethlem: 'Te conheço muito. Com certeza quero estar do seu lado' Vídeo foi publicado um dia antes de as denúncias contra o deputado virem à tona
Em vídeo de campanha política publicado nas redes sociais na última quinta-feira (24), o governador Luiz Fernando Pezão aparece fazendo elogios a Rodrigo Bethlem, candidato a deputado federal. "Nós começamos juntos, você é um batalhador. Te conheço muito, você é um grande deputado, acompanhei sua vida toda. Conte comigo. No que eu puder te ajudar nesse voos mais altos que você vai dar, com certeza eu quero estar do seu lado", diz Pezão. No dia seguinte, veio à tona a denúncia da revista 'Época' dando conta de que Bethlem recebia propina na Prefeitura do Rio e mantinha conta na Suíça. Vanessa Felippe, ex-mulher de Bethlem, gravou também vídeos mostrando como ela recebia pensão: R$ 20 mil em dinheiro vivo.
O homem de confiança de Sérgio Cabral e Eduardo Paes foi denunciado pela mulher, que sempre se elegeu graças ao prestígio do pai na Zona Oeste do Rio. Vanessa Felippe denunciou que o ex-marido tem uma conta na Suíça e que recebia a pensão em dinheiro vivo.
A revista só não publica trechos de uma gravação com os diálogos que Vanessa teve com uma amiga, embora a publicação tenha esses registros.
Segundo Época, numa conversa tensa em novembro de 2011, o deputado federal Rodrigo Bethlem, do PMDB do Rio de Janeiro, acertava com a empresária Vanessa Felippe detalhes do divórcio dos dois, como o valor que ele pagaria de pensão. Bethlem pedira licença da Câmara dos Deputados naquele ano para servir à prefeitura, como secretário municipal de Assistência Social. A discussão se estendeu por duas horas e meia na casa de Vanessa, num luxuoso condomínio da Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. Segundo a revista, seria apenas uma briga de casal, sem interesse público, não fossem as revelações comprometedoras que Bethlem fez a Vanessa. Bethlem contou que embolsava aproximadamente R$ 85 mil por mês, além de seu salário como secretário. Na conversa, ele sugere que se tratava de propina oriunda de contratos da Secretaria, incluindo um convênio para cadastrar beneficiários do Programa Bolsa Família. Bethlem também afirmou ter uma conta bancária na Suíça e praticamente admitiu caixa dois em suas campanhas eleitorais. Vanessa gravou toda a conversa, mas a manteve em segredo por mais de dois anos.
Bethlem começou a pagar a pensão em 2012. Em vez de cheques ou depósito na conta bancária, Vanessa conta que recebia em casa pacotes com dinheiro vivo. Cada remessa continha R$ 20 mil em notas de R$ 100. Vanessa reclamava que a quantia era insuficiente para bancar as despesas domésticas. Ela decidiu instalar câmeras escondidas na casa e filmou pelo menos três entregas de dinheiro. Os pacotes eram trazidos por um assessor do gabinete de Bethlem na Câmara dos Deputados em Brasília.
Bethlem, de 43 anos de idade, trilhou o caminho da política bastante jovem. Filho da atriz Maria Zilda, foi nomeado aos 22 anos subprefeito da Lagoa, bairro da Zona Sul carioca, pelo então prefeito César Maia, hoje no DEM. Alguns anos depois, assumiu a subprefeitura de Jacarepaguá, na Zona Oeste, região mais populosa da cidade. Conseguiu se eleger vereador em 2000. O sucesso político veio pelas mãos do prefeito Eduardo Paes. No primeiro ano de mandato, em 2009, Paes nomeou Bethlem secretário de Ordem Pública.
Na conversa gravada, Bethlem diminui o tom da voz ao falar sobre seus rendimentos. “Por que você está falando baixo? Não tem ninguém aqui”, diz Vanessa. Ele responde que estava “paranoico”. Diz que algum “inimigo” poderia ter grampeado seu telefone e que o aparelho, mesmo desligado, tem como gravar o diálogo. Não poderia imaginar que o perigo era o gravador que Vanessa acionara às escondidas. Bethlem diz que ganhava cerca de R$ 100 mil por mês. Afirma que sua “principal fonte de renda” era dinheiro proveniente de um dos contratos da Secretaria Municipal de Assistência Social. Tratava-se de um convênio para cadastrar famílias de baixa renda e criar um banco de dados com nomes e endereço de pessoas com direito a inclusão em programas sociais, como o Bolsa Família. Bethlem não conta a Vanessa que empresa fora contratada para o serviço, mas diz que o convênio tem prazo de sete meses.
Vanessa diz que começou a receber em casa R$ 20 mil em espécie. Sua reação foi filmar a entrega do dinheiro, feita por um emissário de Bethlem. O homem de bigode, óculos e com ar impaciente que aparece nos vídeos é José Carlos de Oliveira Franco, secretário parlamentar nomeado para o gabinete de Bethlem na Câmara. As imagens mostram Vanessa, com maços de notas de R$ 100 na mão, reclamando, diante de José Carlos, que o valor é insuficiente para pagar as contas domésticas, como tarifas de gás, água e salário de empregados.
Além de relatar ganhos suspeitos na Secretaria de Assistência Social, Bethlem ainda faz mais revelações comprometedoras na conversa de novembro de 2011. Ele relembra discussões anteriores do casal sobre a partilha de bens. Diz que, certa vez, Vanessa ameaçara revelar à polícia a existência de uma conta bancária que ele mantinha na Suíça. Vanessa nega ter feito a ameaça. Bethlem rebate: “Você por acaso não disse que, se eu não desse a metade (dos bens) para você, muita gente gostaria de saber que eu tinha conta na Suíça?”. Vanessa insiste que não fizera a acusação porque não tinha provas. Bethlem emenda: “Você está careca de saber que fui à Suíça para abrir uma conta lá... Não seja hipócrita”. Bethlem ainda diz a Vanessa que, por causa da ameaça, quase sofreu um infarto.

