sexta-feira, 28 de março de 2014

MA: GREVE NA POLÍCIA MILITAR



Os militares federais e estaduais sabem que o direito de greve não podem ser exercido por eles, embora a greve seja um direito de "todo" trabalhador.
Isso significa que uma paralisação só é desenvolvida por militares quando o governo não negocia ou quando insiste em pagar salários miseráveis para os militares.
A greve é o último recurso dos militares.
Os Policiais Militares e os Bombeiros Militares do Rio de Janeiro ensaiaram a eclosão de um movimento grevista exatamente por essas razões e o governo cedeu.
No Maranhão uma greve parece estar nascendo no seio da tropa da Polícia Militar, urge que o governo negocie com o movimento para que a população não seja prejudicada.
"PORTAL TERRA
A Polícia Militar do Maranhão deflagrou uma paralisação por tempo indeterminado em assembleia geral na noite desta quarta-feira (26). 
Ainda ontem, um grupo com cerca de 100 PMs acampou no estacionamento da Câmara municipal de São Luís. Mulheres e filhos dos policiais se juntaram ao grupo na manhã desta quinta-feira e mais policiais se juntam ao movimento na sede do parlamento municipal da capital maranhense.
A categoria alega que a governadora Roseana Sarney (PMDB) não cumpriu acordo feito em 2011 de reajuste e as condições de trabalho precárias. O Coronel Melo, que foi demitido do posto de Comandante do Policiamento do Interior após criticar o governo Roseana, afirmou que a governadora não investe em segurança pública e desvaloriza os profissionais que fazem a segurança do cidadão. “O aumento salarial, as condições de trabalho, fardamento, equipamentos são algumas das reivindicações das associações. É preciso que os governantes valorizem a categoria. A Polícia militar que tem o conhecimento para combater a criminalidade. Se o governo investe mais em segurança privada do que em segurança pública, certamente existe a desvalorização da categoria (Leiam mais)”.

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