sábado, 14 de dezembro de 2013

O EFEITO ÂNCORA DE CABRAL NAS ELEIÇÕES 2014



Como Pezão se descolará de Cabral?
As eleições 2014 se aproximam rapidamente. 
Natal, Ano Novo, Carnaval, Copa do Mundo e Eleições. 
O tempo parece passar mais rápido nos nossos dias, mas tal impressão é o resultado dos nossos múltiplos afazeres. O mundo é mais dinâmico, temos mais tarefas e sobra pouco tempo. 
A informação passou a ser instantânea: aconteceu, está na internet. A velocidade da divulgação dos fatos contrasta com a morosidade do trânsito, cada vez pior no Rio de Janeiro.
O resultado da pesquisa divulgada essa semana revela que 80% dos entrevistados consideram o governo Cabral péssimo, ruim ou regular. Cabral conseguiu uma rejeição gigante e trouxe Pezão com ele, como não poderia deixar de ser, afinal Pezão é o vice, o segundo homem do governo. Ele inclusive exerceu o governo em várias oportunidades, quando o governador se ausentou do país.
Quem não lembra da farra dos guardanapos em uma dessas viagens.
O noticiário dá conta que Cabral vai sair do Palácio Guanabara. O momento da saída parece ainda indefinido, cada hora surge uma notícia diferente.
As pesquisas demonstram que o povo quer que Cabral deixe o Palácio Guanabara, isso o mais rápido possível. A presidente Dilma Rousseff quer, pois no Rio seu nome está colado também ao de Cabral, são aliados, isso pode ser a causa da sua aprovação aqui ser menor que a média nacional. Pezão precisa tentar se desamarrar de Cabral e até o filho do governador precisa que ele saia até abril de 2014, caso contrário não poderá concorrer.
Politicamente, o governador virou uma âncora, leva todos para o fundo.
Por mais que Pezão tente, não conseguirá se descolar.
O povo sabe: Cabral é Pezão. Pezão é Cabral. São irmãos siameses na política. Os dois irmanados levaram o estado do Rio de Janeiro ao estágio onde se encontra, coberto de lama.
Foto: Jornal Extra

Nenhum comentário:

Postar um comentário