BETHLEM CONCEDEU, EM 1 ANO, R$ 40 MILHÕES A ONG

O escândalo envolvendo o deputado federal Rodrigo Bethlem do PMDB cada vez aumenta mais.

(Fonte: O Globo)




VIOLÊNCIA: MORADORES DO RECREIO DOS BANDEIRANTES APAVORADOS PROTESTARAM

(Fonte: O Globo)


O governo Sérgio Cabral e Pezão conseguiu espalhar a violência por todos os bairros e municípios do Rio de Janeiro quando implantou as UPPs, avisando antes aos traficantes e não prendendo ninguém, isso não é mais segredo para ninguém.
Eu ouço frequentemente de moradores de bairros que visito frases como:
- O nosso bairro era calamo, hoje está um inferno.
Ontem , os moradores do Recreio dos Bandeirantes protestaram contra a violência.
A verdade é que um governo para ser bom, tem que ser bom para todos.
Transferir criminosos é um "crime" contra os moradores que recebem os criminosos e a violência.

EDUARDO PAES E RODRIGO BETHLEM: O ANTES E O DEPOIS

Como uma imagem fale mais que mil palavras...




Imagens: internet.


A ESTREITA RELAÇÃO ENTRE EDUARDO PAES E RODRIGO BETHLEM




O Rio de Janeiro precisa interromper um ciclo político onde o escândalo virou rotina.
Destaco um trecho de uma matéria do SITE G1 para que todos possam avaliar a estreita relação entre o prefeito Eduardo Paes (PMDB) e o deputado federal Rodrigo Bethlem:

"Bethlem ocupou três cargos no governo de Eduardo Paes. Em 2009, foi secretário da Ordem Pública, quando recebeu o apelido de "xerife" do Rio em razão das operações de Choque de Ordem. No período de 2011 a 2012, foi secretário de Assistência Social. Após a reeleição de Paes em 2012, assumiu a Secretaria de Governo, onde permaneceu até abril deste ano, quando pediu licença para concorrer nas eleições e tentar se reeleger deputado federal (Fonte)".

Vamos vencê-los!




QUAL A EMPRESA QUE DAVA O "LANCHE" PARA RODRIGO BETHLEM (PMDB)?



