quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

POLÍCIA CIVIL INVESTIGARÁ SE VIOLÊNCIA NOS PROTESTOS É FINANCIADA



Hoje será cremado o corpo do cinegrafista Santiago Andrade, profissional da Rede Bandeirantes que foi assassinado quando filmava um protesto na área da Central do Brasil.
A prisão dos responsáveis, obtida graças as imagens das redes de televisão e ao esforço dos policiais, trouxe de volta uma antiga denúncia no sentido de que pessoas estavam sendo pagas para participarem desses atos de protesto e para fomentarem a violência e o vandalismo.
As denúncias são graves e não podem continuar existindo apenas no plano das acusações, elas devem ser investigadas para que fique claro se existe tão financiamento ou não.
O certo é que a violência e o vandalismo afastaram o povo ordeiro das ruas e esvaziou os atos de protesto, o que só trouxe vantagem para os maus governantes que estavam pressionados cada vez mais com as manifestações populares, mas isso não significa que se existe o alegado financiamento, que ele parta dos partidos que apoiam os governantes, ele também pode ter origem na oposição, o que por si só seria uma tremenda burrice, pois tirou o povo das ruas, todavia não podemos esquecer que existem os radicais que pregam o uso da força.
É imprescindível uma apuração rigorosa, não podemos mais continuar sem saber o que é verdade e o que é mentira.
Pesâmes, mais uma vez, aos familiares e aos amigos do cidadão brasileiro Santiago Andrade.
"JORNAL O DIA: 
13/02/2014 00:20:12 
Polícia investiga se violência em protestos é financiada
Inquéritos apuram se organizações estão por trás de crimes em manifestações
ATHOS MOURA , CONSTANÇA REZENDE , HERCULANO BARRETO FILHO , JOÃO ANTONIO BARROS , MARCELLO VICTOR E PALOMA SAVEDRA
Rio - Uma força-tarefa de várias delegacias investiga se existem grupos organizados aliciando pessoas para praticar atos violentos em manifestações. Ontem, o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, garantiu que há diversos inquéritos instaurados — e interligados — para apurar as suspeitas e criticou o uso de máscaras em protestos. 
A declaração foi dada horas depois da prisão de Caio Silva de Souza, de 22 anos, indiciado por homicídio doloso (quando há intenção) qualificado e crime de explosão — o rojão que ele disparou na quinta-feira atingiu o cinegrafista Santiago Andrade, da Rede Bandeirantes, que morreu na segunda-feira. O setor de Inteligência da Polícia Civil também identificou Caio em imagens relacionadas a outros protestos: “Na análise de imagens, já foi identificada a participação do Caio em outros atos de violência ”, disse Veloso (Leiam mais)".

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