segunda-feira, 30 de setembro de 2013

PM faz cordão de isolamento no entorno da Câmara de Vereadores.

Professores protestam no local e mantêm barracas montadas na lateral do prédio.


Policiais militares fizeram cordão de isolamento no entorno da Câmara de Vereadores, na manhã desta segunda-feira, onde cerca de cem professores das redes estadual e municipal fazem um protestos. No local, é permitido apenas o acesso de funcionários. Os PMs impedem, inclusive, a entrada de jornalistas na Casa. A Rua Alcindo Guanabara está interditada e cerca de cem manifestantes protestam com músicas e cartazes. Um dos painéis diz “Quem tem que ser expulso pela polícia são os políticos”, numa referência à retirada dos manifestantes do legislativo no sábado. O grupo mantém sete barracas montadas na lateral do prédio, dentro do cordão de isolamento. Segundo policiais, quem sai não pode voltar.

Às 14h, vereadores vão receber representantes do Sindicato Estadual de Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe) no auditório da Casa. A única solenidade marcada para esta segunda-feira foi adiada. Seria a entrega da medalha Pedro Ernesto ao delegado José Fagundes de Rezende.

A coordenadora geral do Sepe, Marta Moraes, criticou o fechamento da Câmara Municipal pela Polícia Militar.

— A rua é do povo, o espaço público é da população. O legislativo não pode ser ocupado peça PM. Dois carros da PM já estão lá dentro (da Câmara). É o estado de exceção no município do Rio — disse Marta.

No sábado, o grupo que ocupava o plenário da Câmara foi retirado do local pela polícia. Os professores afirmaram que a PM agiu de forma truculenta durante a reintegração de posse, e ainda usaram armas de choque e balas de borracha contra os manifestantes. Na manhã de domingo, o grupo de professores que ocupava o plenário voltou à porta da sede do Legislativo municipal. Os profissionais pedem participação na elaboração de um plano de cargos e salários para os docentes do município.

Segundo Marta Moraes, a polícia agiu de forma truculenta, na noite de sábado, quando entrou no plenário para retirar os manifestantes. De acordo com ela, além de os agentes não terem apresentado um documento legal com ordem de reintegração de posse, ainda usaram armas de choque e balas de borracha contra os manifestantes. Cerca de 20 professores registraram queixa por agressão na 5ª DP (Lapa). Dois docentes foram detidos e liberados em seguida.

Fonte: O Globo

Um país que trata seus professores dessa forma, não é um país de futuro !!!
 Espero que o bom senso prevaleça e que nossos professores tenham a sua tão sonhada dignidade salarial.

DESGASTADO, CABRAL FICA ISOLADO NO PMDB

Segundo o colunista Ilimar Franco, sua tentativa de eleger o vice-governador Luiz Fernando Pezão ao governo do Rio em 2014 já é motivo de piada no PMDB nacional





247 - A batalha de Sérgio Cabral por sua sobrevivência política, após onda de protestos no Rio de Janeiro, está cada vez mais solitária. Sua tentativa de eleger seu vice Pezão ao governo do Estado em 2014 já é motivo de piada no PMDB nacional. Leia na coluna de Ilimar Franco, do Globo:

A equação Cabral

A cúpula do PMDB não moverá uma palha para o governador Sérgio Cabral (RJ) virar ministro. O único aliado incondicional de Cabral é o líder na Câmara, Eduardo Cunha (RJ). No partido se avalia que a nomeação só acontece se for por iniciativa da presidente Dilma. Dizem que este desfecho também implica numa composição no Rio. Hoje, o PMDB e o PT têm candidatos ao governo.

Quem é o candidato?

Enquanto o governador Sérgio Cabral luta para melhorar sua imagem, abalada pelos protestos, e alavancar seu candidato, Luiz Fernando Pezão; no alto escalão do PMDB reina a indiferença. Alguns são contidos, mas a maioria deles define Cabral como “esnobe” e distante da vida partidária. Em viagem a Pernambuco, a presidente Dilma e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), conversavam sobre as eleições. Renan comenta: "Presidente, vamos ganhar no Rio, né?". Ela olhou para ele sobressaltada, mas não respondeu nada. Ao que Renan completou: "Lindbergh, nosso candidato, vai ganhar a eleição". Dilma deu uma sonora gargalhada.

Fonte: Brasil 247

- É Cabral, a coisa tá feia!

domingo, 29 de setembro de 2013

Manifestantes detidos na reintegração de posse da Câmara são liberados.



Os três detidos durante a reintegração de posse da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro foram liberados, no fim da madrugada desta domingo, segundo informações da 5ª DP (Mem de Sá). A reintegração da Casa, realizada por policiais militares, resultou em tumulto nesta madrugada. Com a ajuda do Batalhão de Choque, agentes estiveram no local para remover os professores em greve que ocupavam o Palácio Pedro Ernesto desde a quinta-feira. Durante o conflito, três pessoas foram detidas. Entre elas, um professor que seria cardíaco e que teria desmaiado após ser acertado por um teasear (arma de choque elétrico).

As prisões mobilizaram os manifestantes, que foram até a 5ª DP (Mém de Sá) pedir a liberação dos detidos, o que ocorreu na madrugada. Os manifestantes que estavam então na Rua Gomes Freire, em frente à delegacia, se dispersaram e liberaram a via.

O advogado da OAB Mário Pirana foi ao local para garantir as condições de trabalho dos advogados do Sindicato dos Profissionais de Ensino do Estado do Rio (Sepe) e pedir para que os feridos acompanhassem os advogados da ordem até algum hospital para conseguir um laudo médico que atestasse as violências sofridas.

Cerca de 20 manifestantes foram ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, para serem socorridos e fazerem boletins de atendimento médicos (BAM), após serem feridas durante a reintegração de posse da Câmara. Entretanto, segundo Rodrigo Mondego, advogado membro da Comissão de Direitos Humanos, muitas pessoas feridas preferiram voltar para casa ou seguir protestando em frente à 5ª DP.

O BAM é o primeiro passo para a efetuação de um exame de corpo de delito, necessário para as denúncias de violência policial. O biólogo Pedro Mattos era um dos feridos que estava no local aguardando o atendimento de uma amigo, que fora ferido pela mesma bomba que o atingiu, para voltar à 5ª DP com seu boletim. De acordo com Pedro, uma bomba de efeito moral foi responsável pelos ferimentos em suas pernas e por se sentir temporariamente surdo e cego.

— Estávamos fazendo um cordão humano na porta (da Câmara) enquanto policiais do Choque vieram em nossa direção. Os manifestantes sentaram no chão e os policias começaram a jogar spray de pimenta. Depois disso, vi um rojão que pareceu ser disparado pelos PMs. Então começaram as explosões de bombas e tiros de balas de borracha - contou.

