terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

SANTIAGO ANDRADE, CHICO BUARQUE, CAETANO VELOSO E MARCELO D2



No auge dos protestos realizados no Brasil no ano passado, diante da violência e dos atos de vandalismo praticados por grupos mascarados que foram apelidados de "Black Blocs", referência a grupos existentes no exterior, surgiu a ideia de proibir que pessoas com máscaras fossem proibidas de participarem dos protestos em algumas cidades.
Logo, integrantes da classe artística, defensores da liberdade total, se colocaram contra a ideia, demonstrando estarem divorciados do interesse coletivo e querendo impor os direitos do cidadão aos direitos de todos.
Criaram uma grande mobilização e as máscaras acabaram não sendo proibidas, pois parte da classe política e da imprensa também apoiaram os mascarados, que eram vendidos como sendo os defensores dos manifestantes contra a truculência da Polícia Militar, uma mentira pois eles tinham entre seus objetivos promover o enfrentamento com a instituição policial, além de realizar atos de vandalismo.


Os mascarados seguiram participando dos atos de protestos determinando dois efeitos:
- todo ato terminava em confronto com a Polícia Militar e com atos de vandalismo.
- o povo ordeiro, o cidadão que queria exercer seu direito de protestar de cara limpa, foi se afastando das ruas até os atos perderem inteiramente a sua força.
Na realidade os mascarados agiram como se fossem a favor dos maus governantes, daí surgiu a hipótese de que seriam patrocinados por tais governantes para agirem com violência nas ruas e para por um fim nos protestos que tanto os incomodava.
Nada ficou provado quanto a isso até hoje, continuamos no terreno das especulações, mas eles acabaram com os protestos, isso e fato.
O ano dos protestos, como está sendo conhecido 2014, começou com o povo tentando voltar às ruas e, mais uma vez, voltaram os mascarados para colocar a cidadania para correr.
Na quinta-feira passada os mascarados produziram a sua primeira vítima fatal, o cinegrafista Santiago Andrade da Rede Bandeirantes, o qual deixou viúva e órfãos.
É hora dos governantes colocarem um fim de uma vez por todas nos mascarados, reprimindo toda e qualquer pessoa que se infiltre nos protestos usando máscaras. 
A repressão deve ser materializada na vigilância constante, na busca pessoal, na plena identificação e no ato de evitar que se agrupem.
Os serviços de inteligência policial devem estar nos locais dos atos com bastante antecedência, filmando e fotografando a todos, para permitir futuras identificações, o cidadão de bem, o que protesta de cara limpa, não tem qualquer receio de ser filmado e fotografado.
A Polícia Militar deve dar o exemplo e identificar todos os seus integrantes, evitando o uso da balaclava.
Protestar nas ruas é um direito que deve ser exercido de forma organizada, ordeira e pacífica, se não atender a tais parâmetros não é protesto, mas desordem, devendo ser reprimido com a força policial usando dos meios necessários, os empregados no mundo todo.
Resta aos artistas que apoiaram os mascarados, nesse momento de dor prestarem solidariedade aos familiares e aos amigos do cinegrafista Santiago Andrade, isso deve ser feito e rápido.

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