O escândalo envolvendo o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB) ecoa por todo o Brasil.
O homem forte do prefeito Eduardo Paes (PMDB).
O homem que chegou a ser apelidado como o "xerife do Rio de Janeiro".
O homem que recebia um "lanche" segundo suas próprias palavras, como consta na excelente reportagem da Revista Época (Link).
"(...)
Bethlem diz a Vanessa que, além do contrato, há a verba do lanche. “Que lanche?”, quer saber Vanessa. Bethlem explica que “o cara que vende lanche para todas as ONGs” era seu amigo e que ele recebia “em torno de R$ 15 mil” por mês. A Secretaria de Assistência Social tem inúmeros contratos com ONGs para prestação de serviços. Na conversa, Bethlem não dá detalhes que possam identificar como ele ganhava dinheiro com o fornecimento de alimentação às ONGs contratadas da prefeitura.
(...)".

Pergunto:
Qual empresa(s) dava o "lanche" para Rodrigo Bethlem (PMDB)?
Quem é o cara que vende lanche para todas as ONGs”?
É importante identificar a empresa(s) pois ela pode estar distribuindo "lanches" para outros "famintos"...
Imagem: Revista Época.

domingo, 27 de julho de 2014

RODRIGO BETHLEM (PMDB), UMA BOMA ATÔMICA SOBRE A CAMPANHA DE PEZÃO (PMDB)



O escândalo sobre o recebimento de propinas pelo "ex-xerife do Rio de Janeiro", deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) caiu como uma bomba atômica no meio da campanha de reeleição do governador Pezão (PMDB-RJ), tendo em vista que Bethlem era um dos homens fortes do prefeito Eduardo Paes (PMDB-RJ).
Na tentativa de diminuir os enormes danos causados, Rodrigo Bethlem usa a tática empregada normalmente pelos culpados, procura desqualificar o denunciantes de alguma forma.
Só que as gravações comprovam com clareza que quem falou em conta na Suiça foi Bethlem e não a ex-esposa.
Comprovam que quem falou sobre "lanche" foi ele e não a ex-esposa.
Portanto, desqualificar a denunciante em nada o ajudará, nem ao PMDB e nem aos partidos da coligação, a radiação está se espalhando rapidamente.
"O GLOBO
Rodrigo Bethlem nega acusações de que recebeu mesadas de até R$ 70 mil de ONG 
Secretário municipal havia admitido o esquema numa conversa que manteve com a ex-mulher em novembro de 2011 
26/07/2014 11:42 (Leia a reportagem)".


SAÚDE PÚBLICA - RADIOTERAPIA - MAIS DE 18.000 PESSOAS SEM TRATAMENTO

A saúde pública deve ser uma prioridade para os três níveis de governo.
Um governo para ser bom para todos precisa ter a saúde pública como prioridade, considerando que é na rede pública que a população mais carente busca o atendimento.
Infelizmente, o governo do Rio de Janeiro não agiu nessa direção, causando sofrimento para a população.


(Fonte: Jornal Extra)


sábado, 26 de julho de 2014

ITAGUAÍ - REUNIÃO COM REPRESENTANTES DO TRANSPORTE ALTERNATIVO



Hoje pela manhã estive em Itaguaí com lideranças do transporte alternativo e confirmei como o atual governo tem sido cruel com eles, mas vamos, com a força do povo, mudar essa história e dar ao estado um sistema de transporte sério, responsável e comprometido com a necessidade das pessoas.

MÁRCIO GARCIA: VAMOS RESGATAR O RIO DE JANEIRO!