Já o professor Felipe, que preferiu não dar o sobrenome, contou que foi agredido por policiais na escada do Palácio Pedro Ernesto.

— Foi um massacre! Levei soco e gás de pimenta na cara. Também vi gente sendo enforcada por policiais.
Ainda de acordo com o professor, os policiais não apresentaram nenhum documento legal para efetuar a reintegração de posse. A Polícia Militar informou, através de nota, que tentou “uma forma de entendimento, mas não houve acordo e a PM cumpriu a determinação da Justiça”. Ainda segundo a nota, a reintegração de posse e a retirada dos professores que ocupavam o Palácio Pedro Ernesto desde a última 5ª feira foi solicitada pelo presidente da Câmara dos Vereadores, Jorge Felippe (PMDB).

Pedido de urgência permanece

O líder do governo na Câmara, Luiz Guaraná, afirmou que não existe possibilidade de o prefeito Eduardo Paes remover o pedido de urgência para o projeto do plano de cargos e salários dos professores. Guaraná disse que apresentará na segunda-feira as as emendas do governo ao Sepe, caso todos os autores concordem. O vereador alegou que a ocupação do Sepe é política e visa a desgastar o prefeito.

- O projeto foi enviado para a Câmara com urgência justamente após acordo com o Sepe. O Parlamento é um lugar de debate. Há dez dias, não houve qualquer proposta concreta do Sepe. Não é impedindo o Parlamento de funcionar que a situação será resolvida - afirmou Guaraná.

A Casa estava ocupada desde quinta-feira em protesto ao pedido de urgência de tramitação de um novo plano de cargos e salários da categoria. Segundo o coordenador do Sepe, Alex Trentino, cerca de 180 manifestantes estavam no interior do Palácio Pedro Ernesto. Eles estavam abastecidos com água e comida, que chegavam a eles através de um elevador improvisado em um balde.

A assessoria da Câmara esclareceu ainda que não era necessário um novo mandado de reintegração de posse para a retirada dos manifestantes. Isso porque, segundo a Casa, quando o Legislativo foi ocupado por populares, que protestavam contra a composição da CPI dos Ônibus, a Justiça entendeu que a desocupação era autoaplicável, não dependendo do Tribunal de Justiça.

Fonte: O Globo

Lamentável a atitude e o tratamento que os professores receberam. Eles só estavam pedindo respeito e dignidade a uma classe esquecida pelos governantes.

sábado, 28 de setembro de 2013

PM chega à Câmara do Rio após ofício pedindo reintegração de posse

Segundo sindicato dos professores, polícia chegou por volta das 21h.
Membros do Sepe estão reunidos para decidir se deixam a Casa.


A Polícia Militar chegou por volta das 21h deste sábado (28) à Câmara Municipal do Rio de Janeiro para negociar a saída dos professores em greve que ocupam o local desde quinta-feira (26). Nesta tarde, a Câmara enviou ofício à PM pedindo ajuda para que fosse feita a reintegração de posse da Casa.

Por volta das 21h30, membros da coordenação do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) estavam reunidos para decidir se deixam ou não o plenário. A categoria tenta impedir votação da proposta do Plano de Cargos e Salários enviada pela Prefeitura do Rio. O projeto seria votado na quinta-feira, mas a sessão foi suspensa após a ocupação dos professores. A próxima sessão extraordinária está marcada para a terça-feira (1º).




Os professores da rede municipal entraram em greve no dia 8 de agosto e, após assembleia realizada na sexta-feira (27), na Cinelândia, ao lado da Câmara Municipal, decidiram pela manutenção da Casa e pela continuidade da ocupação do plenário.

"Entramos em greve no dia 8 de agosto por uma educação pública de qualidade. Temos uma pauta enorme que o governo sequer discutiu. A proposta enviada à Câmara prejudica a carreira de todos os profissionais da educação", afirmou Susana Gutierrez, coordenadora regional do Sepe.Professores da rede pública de educação votaram por unanimidade pela manutenção da greve.
"
Queremos a retirada desse projeto de plano de cargo do prefeito. Ele formulou a proposta de forma individual, não houve a discussão com o sindicato, apesar dele ter se comprometido a fazer esse debate com a direção do sindicato antes de encaminhar para a Câmara. De posse desse conteúdo, verificamos que esse plano não aponta para uma valorização da categoria", afirmou a coordenadora do Sepe Ivanete Conceição.
Fonte: G1

Estamos orgulhosos de estarmos participando de mais esta luta por dignidade. Parabéns aos nossos professores, pelo exemplo, ou melhor, pela aula cujo tema poderia muito bem se chamar: a luta democrática por justiça e respeito, para àqueles que são os pilares da educação. JUNTOS SOMOS FORTES!

OS INVESTIMENTOS DO COMANDANTE SIMÕES

Alerta aos Bombeiros! Secretário de Cabral compra cobertura na Barra da Tijuca

Coronel Sérgio Simões, o felizardo comprador de cobertura na Barra da Tijuca reservou para os bombeiros uma cela de Bangu 1
O coronel Sérgio Simões comprou por R$ 650 mil (declarados), uma cobertura na Barra da Tijuca, conforme documento registrado no 9º Ofício de Registro de Imóveis da Capital. Pela escritura, no dia de 6 de março de 2012, portanto quando já era secretário estadual da Defesa Civil, o comandante do Corpo de Bombeiros adquiriu o apartamento 2204, uma cobertura do bloco 2, na Rua Coronel Paulo Malta Resende, 180. Reparem que para despistar no documento consta "freguesia de Jacarepaguá", sem citar que fica na Barra, quando na verdade a rua faz esquina com a Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, na altura do motel Dunas.
Algumas perguntas se fazem necessárias. 

1ª Uma cobertura nesse padrão descrito na escritura, num condomínio com bosque, numa das áreas mais valorizadas do Rio de Janeiro custa só R$ 650 mil? 

2ª O salário de secretário de Estado dá para adquirir um imóvel nestas dimensões ou o coronel Sérgio Simões recebeu alguma herança? 

O nosso blog encontra-se à disposição do ilustre secretário de Sérgio Cabral para que possa informar o mecanismo pelo qual adquiriu esse belo patrimônio em área tão nobre do Rio. Afinal ele é um homem rigoroso, mandou para as celas de Bangu 1, os bombeiros seus subordinados que reivindicavam apenas melhoria de salário. Eles queriam apenas uma vida melhor, não estavam pedindo uma cobertura na Barra da Tijuca. 
Na marca vermelha a localização do condomínio onde o coronel Sérgio Simões comprou sua cobertura

R$ 650.000,00 ???

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Professores municipais mantêm greve após assembléia nesta sexta.



