domingo, 26 de janeiro de 2014

POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL USA WHATSAPP PARA MELHORAR O SERVIÇO



Uma notícia muito interessante e que demonstra como o uso das redes sociais pode contribuir para a melhoria da prestação de serviço público para a população brasileira. O exemplo vem da Polícia Militar do Distrito Federal.
Leiam a matéria: 
TECMUNDO
Polícia Militar do DF usa WhatsApp para ajudar na investigação de crimes
Aplicativo é utilizado para agilizar comunicação entre policiais que usam redes de rádios distintas 
Por Fernando Daquino em 25 de Janeiro de 2014
O WhatsApp assumiu a liderança do mercado de serviços de comunicação móveis no Brasil pelo fato de promover trocas de mensagens de forma extremamente ágil. E tal característica tem feito a diferença inclusive em investigações policiais. Recentemente, segundo o site UOL, o comunicador ajudou a solucionar dois casos.
A Polícia Militar do Distrito Federal conseguiu prender um assaltante. Três bandidos assaltaram uma loja em Ceilândia. Na fuga, um dos meliantes acabou deixando o seu documento de identidade para trás.
O RG do criminoso foi fotografado por um dos policiais que atendeu à ocorrência, o qual compartilhou a imagem com seus colegas por meio de um grupo privado no serviço de comunicação. Pouco tempo depois, o suspeito foi reconhecido e detido por um dos participantes do chat.
A PM do DF também usou o WhatsApp como ferramenta de auxílio na propagação de informações em um caso de roubo de carro registrado em Taguatinga. Menos de três horas após o crime, o veículo já havia sido encontrado na cidade de Águas Claras graças a troca de mensagens pelo aplicativo.
Segundo o UOL, a utilização do serviço tem colaborado para superar um problema de comunicação interno na corporação policial da região. O sistema de rádio da Polícia Militar no Distrito Federal é segmentado em duas áreas: a de Ceilândia e a de Taguatinga. Assim, autoridades de um setor não recebem de imediato os comunicados enviados pela outra região.
"Com o WhatsApp, a informação chega na hora e ainda pode ficar armazenada", comentou o cabo André Luiz dos Santos. "O que antes era uma ferramenta de cunho pessoal, graças à facilidade para disseminar informações, serviu para melhoria do nosso serviço", complementou o soldado Rodrigo Gaspar.
Fonte: UOL Notícias

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