BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES PADECEM NOS HOSPITAIS



O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro possuem unidades hospitalares: hospitais e clínicas. 
Isso é muito importante para categorias profissionais que seus integrantes arriscam a própria vida diariamente para proteger a população fluminense, além disso, contribui para diminuir a procura para os sobrecarregados hospitais públicos.
Infelizmente, o Hospital Central da Polícia Militar e o Hospital Central Aristrarcho Pessoa estão sobrecarregados e o atendimento está prejudicado.
Queixas não faltam.
A verdade é que a rede hospitalar das corporações não cresceu proporcionalmente com o aumento do efetivo de ativos e de inativos.
No caso da Polícia Militar a situação é mais grave em razão da violência que se instalou no Rio de Janeiro e em consequência do gigantesco aumento de efetivo que ocorreu no atual governo.
No passado recente fui informado que cada Policial Militar trás consigo três novos dependentes para o sistema de saúde da corporação. Penso que no Corpo de Bombeiros a relação seja equivalente.
Isso significa que a incorporação de 10.000 novos PMs sobrecarrega o sistema com 40.000 novos usuários.
Urge que o governo Pezão invista na recuperação do sistema de saúde do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, isso é o mínimo que deve ser oferecido para profissionais que arriscam a vida frequentemente. 

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