Os professores municipais decidiram, em assembléia nesta sexta-feira, manter a greve. O grupo ocupa a Câmara de Vereadores do Rio. Por volta de 12h30, cerca de 600 manifestantes interditavam as ruas Evaristo da Veiga e Alcindo Guanabara, entre o Amarelinho e a Câmara Municipal. A direção do Sindicato Estadual de Profissionais de Educação do Rio (Sepe-RJ) informou, no início da tarde desta sexta-feira, que está formando uma comissão que irá até a sede da prefeitura para tentar uma audiência com o prefeito Eduardo Paes.

Segundo o Sepe, 160 pessoas passaram a noite no plenário da Casa. Mais cedo, apenas cerca de 50 permaneciam no interior do prédio. Nesta manhã, a direção da Câmara cancelou as atividades que seriam realizadas na Casa. Estavam programadas uma audiência pública para discutir remoções e também uma solenidade, não divulgada. A presidência da Câmara divulgará uma nota anunciado quais as providências serão tomadas em relação à ocupação do plenário pelos professores em greve.

O grupo é contra o plano de cargos e salários da categoria, assinado pelo prefeito Eduardo Paes na última quarta-feira. Nesta quinta, após interrupção da sessão que votaria o plano, uma nova sessão foi marcada para a próxima terça-feira. No entanto, para a coordenadora do Sepe, Gesa Correia, não há previsão para o encerramento da greve. Ela afirmou que "na assembléia de terça-feira não será discutida a greve, que permanece por tempo indeterminado". A coordenadora destaca que a discussão será baseada nas emendas apresentadas ao plano de cargos e salários da categoria, que de acordo com Gesa, serão entregues para análise pelo líder do governo, Luiz Antônio Guaraná (PMDB).

O presidente da Câmara, Jorge Felippe (PMDB), concedeu entrevista coletiva no final da tarde desta quinta-feira, no Palácio Pedro Ernesto, e afirmou que a sessão será ainda em regime de urgência, e o projeto de lei poderá ser aprovado no mesmo dia. O presidente disse que a Câmara é a casa do povo e que não pretende tirar os docentes do local à força. O líder do governo, Luiz Guaraná (PMDB), se reuniu com representantes do Sepe para explicar as propostas do governo. A coordenadora do sindicato, Gesa Linhares, por sua vez, disse que se o projeto não for retirado de pauta a categoria irá manter a greve.

Durante toda a tarde desta quinta-feira, o clima foi tenso dentro e fora da Câmara de Vereadores do Rio. Dentro da Casa, o presidente Jorge Felippe (PMDB) foi obrigado a interromper a sessão que estava sendo realizada porque o plenário foi tomado por cerca de 300 professores que ocupavam as galerias em protesto contra a votação do texto do novo plano.

Já na área externa, cerca de mil pessoas participaram da manifestação em frente as escadarias do Palácio Pedro Ernesto e a Polícia Militar fez um cordão de isolamento para que apenas a imprensa e os funcionários da Câmara entrassem no Palácio Pedro Ernesto.

Por volta das 15h, um militar que fazia a segurança da Câmara passou mal e se dirigiu ao posto médico da Casa. Ele carregava uma bomba de gás lacrimogênio e, acidentalmente, acabou soltando a bomba, que estourou no local. Não houve grandes problemas, e a situação foi normalizada.

Reunião das comissões também tem nova data

Causadora de confusões, a reunião de quatro comissões que deu parecer favorável ao novo projeto de lei na última segunda-feira, foi cancelada pelo presidente Jorge Felippe e uma nova será realizada na próxima segunda-feira, entre 17h e 17h30m. O encontro teve de ser cancelado pois o vereador Jefferson Moura (Psol) entrou com mandado de segurança no Tribunal de Justiça pedindo o cancelamento da votação do plano de cargos e salários dos professores. Jefferson alega que a reunião das quatro comissões, na verdade, não foi realizada.

No pedido encaminhado à Justiça, Jefferson está anexando fotos que mostram os vereadores Prof. Uóston e Thiago K. Ribeiro, da base do governo, em um encontro com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), realizado na mesma hora da reunião das comissões em que os vereadores são integrantes.

O pedido do vereador Jefferson Moura se deve a uma manobra política que mexeu com os bastidores da Câmara do Rio nesta quinta-feira. Após o próprio vereador ter denunciado que o horário da reunião de representantes de quatro comissões para dar aval ao plano, realizada na segunda-feira, foi publicado nesta quarta em desacordo com o Regimento da Casa, uma nova publicação foi feita no Diário Oficial desta quinta, com um novo horário.

Fonte: O Globo

Quando essa novela da prefeitura municipal vai acabar!!! Os professores não estão pedindo esmolas, só estão querendo um pouco de dignidade à uma classe, que forma e educa nossos jovens ao futuro profissional. DIGNIDADE AOS PROFESSORES JÁ! 

Plano de carreira dos professores foi jogo de cena


Após a alteração na proposta de plano de cargos e salários realizada na noite de terça-feira (25), em reunião do prefeito Eduardo Paes com os vereadores da base aliada, os representantes da categoria no Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe-RJ) afirmaram que a medida é uma tentativa de driblar a tensão de forma momentânea entre os professores. A mudança seria votada em caráter de urgência nesta quinta-feira (26), mas a Câmara suspendeu a sessão graças à pressão dos grevistas.
Apesar do esquema elaborado por Paes, os professores afirmam que a nova proposta apresenta problemas bem evidentes e que continua não contemplando a totalidade dos servidores públicos de educação. Dessa forma, a greve será mantida até a sua retirada e a formulação de um novo plano que seja elaborado junto com a categoria.
Para um dos coordenadores gerais do Sepe, Alex Trentino, a estratégia também foi para conter questões políticas internas. “Houve um problema na base aliada, que ficou dividida, por conta de toda a gritaria e do peso que o movimento ganhou. A forma que ele encontrou de tentar minimizar o problema por agora foi aplicar as emendas. Mas nós não vamos aceitar”, explica Alex.
A também coordenadora Marta Moraes concorda com seu parceiro de sindicato e afirma que o plano ter sido elaborado apenas em conjunto com os vereadores que exercem apoio ao governo é algo a ser observado. “A gente (representantes do Sepe) não teve acesso às emendas. Foram 27 emendas, todas apenas da base aliada e nenhuma foi apresentada aos vereadores de oposição e nem aos professores. Foi direto para votação. Isso não faz sentido, é um esquema. Nós somos totalmente contrários a essa postura”, ressalta a coordenadora.
Marta Moraes ainda ressalta que as principais motivações para o desencadeamento da greve ainda permanecem após a elaboração do plano. “Os problemas centrais continuam: a falta de valorização por tempo de serviço, que a cada cinco anos você tem percentual de valorização do salário. (No atual plano) a pessoa que se aposenta depois de 25 anos, tem uma diferença de apenas 26% em relação a quem está começando na carreira. Fica ainda pior no caso dos funcionários administrativos, com valorização de 2,5% a cada cinco anos. Isso representa apenas 7% de valorização em relação a quem começa, após 30 anos de serviço. Então não é valorização”, explica a professora.
Alex concorda que as emendas não favorecem a causa da categoria, pois o plano é ruim em sua totalidade. “As emendas não vão melhorar o plano. Queremos que se construa um novo a partir do que reivindicamos”, reforça o professor, afirmando que o documento não foi analisado por nenhuma instância antes de seguir para votação direta na Câmara. “O absurdo é tão grande que o plano não tramitou na Câmara, nem passou pela Comissão de Educação”
Sobre o plano incluir gratificações dos profissionais de acordo com a formação, Marta ressalta que as emendas só contemplam os professores que exercem 40 horas semanais, isto é, menos de 10% da categoria. O plano ainda inclui problemas pedagógicos, como o descumprimento da lei federal que garante 1/3 da carga horária dos profissionais para o planejamento acadêmico. 
“Isso é uma postura extremamente autoritária, de não reconhecer a categoria organizada, fazer reunião apenas com os vereadores da bancada. Não entregam nenhum documento para o sindicato, nem para a comissão de base. Consideramos uma falta de respeito tremenda”, reclama Marta Moraes.
Os professores seguem na Câmara, onde será realizada uma audiência com o líder do governo na Casa, o vereador Guaraná, para rediscutir o plano de cargos e salários que tramita no plenário.
Mais cedo eles fizerem um novo protesto, que contou com figuras folclóricas como 'Jack Sparrow' e 'Batman'. Por sinal, Eron Moraes de Melo, de 32 anos, que foi detido na quarta-feira por se recusar a tirar a fantasia de Batman, voltou a apoiar a greve do magistério.
Fonte:JB

