terça-feira, 17 de junho de 2014

CORONEL DA PM: QUER MUDAR O PAÍS? VAI LÁ E VOTA.




O comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo criticou os manifestantes e deu um conselho: Quer mudar o país? Vai lá e vota.
Qual a sua opinião sobre a fala do comandante-geral da PMESP?
"SITE 247 
16 DE JUNHO DE 2014 ÀS 18:41 
Rede Brasil Atual - O comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Benedito Roberto Meira, disse na última sexta-feira (13) que a corporação continuará agindo em protestos populares assim como fez na última quinta-feira (12), na zona leste da capital, durante ato contra a Copa do Mundo. "Quem tem que mudar são os manifestantes, eles é que têm que tomar uma postura diferente", afirmou, recomendando que as pessoas esperem as eleições para se expressarem politicamente. "Querem mudar o país? Dia 4 de outubro é o momento certo: vai lá e vota." 
Na rápida entrevista que concedeu a parte da imprensa na sexta-feira, Meira foi bastante questionado sobre a ação da PM. No dia anterior, policiais haviam reprimido duas manifestações em menos de duas horas. A primeira, nas redondezas da estação Carrão do metrô, sequer chegou a ocorrer: a tropa dispersou os poucos presentes ainda quando estavam se reunindo, e antes que intencionassem sair em passeata. Logo depois, PMs encurralaram uma concentração de duas mil pessoas em frente ao Sindicato dos Metroviários de São Paulo, no Tatuapé, impedindo que o protesto marchasse pela Avenida Radial Leste ou pelas ruas da região. (leia mais aqui.
Apesar de elogiar a ação de seus homens, o comandante da PM reconheceu pelo menos uma ocorrência de abuso policial durante a jornada. Ao comentar a foto em que um soldado espirra spray de pimenta no rosto de um manifestante rendido, desarmado e cercado por homens da PM, Meira assume o excesso: "Naquele momento em que o manifestante estava desarmado, imobilizado, a utilização do gás pimenta não era necessária", disse. Logo depois, porém, classificou os manifestantes reprimidos pela polícia como "bando de criminosos" e se disse "tranquilo e confortado" com a aprovação de moradores da região. "Aplaudiram a polícia, não os manifestantes." (Leiam mais)".

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