OS MILITARES PRESOS EM BANGU 1 E JOSÉ DIRCEU PRESO NA PAPUDA



Os militares estaduais do Rio de Janeiro, Bombeiros e Policiais Militares, que lutaram por melhores condições de trabalho e por salários dignos foram ilegalmente encarcerados nas solitárias da Penitenciária Bangu 1, isso por ordem do governo Sérgio Cabral.
Se não bastasse tamanha ilegalidade, uma tortura física e psicológica, o governo Cabral ainda praticou outra ilegalidade e os manteve incomunicáveis, nem os seus advogados puderam ter acesso a eles na penitenciária.
Ações próprias de um governo ditador, um governo que viola direitos e prerrogativas.
O Ministério Público foi informado.
O Poder Judiciário foi informado.
Comissões de Direitos Humanos foram informadas.
Até a Anistia Internacional foi informada.
Até hoje ninguém foi responsabilizado pelos crimes praticados contra os Bombeiros e os Policiais Militares.
Enquanto isso, José Dirceu, condenado pela sua participação no mensalão, goza de benefícios na Papuda.
"REVISTA VEJA
Mensalão
Benefícios na Papuda: filha de Dirceu usa carro oficial para furar fila e visitar o pai na prisão 
Joana Saragoça, filha do mensaleiro, usou carro da Subsecretaria do Sistema Prisional e foi prontamente recebida na entrada restrita a funcionários 
A filha do mensaleiro José Dirceu, Joana Saragoça, usou um veículo oficial para furar fila e visitar o pai, que cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. O carro em que Joana chegou ao presídio, na quarta-feira, é utilizado em operações sigilosas de Estado e foi conduzido pelo servidor da Sesipe (subsecretaria do sistema prisional) Wilton Borges. A informação foi divulgada nesta sexta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo. 
A bordo do veículo, a filha do mensaleiro não foi obrigada a enfrentar a longa fila de espera à qual os familiares dos demais detentos são submetidos – inclusive os que chegam de carro, como foi o caso. Joana, ao chegar à Papuda às 8h55 da manhã, foi prontamente autorizada a entrar no presídio, usando inclusive a entrada que seria restrita a funcionários. 
Os familiares de detentos "comuns" enfrentam até duas horas de burocracia e revistas até que sejam autorizados a ver os parentes. Ao menos 2.000 pessoas fazem fila diariamente no presídio em dia de visitas. O horário de entrada é restrito e dura somente das 9 horas às 16 horas. 
De acordo com a Folha de S.Paulo, ao menos uma visita ocorreu também numa quarta-feira, mesmo dia em que Joana foi flagrada entrando sem pegar fila, e causou mal-estar entre servidores da Papuda, que a apelidaram de "atendimento a domicílio" para familiares de Dirceu (Fonte).

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