O novo plano visa conter os ânimos momentaneamente, apenas um paliativo que não atende aos anseios dos nossos professores. 

Sendo assim, continuaremos a lutar, pois para nós é uma grande honra apoiar efetivamente um movimento tão justo e importante para toda a nossa sociedade, porque estes profissionais, que lutam por uma melhor educação, precisam e merecem ser tratado com respeito e dignidade.

 

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Sessão para votação do plano de professores é interrompida por invasão ao plenário.



Cinco vereadores tentam negociar retirada pacífica dos docentes


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O clima é tenso dentro e fora da Câmara de Vereadores do Rio, devido a votação do plano de cargos e salários dos professores municipais, programada para a tarde desta quinta-feira. Dentro da Casa, o presidente Jorge Felippe (PMDB) foi obrigado a interromper a sessão que estava sendo realizada porque o plenário foi tomado por cerca de 300 professores que ocupavam as galerias em protesto contra a votação do texto do novo plano.

Já na área externa, ainda há cerca de 600 pessoas manifestando e a Polícia Militar fez um cordão de isolamento para que apenas a imprensa e os funcionários da Câmara possam entrar no Palácio Pedro Ernesto.

Os vereadores Renato Cinco (Psol), Jefferson Moura (Psol), Márcio Gárcia (PR) e Leonel Brizola Netto (PDT) estão neste momento reunidos com Jorge Felippe para tentar negociar uma forma de retirada pacífica dos docentes que ocupam o plenário. A princípio, todas as sessões estão suspensas até a próxima terça-feira.

Por volta das 15h, um militar que fazia a segurança da Câmara passou mal e se dirigiu ao posto médico da Casa. Ele carregava uma bomba de gás lacrimogênio e, acidentalmente, acabou soltando a bomba, que estourou no local. Não houve grandes problemas e a situação já está normalizada.

Vereador quer cancelar votação

O vereador Jefferson Moura (PSOL) está entrando com mandado de segurança no Tribunal de Justiça pedindo o cancelamento da votação do plano de cargos e salários dos professores, previsto para a tarde desta quinta-feira na Câmara de Vereadores. Jefferson alega que a reunião de quatro comissões, que deu parecer favorável ao projeto de lei na última segunda-feira, na verdade não foi realizada. Ele está anexando, ao pedido encaminhado à Justiça, fotos que mostram os vereadores Prof. Uóston e Thiago K. Ribeiro, da base do governo, em um encontro com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), realizado na mesma hora da reunião das comissões em que os vereadores são integrantes.

O pedido do vereador Jefferson Moura se deve a uma manobra política que mexeu com os bastidores da Câmara do Rio na manhã desta quinta-feira. Após o próprio vereador ter denunciado que o horário da reunião de representantes de quatro comissões para dar aval ao plano, realizada na segunda-feira, foi publicado nesta quarta em desacordo com o Regimento da Casa, uma nova publicação foi feita no Diário Oficial desta quinta, com um novo horário.

- Vou me reunir com o presidente da Casa (vereador Jorge Felippe) para pedir explicações sobre o caso. Eu, que sou membro da comissão de Orçamento, e o vereador Reimont (PT), presidente da Comissão de Educação, não fomos chamados para participar. E o regimento da Casa diz que a convocação para as reuniões realizadas após às 18h precisam ser publicadas em Diário Oficial com 24 horas de antecedência. Ontem (quarta-feira) saiu a ata da reunião dizendo que ela tinha sido realizada às 18h30m. Após o meu questionamento, o horário foi republicado hoje (quinta), passando para 14h30m - afirmou Jefferson Moura.

O parecer das quatro comissões é fundamental para que a votação do plano seja feita nesta quinta, como quer a base do governo. Sem o aval, o projeto de lei não pode ir a plenário.



Fonte: O Globo


Vereadores fazem manobra para votação do plano de cargos e salários dos professores.

Oposição vai cobrar explicações do presidente da Câmara


Uma manobra política está mexendo com os bastidores da Câmara do Rio na manhã desta quinta-feira, dia em que a base do governo pretende votar a nova versão do plano de cargos e salários dos professores. Após o vereador Jefferson Moura (PSOL) ter denunciado que o horário de uma reunião de representantes de quatro comissões para dar aval ao plano, realizada na segunda-feira, foi publicado nesta quarta em desacordo com o Regimento da Casa, uma nova publicação foi feita no Diário Oficial desta quinta, com um novo horário.

- Vou me reunir com o presidente da Casa (vereador Jorge Felippe) para pedir explicações sobre o caso. Eu, que sou membro da comissão de orçamento, e o vereador Reimont (PT), presidente da Comissão de Educação, não fomos chamados para participar. E o regimento da Casa diz que a convocação para as reuniões realizadas após às 18h precisam ser publicadas em Diário Oficial com 24 horas de antecedência. Ontem (quarta-feira) saiu a ata da reunião dizendo que ela tinha sido realizada às 18h30m. Após o meu questionamento, o horário foi republicado hoje (quinta), passando para 14h30m - afirmou Jefferson Moura.