DESMORALIZAÇÃO: "ESCÂNDALO BETHLEM" DERRUBA PMDB E ALIADOS NA CAMPANHA




"REVISTA ÉPOCA
25/07/2014 21:23:41
Gravações revelam que deputado Rodrigo Bethlem recebia propina na Prefeitura do Rio e mantém conta na Suíça Vanessa Felippe, ex-mulher de Bethlem, conhecido como "Xerife do Rio", gravou também vídeos mostrando como ela recebia pensão: R$ 20 mil em dinheiro vivo
Época
epoca.globo.com
O secretário Rodrigo Bethlem. Ele disse à mulher que embolsava R$ 85 mil por mês fora do salário.
Numa conversa tensa em novembro de 2011, o deputado federal Rodrigo Bethlem, do PMDB do Rio de Janeiro, acertava com a empresária Vanessa Felippe detalhes do divórcio dos dois, como o valor que ele pagaria de pensão. Bethlem pedira licença da Câmara dos Deputados naquele ano para servir à prefeitura, como secretário municipal de Assistência Social. A discussão se estendeu por duas horas e meia na casa de Vanessa, num luxuoso condomínio da Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. Seria apenas uma briga de casal, sem interesse público, não fossem as revelações comprometedoras que Bethlem fez a Vanessa. Bethlem contou que embolsava aproximadamente R$ 85 mil por mês, além de seu salário como secretário. Na conversa, ele sugere que se tratava de propina oriunda de contratos da Secretaria, incluindo um convênio para cadastrar beneficiários do Programa Bolsa Família. Bethlem também afirmou ter uma conta bancária na Suíça e praticamente admitiu caixa dois em suas campanhas eleitorais. Vanessa gravou toda a conversa, mas a manteve em segredo por mais de dois anos. ÉPOCA revela agora o áudio, inédito (ouça abaixo). 
Bethlem começou a pagar a pensão em 2012. Em vez de cheques ou depósito na conta bancária, Vanessa conta que recebia em casa pacotes com dinheiro vivo. Cada remessa continha R$ 20 mil em notas de R$ 100. Vanessa reclamava que a quantia era insuficiente para bancar as despesas domésticas. Ela decidiu instalar câmeras escondidas na casa e filmou pelo menos três entregas de dinheiro. Os pacotes eram trazidos por um assessor do gabinete de Bethlem na Câmara dos Deputados em Brasília. ÉPOCA também obteve com exclusividade cópias das filmagens (assista a uma delas ao lado. A gravação recebida por ÉPOCA não tem cortes. Na edição aqui publicada, apenas foi retirado o trecho em que Vanessa conversa com outra pessoa sem relação com o recebimento do dinheiro e se desloca em direção à câmera para pegá-la e virá-la para o jornal que, diz ela, é daquele dia). A pedido de ÉPOCA, o perito Ricardo Molina analisou os vídeos e também a gravação da conversa de 2011. “Não foi encontrado, ao longo de nenhuma das três gravações periciadas, qualquer indício de manipulação fraudulenta”, diz o laudo de Molina. “Todas (as mídias) estão íntegras e sem descontinuidades, podendo ser consideradas autênticas para todos os fins técnico-periciais.” (O vídeo abaixo foi gravado, segundo Vanessa, em 5 de novembro de 2012, mostra o recebimento de R$ 20 mil. Ela afirma que o dinheiro era enviado por seu ex-marido por meio de José Carlos de Oliveira Franco, secretário parlamentar nomeado para o gabinete de Bethlem. A gravação recebida por ÉPOCA não tem cortes. Na edição, apenas foi retirado trecho em que Vanessa se desloca em direção à câmera para pegá-la e virá-la para o jornal, que diz ela, é daquele dia. Ela conta as notas de R$ 100.) 
Bethlem, de 43 anos de idade, trilhou o caminho da política bastante jovem. Filho da atriz Maria Zilda, foi nomeado aos 22 anos subprefeito da Lagoa, bairro da Zona Sul carioca, pelo então prefeito César Maia, hoje no DEM. Alguns anos depois, assumiu a subprefeitura de Jacarepaguá, na Zona Oeste, região mais populosa da cidade. Conseguiu se eleger vereador em 2000. O sucesso político veio pelas mãos do prefeito Paes. No primeiro ano de mandato, em 2009, Paes nomeou Bethlem secretário de Ordem Pública. Sua missão era aplicar “um choque de ordem” na cidade e organizar desde estacionamentos de carros até mesas de bares que invadiam calçadas. A vitrine do trabalho foi a fiscalização nas praias, tomadas por um exército de ambulantes. As ações na orla de Ipanema, Leblon e Copacabana, bairros da Zona Sul frequentados por turistas, tiveram destaque no jornal The New York Times em fevereiro de 2010. Bethlem conquistara o apelido de “Xerife do Rio”. 
