SEGURANÇA: FRACASSO DE CABRAL, TRAZ EXÉRCITO DE VOLTA



O povo tem direito a ter uma segurança pública de boa qualidade.
A população não pode seguir aterrorizada em face da má gestão da segurança no Rio de Janeiro, portanto, respeitando a opinião dos "especialistas" que são contrários ao retorno do Exército Brasileiro, não percebo outra solução a curto prazo.
Além disso, parte significativa da população fluminense sempre cobrou o emprego das Forças Armadas no combate ao crime, embora essa missão não faça parte da destinação constitucional dos militares federais.
Reforça essa ideia as experiências exitosas do emprego das Forças Armadas na segurança pública do Rio de Janeiro, isso no passado recente.
O povo quer segurança, não importando quem propicie essa segurança.
"JORNAL O DIA 
22/03/2014 00:00:26 
Retorno de Exército às comunidades pacificadas divide especialistas
Solicitação de Cabral provoca opiniões distintas: fraqueza ou prevenção?
ATHOS MOURA , CHRISTINA NASCIMENTO , FELIPE FREIRE , MARCELLO VICTOR E VANIA CUNHA
Rio - O retorno do Exército às comunidades provoca opiniões distintas, entre especialistas em Segurança Pública. Se por um lado o momento de crise e afronta de criminosos merece uma ação mais ampla, o reforço também pode transparecer a fraqueza de alguns processos de ocupação.
“É um retrocesso. Sai da linha do planejamento e retorna ao campo da resposta imediata. Eles não podem passar a sensação de insegurança, então dão um passo atrás”, afirmou Ignacio Cano, coordenador do Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).
Outro especialista em Segurança Pública, o ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) Paulo Storani acha a atitude correta. “A melhor opção é a solicitação das Forças Armadas até que consigam debelar essa situação articulada, atípica. E existe a prevenção legal para solicitação em casos de desordem pública”, disse Storani. 
O Exército ajudou o governo do Rio no processo de pacificação no Alemão e na Penha, entre dezembro de 2010 e julho de 2012. Nesse período, a Força prendeu 263 pessoas e deteve outras 470. Também apreendeu 70 quilos de cocaína e outros 60 de maconha. Em 2008, quando ocupou o Morro da Providência, o Exército teve a missão de proteger o canteiro de obras do projeto Cimento Social. Na ocasião, eles também prenderam suspeitos e apreederam drogas, segundo registros na 4ª DP (Central) (Leiam mais).

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