O curioso é que durante à tarde de segunda-feira, no novo horário que foi publicado, pelo menos dois vereadores - Professor Uóston e Thiago K. Ribeiro, ambos do PMDB e membros de comissões que assinaram presença na reunião - também participaram de um encontro com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) na própria Câmara.

O parecer das quatro comissões é fundamental para que a votação do plano seja feita nesta quinta, como quer a base do governo. Sem o aval, o projeto de lei não pode ir a plenário. Dezenas de professores já estão nos arredores da Câmara para acompanhar a votação.

Fonte: O Globo

E CONTINUA O DRAMA DOS HERÓIS DA EDUCAÇÃO





Rio247 – Após reunião com os 32 vereadores do Rio, o secretário da Casa Civil da cidade do Rio, Pedro Paulo Carvalho, anunciou nesta terça-feira (24) que a prefeitura decidiu alterar o plano de cargos e salários dos professores. A proposta deverá ser votada ainda nesta semana pela Câmara dos Vereadores em regime de urgência. A principal  mudança consiste no nivelamento do valor hora/aula dos docentes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental com os do 6º ao 9º, o que implicará num investimento de R$ 3 bilhões nos próximos cinco anos, beneficiando 40 mil profissionais de acordo com o dirigente.
No entanto, o impasse entre professores e prefeitura não está totalmente resolvido. Isso porque o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) alega que o benefício atinge somente 7% da categoria, que explica, por exemplo, o porquê de os magistrados não quererem a votação em regime de urgência. "É um projeto de destruição da nossa carreira", declarou coordenadora do Sepe, Susana Gutierrez, ao G1 Rio de Janeiro.
Após a Prefeitura do Rio afirmar, por meio de nota, que não haverá mais reuniões com a categoria diante de uma postura "partidarizada e instrasigente" do Sepe, diretora do sindicato Ivanete Conceição rebateu: "O desrespeito está representado aqui na base do governo. A prefeitura foi intransigente, não nós", disparou.
Por sua vez, o vereador oposicionista Reimont (PT) disse que a oposição atuará de duas formas. "Enquanto apresentamos um substitutivo (na Câmara Municipal), que não retira o projeto do regime de urgência, vamos tentar entrar com uma liminar na justiça para impedir que ele seja votado, questionando a constitucionalidade do projeto", afirmou.
Diante do impasse, vale ressaltar que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) derrubou a liminar do Sepe, cuja finalidade era impedir o desconto salarial dos professores da rede estadual que faltaram por conta da greve. Os desembargadores também mantiveram multa de R$ 300 mil por dia de falta ao sindicato.
Por outro lado, de acordo com informações da Secretaria de Estado de Educação, somente 662 dos 91 mil servidores da rede faltaram ao trabalho. A categoria pede reajuste salarial de 28%, enquanto o governo ofereceu 8%. Outras reivindicações são a atuação de professores em apenas uma unidade escolar e respeito ao plano de carreira.
Fonte: Brasil 247

 O drama dos professores, que lutam por dignidade, parece até um filme de terror! As propostas da prefeitura não atendem aos profissionais da educação e o problema se arrasta pelos dias que se passam.
Lamentamos muito o tratamento dispensado aos professores pelo prefeito da nossa cidade. DIGNIDADE AOS PROFESSORES JÁ!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Paes se reúne com vereadores para discutir demanda de professores.

Objetivo era debater plano de cargos e salários da categoria.
Professores ocupam prédio da Câmara Municipal do Rio.



O prefeito do Rio, Eduardo Paes, se reuniu na noite desta terça-feira (24) com 32 vereadores no Palácio da Cidade, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, para discutir o projeto de lei que estabelece o plano de cargos e salários de profissionais da Educação. O objetivo do encontro era chegar a um consenso e discutir emendas ao projeto. A assessoria da Câmara Municipal confirmou ao G1 que o presidente da Casa, Jorge Felippe (PMDB) participou da reunião.

Os vereadores apresentaram 17 emendas ao projeto de Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), enviado no dia 17 de setembro à Câmara Municipal. Entre as duas mais importantes estão a gratificação de acordo com a formação para profissionais de Educação, exceto professores; e a equiparação de professores de nível 2 aos de nível 1. As medidas atingirão 40 mil profissionais ativos e inativos e terão impacto de R$ 3 bilhões na folha de pagamento nos próximos cinco anos. As informações são do secretário da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho.

O líder do governo na Câmara, vereador Guaraná (PMDB), também esteve reunião e, por isso, não compareceu ao encontro marcado com representantes da categoria no Palácio Pedro Ernesto. Um grupo de professores compareceu à sessão plenária na tarde desta terça-feira e permaneceu no prédio ocupando uma galeria e a área de imprensa.

"Nós só vamos sair daqui depois de conversar com o vereador Guaraná", disse Marta Moraes, coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe).

Por telefone, o vereador Guaraná informou ao G1 que está "sofrendo pressões de todos os lados" e tenta intermediar uma negociação entre o governo municipal e a categoria. "Eles passaram seis horas comigo ontem [segunda-feira]. A minha prioridade agora é resolver o problema e não falar com eles. Já ouvi o que eles tinham para dizer. Agora, o que nós precisamos é de uma solução", disse.

Audiência termina sem acordo

A audiência entre membros do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) com vereadores e a presidência da Câmara acabou sem acordo na tarde de segunda-feira (23). O líder do governo, Luiz Fernando Guaraná, disse que o plano de cargos e salários será mantido no regime de urgência da Câmara de Vereadores. Com isso, a proposta poderá ser votada a qualquer momento. O Sepe alega que a proposta cobre apenas 7% da categoria.

A prefeitura do Rio informou nesta segunda que decidiu encerrar as negociações com professores da rede municipal, que retomaram a greve na sexta-feira (20). Em nota ao G1, a prefeitura diz entender que as negociações devem acontecer no âmbito do parlamento, já que a proposta do plano de carreira da educação foi enviada à Câmara no dia 17 de setembro. Segundo a nota, por determinação do prefeito Eduardo Paes, não haverá mais reuniões com representantes do Sindicato dos Profissionais de Educação (Sepe).

O sindicato, por sua vez, não aprovou o plano de carreira elaborado e enviada pela prefeitura ao parlamento. A exigência do Sepe é a retirada imediata da proposta enviada à Câmara Municipal. O projeto não beneficia 93% da categoria, segundo o sindicato. "É um projeto de destruição da nossa carreira", disse Susana Gutierrez, coordenadora do Sepe, durante ato na orla do Leblon, Zona Sul do Rio, no domingo (22).

