terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O ATAQUE À BASE DA UPP: O TESTEMUNHO DO SOLDADO QUE SOBREVIVEU



Os traficantes de drogas parecem não ter entendido o "processo de pacificação" que tem sido alardeado pelo governo Cabral com apoio da imprensa. Eles insistem em atacar os Policiais Militares nas "comunidades pacificadas", ferindo e matando esses heróis que trabalham nesses locais sem as adequadas condições de trabalho, tendo contêineres como bases, caixas feitas de material que não resiste ao impacto dos projéteis de arma de fogo.
O maior número de Policiais Militares mortos em serviço acontece exatamente onde o governo implantou a tal "pacificação" com a instalação das UPPs.
Leiam o relato de um Policial Militar que foi ferido no último ataque realizado por traficantes e que resultou na morte de mais herói, no caso, uma heroína:
"O DIA:
04/02/2014 00:09:30
'Pensei que ia morrer ali mesmo', diz PM ferido em ataque no Parque Proletário
Polícia faz operação em favelas do Rio, Baixada e Niterói após seguidos ataques em UPPs
FRANCISCO EDSON ALVES , GABRIEL SABÓIA , HERCULANO BARRETO FILHO E MARIA INEZ MAGALHÃES
Rio - Quando o soldado Marcelo Gilliard da Silva Miranda, de 32 anos, entrou no contêiner da UPP do Parque Proletário para beber um copo d’água, no domingo, começaram os tiros vindos de traficantes da favela. A reação dele foi se atirar no chão, para se proteger, enquanto os outros dois colegas que estavam no lado de fora revidavam os disparos. Mas não deu tempo.
Atingido na perna esquerda por um tiro de fuzil, Gilliard rasgou a calça, improvisou um torniquete para estancar o sangramento e pediu a Deus para não morrer. “Não sabia a gravidade do ferimento. Fiquei desesperado. Pensei que ia morrer ali mesmo. Pedi a Deus para não levar um tiro na cabeça”, relembra o soldado, internado no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, ainda sem previsão de alta (Leia mais).

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