A COPA DO MUNDO E AS GREVES




A greve dos rodoviários, novamente, transforma a vida da população carioca em um verdadeiro sofrimento. Aliás, a vida dos usuários dos transportes públicos no Rio de Janeiro é um martírio diário. Os esforços das autoridades públicas para minimizar os problemas acabam sendo inócuos, indicando que sobram problemas e faltam competências.
No meio desse caos que se transformou a vida do cidadão fluminense, não posso deixar de lembrar a todos e a todas que as paralisações e as greves com a aproximação da Copa do Mundo de Futebol eram inteiramente previsíveis, portanto, os empresários e os governantes (federal, estaduais e municipais) deveriam estar plenamente preparados para tentar evitá-las por meio da negociação e para atenuar os seus efeitos negativos para a população em caso de efetivação.
Parece que somente ontem os empresários e os governantes tiveram conhecimento que será realizada uma Copa do Mundo no Brasil e que esse evento internacional estimularia as diferentes categorias profissionais para a realização de paralisações e de greves, isso como forma de pressionar os empresários e os governantes para a obtenção de salários justos e de melhores condições de trabalho.
Inúmeras categorias profissionais estão anunciando greves para antes e para durante a Copa 2014, só os empresários e os governantes não escutam?
A incapacidade de gerir os problemas é gigantesca e quem sofre com isso é o povo que fica privado de serviços indispensáveis para o bem estar social.
Urge que governantes e empresários acordem e que resolvam as pendências, basta de incompetência pública e privada. 
Não custa lembrar que em 2016 serão realizados no Rio de Janeiro os Jogos Olímpicos, por favor, previnam-se para evitar paralisações e greves.

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