quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A SECA NO RIO DE JANEIRO TEM NOME E SOBRENOME



O governador Sérgio Cabral gastou apenas 17% do previsto no orçamento para investir em saneamento básico. O orçamento destinava R$ 759 milhões para serem gastos em água e esgoto, mas Sérgio Cabral gastou apenas R$ 128 milhões, conforme o jornal O Globo noticiou.
Sérgio Cabral deve usar a mesma linha de raciocínio do ex-jogador de futebol Ronaldo, conhecido como fenômeno, o qual afirmou que Copa do Mundo não se faz com hospitais, mas sim com estádios.
Cabral deve achar que Copa do Mundo não se faz com saneamento básico, mas sim com estádios, tanto que nunca faltaram investimentos para as obras do Maracanã, as quais superaram em muito os valores previstos.
Além disso, o gigante do Maracanã é uma obra que todo mundo vê, enquanto os canos que conduzem água e esgoto ficam sob o pavimento, ninguém vê.
A sua torneira seca, cidadão fluminense, tem nome e sobrenome: Sérgio Cabral.

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