GRAMPO: Vanessa Felippe, ex-mulher de Bethlem. Ela gravou as conversas sem ele saber.
Por quase 20 anos, ele foi casado com Vanessa, e com ela teve dois filhos. Somente em 2008 que eles oficializaram a união em cartório. Filha do vereador Jorge Felippe (PMDB), atual presidente da Câmara Municipal do Rio, Vanessa, de 41 anos, também seguiu o caminho da política na juventude. Bonita, loura de olhos verdes, ela foi eleita a deputada federal mais jovem do Brasil aos 22 anos, em 1994, pelo PSDB. Conquistara o eleitorado do bairro de Bangu, na Zona Oeste do Rio, base eleitoral do pai. Jorge se tornou braço direito do prefeito Paes no Legislativo. Vanessa afirma ter ajudado o marido a conquistar “a marca de Xerife do Rio”. Por causa da colaboração, reivindicou metade de tudo o que ele ganhava, quando discutiu o divórcio, em novembro de 2011. Na conversa gravada, Bethlem diminui o tom da voz ao falar sobre seus rendimentos. “Por que você está falando baixo? Não tem ninguém aqui”, diz Vanessa. Ele responde que estava “paranoico”. Diz que algum “inimigo” poderia ter grampeado seu telefone e que o aparelho, mesmo desligado, tem como gravar o diálogo. Não poderia imaginar que o perigo era o gravador que Vanessa acionara às escondidas. Bethlem diz que ganhava cerca de R$ 100 mil por mês. Afirma que sua “principal fonte de renda” era dinheiro proveniente de um dos contratos da Secretaria Municipal de Assistência Social. Tratava-se de um convênio para cadastrar famílias de baixa renda e criar um banco de dados com nomes e endereço de pessoas com direito a inclusão em programas sociais, como o Bolsa Família. Bethlem não conta a Vanessa que empresa fora contratada para o serviço, mas diz que o convênio tem prazo de sete meses.
ÉPOCA fez uma pesquisa em contratos da Secretaria na gestão Bethlem. Com dispensa de licitação e pelo período de sete meses, o secretário Bethlem contratou, em agosto de 2011, a ONG Casa Espírita Tesloo, para cadastrar famílias de baixa renda, pelo valor de R$ 9,68 milhões. Comandada pelo major reformado da Polícia Militar Sérgio Pereira de Magalhães, a Tesloo é alvo de diversas investigações sobre desvio de dinheiro em convênios com a prefeitura, incluindo o assinado por Bethlem, hoje em análise no Tribunal de Contas do município.
Vanessa quis saber quanto o convênio rendia a Bethlem. “Em torno de R$ 65 mil, R$ 70 mil. Depende do que ele (o contratado) receber. Se prestar contas e não tiver executado todo o serviço, tem uma glosa”, diz Bethlem. Legalmente, órgãos públicos só podem pagar prestadores após a comprovação da execução do trabalho. Bethlem diz a Vanessa que ainda não embolsara o dinheiro naquele mês. “O cara não prestou contas direito. O cara é um idiota, um imbecil. Não pude pagar o cara este mês, não recebi”, afirma. Ao que tudo indica, havia uma espécie de triangulação. Bethlem mandava a Secretaria pagar a Tesloo, e, em troca, ela desviava um quinhão para seu bolso. A quantia de R$ 70 mil que Bethlem afirmou receber corresponde a 5% da parcela de R$ 1,4 milhão que a Secretaria pagava mensalmente.
Bethlem diz a Vanessa que, além do contrato, há a verba do lanche. “Que lanche?”, quer saber Vanessa. Bethlem explica que “o cara que vende lanche para todas as ONGs” era seu amigo e que ele recebia “em torno de R$ 15 mil” por mês. A Secretaria de Assistência Social tem inúmeros contratos com ONGs para prestação de serviços. Na conversa, Bethlem não dá detalhes que possam identificar como ele ganhava dinheiro com o fornecimento de alimentação às ONGs contratadas da prefeitura.
