domingo, 2 de fevereiro de 2014

GOVERNO CABRAL: TRAGÉDIA NA REDE ESTADUALDE ENSINO. MEIO MILHÃO DE ALUNOS DESAPARECEM


 
No Rio de Janeiro, quem tem filho matriculado nas redes municipal e estadual sabe a verdadeira tragédia que se transformou o ensino público. Uma situação que começa na desvalorização e na desqualificação dos profissionais da educação pública e que passa pelas condições de trabalho inadequadas, o que gera efeitos diretamente nos alunos, os quais ao lado dos funcionários públicos da área, são as grandes vítimas do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes, ambos do PMDB.
Não é com surpresa que leio sobre o "sumiço" de 500.000 alunos na rede estadual.
A escola pública proporcionada por Cabral e Paes não possui atrativos para os usuários do sistema público de educação.
Ninguém quer a escola pública que está diante dos nossos olhos.
Na verdade as escolas ainda funcionam graças aos esforços dos profissionais da educação pública e da insistência dos alunos na luta pela construção de um futuro digno para eles.
Sérgio Cabral e seus prepostos deixaram o governo do Rio de Janeiro em breve, isso para nunca mais voltarem, pois a população dará o troco nas urnas, não tenho dúvida.
"JORNAL O DIA
2 de fevereiro de 2014
MEIO MILHÃO DE ALUNOS SOMEM DA REDE ESTADUAL
Números encolhem 34,7% em seis anos. Secretaria alega que houve erro de registro
CHRISTINA NASCIMENTO
Rio - O governo do estado reduziu em meio milhão o número de matrículas no Ensino Básico entre 2006 e 2012. Na ponta do lápis, são exatos 516.471 mil alunos que deixaram de existir no banco de dados da Secretaria Estadual de Educação. Situação que coloca o Rio na condição de rede de ensino que mais diminuiu no país, em percentual de registro de alunos, neste período. A queda foi de 34,7%. O levantamento foi feito pelo professor Nicholas Davies, da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF).
“É preciso uma resposta. Para mim, esse número é um indicador de descompromisso do governo estadual com a educação”, afirmou o professor. A secretaria disse que há muitas explicações para o ‘sumiço’ dessas matrículas. E que não houve redução, ao contrário do que sugere o estudo (Leia mais)".

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