No comunicado, a prefeitura diz que decidiu encerrar as negociações diante da postura "partidarizada e intransigente" do Sepe. A nota nega ainda que uma reunião entre representantes do governo municipal e do sindicato esteja marcada para esta segunda-feira (23).

Ivanete Conceição, diretora do Sepe, estava desolada com o resultado da reunião com os vereadores. "O desrespeito está representado aqui na base do governo. A prefeitura foi intransigente, não nós", disparou, ao saber da nota da prefeitura.

O vereador Reimont( PT) diz que os vereadores de oposição farão dois movimentos cruzados: um dentro da câmara e outro na justiça. "Enquanto apresentamos um substitutivo, que não retira o projeto do regime de urgência, vamos tentar entrar com uma liminar na justiça para impedir que ele seja votado, questionando a constitucionalidade do projeto", disse o vereador.

TJ-RJ suspende liminar

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) derrubou a liminar do Sindicato dos Profissionais de Educação (Sepe) que impedia desconto no salário de professores da rede estadual faltosos, por conta da greve. Os desembargadores também mantiveram multa de R$ 300 mil por dia de falta ao sindicato.

A Secretaria de Estado de Educação informou que apenas 662 dos 91 mil servidores da rede faltaram ao trabalho. A pasta afirma ainda que já se reuniu cinco vezes com o Sepe desde o início da greve, em 8 de agosto.

A rede estadual exige reajuste salarial de 28%, mas o governo concedeu apenas 8%. Outras reivindicações são a atuação de professores em apenas uma unidade escolar e respeito ao plano de carreira. "A meritocracia vai de encontro ao plano de carreira", explica Marcelo Santana, coordenador do sindicato na capital.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Professores protestam no plenário da Câmara de Vereadores.

Sindicato afirma que líder do governo havia se comprometido a discutir plano de cargos e salários.


Há mais de uma hora e meia ocupando o plenário da Câmara de Vereadores após o cancelamento da sessão por falta de quórum, um grupo de cerca de 70 professores ainda não tem previsão de deixar o local. O vereador Luiz Carlos Ramos, da base do governo, tenta negociar a retirada, porém ainda não conseguiu acesso. A informação é de que um grupo de vereadores está reunido com representantes do governo nesta tarde para avaliar uma série de emendas ao plano de cargos e salários da categoria. A ocupação segue pacífica.
O grupo ocupa as duas galerias do plenário da Câmara de Vereadores, no Centro da cidade, e gritam palavras de ordem contra o prefeito Eduardo Paes. A manifestação seria uma resposta ao não comparecimento à Câmara do líder do governo, vereador Luiz Antonio Guaraná (PMDB). Segundo representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe-RJ), Guaraná teria se comprometido a ir nesta terça no Legislativo para discutir o plano de cargos e salários da categoria.

Além dos professores que ocupam o plenário, há um grupo grande de docentes do lado de fora da Casa. Nesta segunda-feira, a prefeitura informou, por meio de nota, que não negocia mais com o Sepe-RJ enquanto a categoria mantiver a greve.

Desconto de salário

A Secretaria estadual de Educação informou nesta terça-feira que vai descontar os dias não trabalhados dos professores da rede estadual de ensino que aderiram a greve. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio manteve a liminar que declarou ilegal a greve dos professores da rede estadual, e também foi derrubada outra liminar que impedia o governo de punir os grevistas com o corte de ponto. O desconto do salários valerá, segundo a secretaria, a partir da publicação do acórdão pelo Tribunal de Justiça, o que deve acontecer nesta quarta-feira. O Sindicato Estadual dos Professores (Sepe) entrará com recurso contra as decisões.


Fonte: O Globo
 

SOS Educação - Email recebido

Prezado Vereador,

a nossa indignação diante de tudo que esta gestão da SME vem fazendo com a categoria não tem fim. A falta de diálogo levou a esta GREVE forte, pois a força do nosso movimento é proporcional à nossa indignação e à intransigência deste governo em ouvir e negociar com a nossa categoria.

Depois dessa GREVE, nada será como antes dentro de nossas escolas. Estaremos atentos a cada passo do prefeito, da Secretária de Educação e dos vereadores. Se algum VEREADOR ousar discursar enaltecendo esta gestão da SME ou votar contra os profissionais da Educação, levaremos estes discursos para serem desconstruídos com os nossos alunos e seus responsáveis. Estaremos de agora em diante acompanhando as votações e os discursos dos vereadores na CMRJ. O FUNDEB e a legislação farão parte de nossas aulas.

Com relação ao PLANO DE CARREIRA do governo, gostaria de esclarecer alguns pontos:

1) O Chefe da Casa Civil Pedro Paulo Carvalho Teixeira, em entrevista ao jornal O Dia, falou sobre o PCCS. Vejamos:

"Não estamos escondendo que queremos que os professores fidelizem a rede municipal do Rio"

Mas eu só trabalho nesta rede - sou 46 horas (30 horas + 16 horas) e não faço dupla nem tripla!!! Trabalho mais que um professor de 40 horas e não terei os meus direitos respeitados na proporcionalidade na minha carga horária. Não quero abrir mão destas 6 horas de trabalho e sim receber o proporcional em horas-aulas e nos meus direitos.

"Ninguém perde com esse plano de cargos e salários"

Isso não é verdade!!! Eu estou perdendo sim!!! Trabalho em escolas de DIFÍCIL ACESSO e com este plano a minha gratificação de DIFÍCIL ACESSO irá passar de 15% para 10%. Enquanto um professor de 40 horas lotado na mesma escola que eu irá ganhar 15% de gratificação, eu com as minhas 46 horas irei receber apenas 10%. Isso é justo ou razoável??? Lembrando que o AUXÍLIO TRANSPORTE de R$121,00 é igual para TODOS - seja o professor de 16h ou de 40h.

Parece que a SME se empenhou em elaborar um plano para destruir a EDUCAÇÃO e tentar dividir a categoria, num momento em que estamos resgatando laços de solidariedade e união numa luta unificada de todos os profissionais da EDUCAÇÃO.

"O plano é tão bom que se todos migrassem agora para as 40 horas a Prefeitura do Rio quebrava"

Esse PCCS do governo é uma plano de promessas, de um futuro incerto, para um grupo pequeno ainda. Ou seja, é uma promessa para os próximos governos cumprirem. Se os professores de 40 horas são uma minoria (embora exista professor de 40 horas que não tenha se sentido contemplado devido às exigências das pós serem da área de EDUCAÇÃO e pela pouca diferença entre os níveis de enquadramento da pós), então este foi um PLANO DE CARREIRA destinado aos PROFESSORES DE 40 HORAS pois o restante de professores e funcionários não foram contemplados com valorização e melhorias nas suas carreiras. Vai tudo continuar como antes ou até pior para os professores de 16h, 22h30 e 30h. E a migração para 40 horas não está aberta para todos pois a SME irá determinar os critérios e as datas. Se este foi um PLANO DE CARREIRA apenas para os professores de 40 horas, o que foi então para os professores de 16h, 22h30 e 30 horas? Um plano de DEMISSÃO "VOLUNTÁRIA"?

