GOVERNO ERRA E QUEM PAGA É A PM E OS PMs



O governo Sérgio Cabral (PMDB) segue pagando um preço altíssimo pela má gestão na área de segurança pública e os Policiais Militares seguem sendo responsabilizados, uns pagando com a própria vida, enquanto outros são atirados nos tribunais.
Nos dois primeiros anos, o governo Cabral adotou como política de segurança pública o "tiro, porrada e bomba" exclusivamente. No final de 2008, surgiu a política de "pacificação", a qual consumiu até a presente data um efetivo equivalente ao utilizado em vinte Batalhões de Polícia Militar. Os novos Soldados foram quase todos aplicados na "pacificação", o que enfraqueceu o policiamento ostensivo nas ruas do estado do Rio de Janeiro.
Obviamente, como é impossível ocupar a totalidade das comunidades com a alegada "pacificação", o "tiro, porrada e bomba" foi mantido na maioria das comunidades carentes com o aval de Cabral e Beltrame.
Os resultados todos conhecemos: tiroteio, balas perdidas, feridos e mortos.
O governo erra e quem paga é a Polícia Militar e os Policiais Militares.
No caso específico, sem dúvida, os Policiais Militares erraram na forma de condução da senhora que foi baleada na operação,  isso é fato, ninguém pode justificar o erro. Todavia, as viaturas da PM não são adequadas para esse tipo de socorro e o que ocorreu não foi intencional, vale destacar. O correto é que o socorro fosse feito por pessoal especializado e com o uso de uma ambulância, mas se a vítima morresse enquanto o socorro era aguardado, a culpa recairia nos PMs ou alguém duvida?
O que é certo é que se a política fosse realmente de "pacificação", a operação não teria sido realizada e não teríamos o resultado trágico.
"SITE G1: 
17/03/2014 14h26 - Atualizado em 17/03/2014 16h16
Moradores fecham via após enterro de arrastada por carro da PM no Rio
Protesto foi pela morte de mulher em operação da PM no domingo.
Manifestação fechou vias e terminou por volta das 16h10.
Um protesto interditou os dois sentidos da Avenida Ministro Edgard Romero, em Madureira, na Zona Norte do Rio, por volta das 14h25 desta segunda-feira (17), segundo o Centro de Operações. Os moradores protestaram pela morte de Cláudia da Silva Ferreira, que faleceu no último domingo (16), durante uma operação da Polícia Militar. A manifestação terminou por volta das 16h10 (Leiam mais)".