NO RIO "PACIFICADO" DE CABRAL-BELTRAME, UM POLICIAL É MORTO A CADA 4 DIAS


 
O assassinato de policiais no Rio de Janeiro se transformou em uma tragédia social.
Só em 2014, 3 (três) Policiais Militares foram assassinados em serviço nas denominadas "comunidade pacificadas" de Cabral-Beltrame, as midiáticas Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs, isso é algo nunca antes visto na história da criminalidade no estado do Rio de Janeiro.
Diante do fracasso, pois a morte de policiais e a morte de inocentes são os principais parâmetros para avaliar o sucesso ou não de uma política de segurança pública, o governador Sérgio Cabral (PMDB) já deveria ter trocado o secretário de segurança pública há muito tempo, mas isso todos sabem que ele não vai fazer, o que ainda não se sabe ao certo é o motivo dele não poder exonerar Beltrame, embora as especulações sejam muitas.
Enquanto, Cabral não faz o que tem que fazer, a tragédia só aumenta, enlutando familiares e amigos de policiais.
Atualmente, a cada 4 (quatro) dias um policial é assassinado no "Rio Pacificado" de Cabral-Beltrame.
  "JORNAL O DIA
10/03/2014 07:41:44
PM da UPP do Caju é assassinado em Duque de Caxias
Titus Lucius, de 31 anos, foi reconhecido por assaltantes que faziam arrastão no município
Flavio Araújo
Rio - A cada quatro dias, um policial foi morto no Rio de Janeiro em 2014. O alvo mais recente da guerra foi o soldado Titus Lucius Bessa de Farias, de 31 anos, reconhecido por assaltantes que faziam um arrastão em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, neste domingo. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Caju, Titus estava há pouco mais de dois anos na corporação e é o 17º policial morto este ano no Rio.
O militar era morador de Caxias e foi abordado pelo bando que assaltava vários veículos na Rua Silva Fernandes, no bairro Parque Duque. Titus ainda tentou esconder pistola que carregava, mas os ladrões a encontraram e atiraram duas vezes na cabeça dele. O corpo do PM será enterrado nesta segunda-feira, às 15h30, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.
Na última quinta-feira, o soldado Rodrigo de Souza Paes Leme, de 33 anos, foi morto com dois tiros no peito quando fazia patrulhamento na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão, onde servia na UPP. Também na quinta, o soldado Wagner Vieira Cruz, 33, morreu no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, onde estava internado desde o dia 28 de fevereiro, quando foi baleado na cabeça em ataque de bandidos a militares da UPP Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha (Fonte).