Vanessa somou as verbas do lanche e do convênio ao salário oficial de Bethlem na Secretaria, de R$ 18 mil líquidos (por ser deputado federal, ele tinha direito a manter o salário pago pela Câmara). Chegou a um ganho mensal de R$ 103 mil e queria a metade, ou R$ 51.500. No começo de 2012, o acordo de partilha parece ter sido cumprido, mas logo Bethlem reduziu o pagamento. Vanessa diz que começou a receber em casa R$ 20 mil em espécie. Sua reação foi filmar a entrega do dinheiro, feita por um emissário de Bethlem. O homem de bigode, óculos e com ar impaciente que aparece nos vídeos é José Carlos de Oliveira Franco, secretário parlamentar nomeado para o gabinete de Bethlem na Câmara. As imagens mostram Vanessa, com maços de notas de R$ 100 na mão, reclamando, diante de José Carlos, que o valor é insuficiente para pagar as contas domésticas, como tarifas de gás, água e salário de empregados.
Além de relatar ganhos suspeitos na Secretaria de Assistência Social, Bethlem ainda faz mais revelações comprometedoras na conversa de novembro de 2011. Ele relembra discussões anteriores do casal sobre a partilha de bens. Diz que, certa vez, Vanessa ameaçara revelar à polícia a existência de uma conta bancária que ele mantinha na Suíça. Vanessa nega ter feito a ameaça. Bethlem rebate: “Você por acaso não disse que, se eu não desse a metade (dos bens) para você, muita gente gostaria de saber que eu tinha conta na Suíça?”. Vanessa insiste que não fizera a acusação porque não tinha provas. Bethlem emenda: “Você está careca de saber que fui à Suíça para abrir uma conta lá... Não seja hipócrita”. Bethlem ainda diz a Vanessa que, por causa da ameaça, quase sofreu um infarto.
Manter dinheiro no exterior não configura crime nem é motivo para taquicardias, desde que o recurso seja declarado à Receita Federal. Bethlem não fez nenhuma referência a uma conta na Suíça nas declarações de bens que apresentou à Justiça Eleitoral em 2006, 2010 e agora em 2014, quando disputa a reeleição para deputado federal.
Procurado por ÉPOCA, Bethlem diz não se lembrar de detalhes da conversa com Vanessa e nega ter recebido propina na Secretaria de Assistência Social. Afirma que não mantém conta na Suíça e que não recebeu contribuição para sua campanha eleitoral. Bethlem diz que determinou a suspensão do contrato para cadastramento das famílias de baixa renda quando constatou que os serviços não eram devidamente prestados. Segundo ele, a ONG recebeu apenas R$ 4,5 milhões. “Se eu tivesse levado alguma vantagem, não teria rescindido o contrato”, afirma. Bethlem diz não “ter a menor ideia” sobre a que se referia quando, no trecho da conversa com Vanessa, falou sobre ter embolsado dinheiro com a venda de lanches para ONGs. Ele confirma as remessas de dinheiro vivo à casa de Vanessa, mas diz que foi a pedido dela. Segundo Bethlem, Vanessa estava com problemas de crédito e temia que o banco confiscasse a quantia se o valor fosse depositado. “Tenho dinheiro vivo por causa da minha academia de ginástica. Muitos clientes pagam em dinheiro”, diz. O assessor José Carlos afirma não se lembrar das entregas na casa de Vanessa.
Após ÉPOCA falar com Bethlem sobre a gravação, o advogado Jorge Vacite apresentou uma declaração assinada por Vanessa e um atestado médico. Os documentos têm data de 23 de julho, um dia após a entrevista de Bethlem a ÉPOCA. Foi a própria assessoria do deputado que informou sobre os papéis. Na declaração, Vanessa diz sofrer de problemas psiquiátricos e afirma que os documentos que entregou estão fora de contexto. Ela esteve duas vezes no escritório de ÉPOCA no mês de junho, entregou as gravações e detalhou minuciosamente o conteúdo do material. Houve também diversos contatos telefônicos, em que ela sempre manteve todas as afirmações e explicações dadas. Procurada novamente nesta semana, Vanessa não ligou de volta.
Bethlem e José Carlos podem ter tido apagão de memória. Mas os vídeos e o áudio estão registrados em meio a quase 1 terabyte de arquivos gravados por Vanessa. E, como atestou o perito Molina, eles são autênticos.
Revelações de um deputado. 
Durante uma conversa, gravada em novembro de 2011 por sua ex-mulher Vanessa Felippe, Rodrigo Bethlem (PMDB) fala de propina e conta na Suíça (Acesse e ouça gravações)