2) Art. 25: "Ficam mantidas as atuais jornadas dos profissionais ocupantes dos cargos integrantes do Quadro de Pessoal do Magistério, resguardado o direito de opção na forma do art. 27"

As atuais jornadas dos professores são abusivas pois não respeitam o 1/3 de PLANEJAMENTO previsto da LEI FEDERAL nº 11738/2008!!! Este PCCS sequer menciona esta LEI , o PARECER do MEC já homologado (PARECER CNE/CEB nº 18/2012) e a divisão do tempo de planejamento dentro da escola (HTPC - HORÁRIO DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO) e em local de livre escolha (HTPLE - HORÁRIO DE TRABALHO PEDAGÓGICO EM LOCAL DE LIVRE ESCOLHA).

Da maneira como esse PCCS está redigido e omitindo informações e leis altamente relevantes da nossa carreira, fica a impressão que o projeto da SME é transformar este professor PEF num POLIVANTE ESCRAVIZADO dentro da escola nas 40 horas, pronto para assumir qualquer turma na hora em que for solicitado. Para que isso não aconteça, a especialidade do PROFESSOR precisa ser respeitada, assim como a sua carga horária dentro dos padrões minimamente determinados pela LEIS FEDERAIS. Uma LEI MUNICIPAL e um PLANO DE CARREIRA elaborado em pleno 2013, com anos de atraso, não pode ainda por cima errar sendo mais conservador e retrógrado do que deveria e do que é aceitável nos dias de hoje e contrário às LEIS vigentes.

3) Da maneira como as regras deste PCCS foram amarradas, parece que não haverá impacto financeiro nenhum para a prefeitura, pois tirou gratificações de alguns e para outros poucos não irá dar tudo que merecem pela sua formação. E ainda por cima, se o governo continuar descumprindo a LEI FEDERAL nº 11738 (1/3 de PLANEJAMENTO), estará fazendo economia e explorando a mão de obra do professor de 40 horas, pois a cada dois professores de 40 horas, economiza um de 16 horas. Enquanto os professores de 40 horas têm 1/5 de PLANEJAMENTO, os de 16 horas têm 1/4. Parece que ainda estamos longe deste 1/3 da LEI FEDERAL.

Por isso, Vereador, peço o seu VOTO para barrar este PLANO DE CARREIRA que a categoria não aceita. Saímos da GREVE para que o SEPE integrasse o GT do PCCS quando este ainda estava no PODER EXECUTIVO e o governo descumpriu esta promessa com a nossa categoria. Sabemos das limitações das EMENDAS num projeto de lei que compete ao PODER EXECUTIVO elaborar e enviar à câmara para ser votado. Queremos este PCCS refeito com a participação do SEPE lá na SME pois isso foi o combinado conosco e por isso saímos da GREVE. O nosso retorno à GREVE se deve a essa postura autoritária e desleal da SME com a nossa categoria. Quem esperou anos por um PLANO DE CARREIRA, espera um pouco mais para que ela saia atendendo os nossos anseios e as nossas reivindicações e respeitando a participação do nosso sindicato neste processo, conforme o previsto no artigo 8º da nossa CONSTITUIÇÃO.

Conto então com o seu apoio para barrar este PCCS na câmara e também com a sua assinatura para a abertura da CPI do FUNDEB.

Desde já agradeço a atenção,

Professora Cristiane Ferreira (9ª CRE).

PREFEITURA DO RIO CESSA NEGOCIAÇÃO COM PROFESSORES EM GREVE

Rio de Janeiro - A prefeitura do Rio cancelou a reunião que estava marcada para esta segunda-feira (23) com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe-RJ) para negociar o fim da greve dos professores municipais, retomada na sexta-feira (20). )

Em nota, a prefeitura informa que fez “cerca de dez” reuniões com o sindicato, com a presença do prefeito Eduardo Paes em três delas, e que cumpriu todos os pontos acordados com a categoria, “inclusive o de enviar o Plano de Cargos Carreiras e Remuneração para a Câmara de Vereadores”, entregue no dia 17.

“A prefeitura entende que, a partir de agora, a negociação e o debate devam ocorrer no âmbito do Parlamento. Sendo assim, por determinação do prefeito Eduardo Paes, não há nenhuma reunião com o sindicato prevista para esta segunda-feira”, diz a nota.



A prefeitura acusa o Sepe-Rj de manter uma postura “partidarizada, intransigente e fechada ao diálogo” e informa que decidiu não negociar enquanto a categoria permanecer em greve. O governo municipal também pede que os professores retornem ao trabalho, “tendo em vista os ganhos obtidos nas negociações e o prejuízo causado aos alunos da rede municipal por mais dias sem aula”.

A coordenadora-geral do Sepe-RJ, Marta Moraes, lembra que o acordo assinado com o prefeito previa a participação do sindicato na elaboração do plano de cargos, o que não ocorreu. “Ele [o prefeito] rasgou o que ele próprio assinou, ele não aceitou as propostas do Sepe para o plano de cargos, entregou direto para a Câmara de Vereadores e deixou 90% da categoria de fora”, diz.

Quanto à decisão da prefeitura de desmarcar a reunião, Marta diz que o sindicato vai continuar pressionando para que o diálogo seja retomado. Durante a tarde de hoje, diretores do sindicato conversaram com vereadores sobre o plano apresentado pela prefeitura. “Vários vereadores se mostraram abertos às reivindicações da categoria, mas o líder do governo [Luiz Fernando Guaraná] disse que o prefeito não vai retirar o projeto apresentado”. A proposta da prefeitura será votada em regime de urgência.

Os profissionais da educação do município fazem assembleia na sexta-feira para decidir os rumos da greve. “Se a greve continuar, a culpa é do prefeito, que não quer dialogar”, diz Marta.

Fonte: Brasil 247

Parece que o prefeito Eduardo Paes adotou mesmo o estilo Cabral de governar, recusando o diálogo e medindo forças com os trabalhadores honestos. Mas a caravela de Cabral naufraga com velocidade estupenda aos olhos de todos. Será que o prefeito seguirá a mesma receita de derrota do seu companheiro governador? Esperamos que Paes tenha bom senso e atenda os nossos professores, que como já dissemos, têm nos dado uma aula prática de cidadania.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Professores municipais percorrem Câmara pedindo apoio aos vereadores.

Categoria busca mudança no plano de carreira proposto pela Prefeitura na semana passada.

