terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

TRÂNSITO - MUDANÇAS NO CENTRO DO RIO SÃO TRABALHO DE AMADOR


A cidade do Rio de Janeiro parou.
O prefeito Eduardo Paes conseguiu gerar engarrafamentos por toda cidade, em razão da sua desorganização no desenvolvimento das obras que quer fazer de qualquer jeito, não importando se  elas são ou não as prioridades da população fluminense.
Quem precisa de socorro em um hospital público e encontra o completo caos, jamais entenderá o dinheiro público gastos com a implosão da perimetral, por exemplo.
A população sofre até com falta de saneamento básico enquanto o prefeito quer revitalizar o Centro.
O prefeito parece adorar implosões, destruindo o que está pronto e funcionando, ao invés de investir nos serviços públicos básicos.
Soa como zombaria o pedido de Eduardo Paes, repetido por seus assessores diretos, para que a população faça uso dos transportes públicos, como se eles funcionassem adequadamente. 
O Centro virou um nó e um especialista sentenciou:
"Mudanças no Centro são trabalho de amador".
Eu concordo.
"JORNAL O DIA: 
18/02/2014 00:12:26 - Atualizada às 18/02/2014 01:00:53
Especialista: Mudanças no Centro do Rio são 'trabalho de amador'
Primeiro dia útil com o fechamento do Mergulhão da Praça 15 e proibição de carros na Av. Rio Branco tem trânsito travado e cariocas sofrem para chegar ao serviço
Rio - O prefeito Eduardo Paes previu na sexta-feira que a cidade iria parar ontem, no primeiro dia útil em que o Mergulhão da Praça 15 fechou. Ele acertou. Afinal, não era preciso ser vidente para saber que esta interdição, somada à mão dupla na Avenida Rio Branco, extinção da Perimetral e mudanças em diversas vias do Centro, faria o trânsito entrar em colapso. Durante a manhã, moradores de São Gonçalo, da Baixada e da Ilha do Governador, por exemplo, levaram mais de três horas para chegar ao Centro, e, em alguns casos, até o triplo do tempo normal. A volta para casa foi um pouco melhor, mas as filas nos terminais de ônibus eram maiores do que habitualmente. 
A Avenida Presidente Vargas parou durante toda a manhã em direção à Candelária e os engarrafamentos se estenderam pela Francisco Bicalho e Avenida Brasil, até a altura da Penha. Para evitar a Ponte, que também estava parada, os moradores de Niterói e São Gonçalo foram em massa às barcas. A concessionária CCR Barcas registrou um aumento de 33,5% no fluxo de passageiros até as 10h — na comparação com a média de segundas-feiras de fevereiro do ano passado. 
O secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório, disse que, nos próximos dias, a situação do trânsito deve melhorar e que a prefeitura está fazendo ajustes. “A volta para casa já foi melhor do que o período da manhã. Tivemos alguns problemas na Presidente Vargas e estamos estudando ajustes. Outra coisa que prejudicou foi a falta de sincronização nos sinais da Rio Branco. Isso já vai ser acertado. É claro que vamos continuar numa situação de contingência, mas dá para melhorar em relação ao que aconteceu neste primeiro dia”, analisou, agradecendo à colaboração das pessoas que deixaram o carro em casa e usaram o transporte público. 
Já o especialista em Mobilidade Urbana da Uerj, Alexandre Rojas, define as mudanças no Centro como “um trabalho de amador.” Para ele, a derrubada da Perimetral foi uma “insanidade”. “Agora não tem mais jeito. Tem que ir até o fim. E a população tem que se acostumar com isso. Não vai melhorar tão cedo”, prevê (Leiam mais)".

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