PARABÉNS! DP DE NOVA IGUAÇU É CONSIDERADA A MELHOR DO BRASIL EM ATENDIMENTO

(Fonte: O Dia)

"PACIFICAÇÃO": BALAS PERDIDAS MATAM DUAS MULHERES NO RIO

(Fonte: Jornal Extra)

RECREIO: POPULAÇÃO PEDE SOCORRO CONTRA VIOLÊNCIA

A população do Rio de Janeiro está pedindo socorro contra a violência, mas Pezão e Beltrame não ouvem.


(Fonte: O Globo)

sexta-feira, 25 de julho de 2014

RODRIGO BETHLEM, HOMEM FORTE DE EDUARDO PAES ENVOLVIDO EM ESQUEMA DE PROPINAS

Um novo escândalo envolvendo o PMDB do Rio de Janeiro. 



"REVISTA VEJA
Rio de Janeiro Homem forte de Paes opera esquema de corrupção no Rio
VEJA teve acesso a gravações que mostram um esquema de desvios na prefeitura do Rio de Janeiro comandado pelo deputado Rodrigo Bethlem (PMDB), ex-secretário de Governo da administração Eduardo Paes

Thiago Prado, do Rio de Janeiro
O medo de ser alvo de denúncias paira há tempos na mente do deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ), um dos homens fortes do governo Eduardo Paes desde 2009. "Tô de saco cheio de ficar sempre lendo jornal sem saber se vai sair uma denúncia. Estamos na era do escândalo", chegou a dizer assustado, nem imaginando que chegaria o dia em que as suas falcatruas viriam a público com riqueza de detalhes. VEJA teve acesso a áudios e vídeos que escancaram um esquema de corrupção funcionando dentro da prefeitura do Rio de Janeiro a partir da atuação do parlamentar. Dinheiro da área social da gestão Paes foi desviado segundo confissão de ninguém menos que o próprio Bethlem, em uma conversa sobre o divórcio de seu casamento de 16 anos. O Ministério Público do Rio já foi avisado sobre a existência das provas contra o peemedebista.
As gravações são contundentes e não deixam dúvidas sobre o balcão de negócios instalado pelo deputado. Bethlem – que se licenciou da Câmara dos Deputados em 2009 e passou pelas pastas de Ordem Pública, Assistência Social e, por fim, a secretaria de Governo – fala claramente que recebia uma espécie de mesada a partir de convênios da prefeitura. O diálogo de cerca de duas horas ocorreu em agosto de 2011 com a sua então esposa, a ex-deputada federal Vanessa Felippe Bethlem. Na ocasião, o deputado ainda tocava a área social do município e preparava-se para ser um dos coordenadores da campanha de reeleição de Paes. A pauta do casal envolvia especulações sobre o futuro político de Bethlem e o pagamento de uma pensão para o sustento da casa e dos seus dois filhos. Na conversa, depois de relatar que tipo de despesas estaria disposto a bancar, Bethlem afirma que sua principal fonte de renda era um convênio da prefeitura chamado Cadastro Único. "Eu tenho de receita em torno de 100 000 reais por mês", afirma na gravação com a maior naturalidade do mundo, explicando que do contrato retirava entre 65 000 e 70 000 reais por mês. Nomeado como secretário de Paes, Bethlem optou pelo salário maior de deputado – ou seja, só deveria ter direito a um rendimento bruto de 26 723,13 reais, equivalente a cerca de 18 000 reais mensais líquidos (Leia mais e ouça as gravações)".
Foto: O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ) em 2013 (Armando Paiva/Futura Press)