INVESTIGAÇÃO: O PERIGO DA PRECIPITAÇÃO POR PARTE DA POLÍCIA E DA IMPRENSA



Investigar um fato requer uma série de boas qualidades, uma delas é a cautela, pois ao final os resultados podem  mostrar uma realidade muito diferente das primeiras observações.
Sem a devida cautela o investigador pode contribuir para uma formação de opinião errada sobre os fatos, isso em virtude das investigações serem comentadas com a imprensa, que acaba repercutindo uma informação falsa para a população.
O Coronel do Exército Paulo Malhães prestou depoimento para a Comissão da Verdade, quando confessou ter praticado de crimes. Na quinta-feira, dia 24 de abril, ele foi encontrado morto, isso após um assalto praticado em sua residência.
Logo se espalhou a ideia de que se tratava de uma queima de arquivo feita por "agentes da ditadura" e que ele tinha sido morto por sufocamento.
A notícia se espalhou pelas redes sociais.
Na Guia de Sepultamento consta que ele morreu de edema pulmonar, isquemia do miocárdio e miocardiopatia hipertrófica.
Qual é a verdade?
Só o final das investigações poderá apontar.
É preciso que a polícia e a imprensa tenham mais cuidado, isso em respeito à população que não pode receber informações precipitadas e que podem ser inverídicas.
Os Bombeiros e os Policiais Militares ao longo das mobilizações que se iniciaram no Rio de Janeiro em 2007 chegaram a ser acusados de "amotinados" pelo governo e pela imprensa, uma grande mentira.
Leia a matéria do Jornal do Brasil (Link).

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