terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O "XERIFE DAS VANS" DE EDUARDO PAES É INVESTIGADO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO



O prefeito Eduardo Paes segue os passos do governador Sérgio Cabral, tido como seu orientador, até no tocante ao fato de ter seus assessores investigados, via de regra, por apresentarem um patrimônio incompatível com seus salários.
O próprio governador Sérgio Cabral, volta e meia, tem que explicar como comprou a sua casa de Mangaratiba.
Isso é péssimo, um estado (município) terem gestores investigados por enriquecimento ilícito. Isso depõe contra toda a classe política que acaba sendo alvo de uma generalização inevitável, levando à população ao entendimento que todo mundo é ladrão na política, o que não é verdade.
O investigado da hora é o "Xerife das Vans de Eduardo Paes"
O GLOBO 
MP investiga o ‘xerife das vans’ por evolução patrimonial suspeita 
Ele teria comprado imóveis com valor acima dos seus rendimentos 
SÉRGIO RAMALHO 
28/01/14 - 6h00 
RIO - O “xerife das vans”, como é conhecido o delegado Cláudio Ferraz, da Polícia Civil, está sendo investigado por suspeita de sonegação fiscal, evolução patrimonial incompatível com a renda e improbidade administrativa. Há nove meses à frente da Coordenadoria Especial de Transporte Alternativo da prefeitura do Rio, ele terá que explicar no Ministério Público Federal a compra, entre 2009 e 2012, de cinco propriedades, entre elas uma fazenda de 400 hectares em Minas Gerais, além de dois apartamentos e um terreno de 707 metros quadrados situado a duas quadras da Praia do Recreio dos Bandeirantes. Tudo pago em dinheiro e em valores muito abaixo dos cobrados no mercado.
Responsável pela investigação, o procurador da República Orlando Monteiro da Cunha enviou ofícios ao Ministério Público estadual e às corregedorias da Polícia Civil e Geral Unificada, solicitando a abertura de procedimentos para apurar paralelamente as suspeitas contra Ferraz. Um dos autores do livro “Elite da Tropa 2”, Cláudio Ferraz tem 20 anos de Polícia Civil e figura entre os delegados cotados para suceder a Martha Rocha na chefia da instituição. Ferraz ganhou notoriedade — e ameaças de morte — no período em que coordenou a Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco) e foi responsável por investigações que levaram à prisão de centenas de milicianos (Leia mais). 

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