quinta-feira, 22 de maio de 2014

POLÍCIA CIVIL: PEZÃO ENFRENTA NOVA CRISE



Governo Pezão enfrenta crise na educação, na saúde, na defesa civil e na segurança pública.
O escândalo dos contratos superfaturados das viaturas da Polícia Militar, envolvendo diretamente o Secretário de Segurança Beltrame.
O Secretário de Defesa Civil, Coronel BM Simões, prestes a ser processado por abuso de autoridade contra os Bombeiros.
Além disso, os Policiais Civis fazendo paralisação.
É o caos completo.
"JORNAL O GLOBO 
22/05/2014 07:39:15
Policiais civis se reúnem com Pezão para decidir os rumos da greve 
Categoria resolveu fazer nova paralisação de 24 horas nesta quinta 
Policias civis vão se reunir nesta quinta-feira com o governador Luiz Fernando Pezão, no Palácio Guanabara, para decidirem os rumos da paralisação da categoria. Na noite desta quarta-feira, em assembleia no Club Municipal, na Tijuca, os agentes decidiram fazer nova paralisação de 24 horas. Os policiais reivindicam a incorporação ao salário da gratificação de R$ 850 paga a quem trabalha em delegacia legal, além de reajustes nos auxílios alimentação e transporte.
Após reunião com o governador, o grupo seguirá para a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, onde pretedem fazer uma manifestação.Na assembleia, os policiais votaram ainda pelo uso de tarja preta no braço, até que as reivindicações da categoria sejam atendidas, e a doação de sangue no Hemorio, no próximo dia 28. Além disso, eles pretendem distribuir panfletos, em diferentes idiomas, aos turistas que chegarem no setor de desembarque do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, no dia 6 de junho.
A categoria pediu ainda ao presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sindpol), Francisco Chao, que leve uma outra reivindicação ao governador: o fim das operações ostensivas (rondas), conhecidas como “repressões qualificadas”. Eles argumentaram que tal tarefa, seguindo os preceitos da Constituição Federal, cabe à Polícia Militar. Ao fim da reunião, ficou estabelecido ainda que, depois da conversa com Pezão, marcada para 8h, a comissão irá se reunir numa nova assembleia ao meio-dia na Cidade da Polícia, no Jacarezinho, para discutirem se prosseguem ou não com a greve.
O chefe de Polícia Civil, delegado Fernando Veloso, que se reuniu nesta quarta com representantes do Sindpol, disse que apoia a pauta de reivindicação da categoria.
Na tarde desta quarta-feira, cerca de 500 policiais fizeram uma manifestação em frente à Cidade da Polícia, no Jacaré. Eles fecharam por cerca de dez minutos a Avenida Dom Hélder Câmara.
O presidente do Sindpol, Francisco Chao, disse que o governo do estado havia prometido que faria a incorporação da gratificação da delegacia legal em nove vezes, terminando em agosto do ano que vem.
Segundo o sindicalista, a adesão ao movimento nesta quarta-feira foi de quase 100%. Ele ressaltou que os policiais não deixaram de comparecer às delegacias, mas apenas os casos de roubos de veículos, homicídios e ameças graves foram registrados. Já o Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil (Sinpol) estimou que 40% dos agentes foram trabalhar para registrar as ocorrências graves, como manda a lei. Segundo Fernando Veloso, a paralisação da categoria não provocou grandes transtornos, mas não revelou o percentual de policiais que aderiram ao movimento.
Nesta quarta-feira, o movimento nas unidades da Polícia Civil foi reduzido. Nas delegacias do Leblon e da Gávea, cartazes colados nas portas informavam sobre a paralisação. Segundo um inspetor de plantão na 10ª DP (Botafogo), a população colaborou.
Na segunda madrugada de greve da categoria, nesta quinta-feira, um incêndio atingiu, um galpão da Polícia Civil, na Zona Portuária. O fogo já foi controlado. O depósito, que fica na Rua Comandante Garcia Pires, esquina com a Avenida Francisco Bicalho, armazena sucatas de máquinas caça-níqueis. Não houve vítimas".

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