sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

RIO: A INSEGURANÇA CHEGA À ZONA SUL



A Copa do Mundo se aproxima rapidamente e com ela chegam a imprensa de todo mundo, além dos turistas nacionais e internacionais.
Não é segredo para ninguém que o governo Sérgio Cabral tentou montar um cinturão de segurança na Zona Sul e na Grande Tijuca sobretudo em razão da realização da Copa do Mundo. Ele e o secretário Beltrame saíram ocupando comunidades carentes existentes nessas  regiões com as famosas Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs e para isso transformam a formação dos Soldados da Polícia Militar em uma verdadeira linha de montagem e sem controle de qualidade.
As comunidades foram ocupadas, hoje, temos nas UPPs um efetivo ao equivalente ao efetivo de vinte Batalhões de Polícia Militar, uma verdadeira loucura.
O resultado era esperado: falta policiamento ostensivo, faltam Policiais Militares nas ruas do estado do Rio de Janeiro.
As ruas estão ficando cada dia mais inseguras, o noticiário diário confirma essa verdade.
O problema tem se agravado tanto que até na Zona Sul, região que fazia parte do corredor de segurança para os turistas que chegaram para a Copa, a situação está dramática.
"O GLOBO
Disparada da violência em bairros da Zona Sul leva moradores a pedirem reforço no policiamento.
Roubos aumentaram 209% no Flamengo e arredores, segundo dados do ISP de setembro .
Batalhão da área tem 350 policiais militares, o que representa um PM para cada 628 moradores (Leiam mais).
Não custa lembrar que o efetivo do batalhão da área citado na reportagem é a metade do efetivo empregado na UPP da Rocinha.
Obviamente, a segurança pública no Rio de Janeiro afronta a boa técnica de gestão de pessoal.

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