  

Os profissionais de educação da rede municipal percorrem na tarde desta segunda-feira (23) os gabinetes dos vereadores na Câmara Municipal do Rio, na Cinelândia. O objetivo é conseguir apoio dos políticos e a não aprovação da proposta do plano de carreira apresentada pela Prefeitura na terça-feira passada (17). De acordo com os profissionais, o documento não contempla todas as reivindicações da categoria e diz respeito a menos de 10% dela. 
Ainda na tarde desta segunda-feira, após a ida à Câmara, os profissionais se reúnem com representantes da Secretaria Municipal de Educação e com o secretário Municipal da Casa Civil, Pedro Paulo, para levar o resultado do encontro com os vereadores e rediscutir a proposta do plano de carreira e salários. 
Greve na rede estadual segue sem perspectiva 
Já os profissionais da rede estadual de ensino terão nova assembleia na quinta-feira (26/9). Eles vão decidir os rumos da greve e as reivindicações da categoria, que incluem o pedido de aumento salarial de 20% e melhores condições de trabalho. Até o momento, o governo não esboçou nenhuma predisposição ao diálogo com os profissionais, que seguem sem respostas da Secretaria Estadual de Educação.
Manifestação no domingo (22) passou pela casa de Cabral 
Uma manifestação tomou conta da orla  da zona sul da cidade neste domingo (22). Cerca de 150 profissionais das redes estadual e municipal do Rio caminharam em frente à rua onde mora o governador Sérgio Cabral, no Leblon. O ato seguiu até Ipanema. A coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe-RJ), Susana Gutierrez, disse que a manifestação teve o objetivo de mostrar a pauta de reivindicações à população. “O prefeito Eduardo Paes vai à imprensa, a todo instante, dizer que os alunos são prejudicados com a nossa greve. Mas nossos alunos já são prejudicados porque não têm direito a uma educação de qualidade”, ressaltou ela.
Fonte: JB
Segue abaixo o link do plano de carreira sugerido pelo Sepe-RJ.
O apoio incondicional do Jornalista Ricardo Boechat aos professores.

http://www.youtube.com/watch?v=F7mPbTocLZM&feature=youtu.be

"Governador pacificou a Rocinha como na Alemanha. Só falta câmara de gás"




Uma comunidade abandonada pelo poder público durante décadas, dominada pelo tráfico, sobre pressão e opressão por toda uma vida. De repente , surge o sonho de uma vida melhor:  a instalação da unidade de policia pacificadora. A promessa  é que seria de uma vida melhor, sem  violência, tudo com objetivo da propagação da paz.

No entanto, em meio aos becos e vielas estavam acontecendo ameaças,opressões, espancamentos e torturas, como já foi denunciado pelo Jornal do Brasil durante as investigações do sumi?o do pedreiro Amarildo e neste domingo (22/9) foi tema de matéria do programa Fantástico. 

Trabalhadores saindo para trabalhar e sendo coagidos, pessoas sendo consideradas como suspeitos e sendo tratadas como nenhum ser humano merece ser tratado. Moradores sendo abordados com choque no rosto, porrada, espancamento,sufocamento e spray de pimenta. Tudo isso porque depois de uma semana dura de trabalho costumam sair para as ruas para confraternizar com os amigos.

Não aguentamos mais  opressão, esse povo precisa de libertação. Somos seres humanos, merecemos respeito. Chega de farsa, vamos ser realistas. Vamos dar um basta de tampar o sol com a peneira, não é impondo medo que vamos chegar a um lugar melhor.

Vale lembrar que a transformação e mudança vem antes de repreender, prender e matar.  A mudança somente será concretizada através da educação, ninguém  aprende nada com tapa na cara e sufocamento.

É essa a politica de pacificação tão inovadora do Governador Sérgio Cabral? É esse o caminho para transformação da cidade maravilhosa? É essa a comunidade modelo que a presidenta pediu ao Governador?

Fonte: JB

sábado, 21 de setembro de 2013

NO RIO, GAROTINHO E DILMA LIDERAM COM FOLGA

Pesquisa do Instituto UP Pesquisas aponta o ex-governador Anthony Garotinho com 24% das intenções de voto, seguido pelo ministro Marcelo Crivella (18%), pelo senador Lindbergh Farias (14%), pelo vice-governador Luiz Fernando Pezão (5%) e pelo treinador Bernardinho (2%); no plano nacional, Dilma tem 37%, seguida por Marina Silva (23%), Aécio Neves (8%) e Eduardo Campos (3%); ao todo, foram ouvidos 2.011 eleitores, em todas as regiões do estado; margem de erro é de 2,2 pontos




247 – Uma pesquisa de intenção de votos no Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do País, depois de São Paulo e Minas Gerais, traz boas notícias para o deputado e ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ) e para a presidente Dilma Rousseff. Os dois lideram com folga no estado.

Realizado pelo instituto UP Pesquisas, o levantamento ouviu 2.011 eleitores em todas as regiões do Rio. Para governador, os resultados, divulgados em primeira mão pelo 247, são os seguintes:

Anthony Garotinho (PR)      24%

Marcelo Crivella (PRB)         18%

Lindbergh Farias (PT)          14%

Luiz Fernando Pezão (PMDB) 5%

Bernardinho (PSDB)             2%

Miro Teixeira (PDT)              1%

No Rio, o vice-governador Pezão é negativamente afetado pela péssima avaliação do governador Sergio Cabral, que tem 51% de ruim e péssimo. O índice de ótimo é de apenas 2%.

Na sondagem presidencial, a presidente Dilma Rousseff tem também boa vantagem:

Dilma Rousseff (PT)                          37%

Marina Silva (ainda sem partido)    23%

Aécio Neves                                        8%

Eduardo Campos                                3%

Os eleitores foram ouvidos entre os dias 9 e 11 de setembro deste ano.

Fonte: Brasil 247



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Funcionários da rede municipal de ensino retomam greve.

Principal motivo alegado pelos professores seria o descumprimento do acordo, por parte da prefeitura, na elaboração do novo plano de cargos enviado para a Câmara.



Rio - Funcionários da rede municipal de ensino do Rio decidiram, em assembleia nesta sexta-feira no ginásio do Clube Municipal, na Tijuca, retomar a greve. O principal motivo alegado pelos professores seria o descumprimento do acordo, por parte da prefeitura, na elaboração do novo plano de cargos enviado para a Câmara de Vereadores. A paralisação havia sido suspensa pela categoria no dia 10 deste mês.
Após a assembleia, profissionais saíram em manifestação. As ruas Haddock Lobo, na altura da Rua Afonso Pena, e Campos Sales estão fechadas. Quem estiver na Rua São Francisco Xavier deve seguir pelas avenidas Heitor Beltrão e Maracanã.
Os grevistas seguem em direção à Prefeitura do Rio, na Cidade Nova. Posteriormente, eles pretendem seguir pela Avenida Presidente Vargas até a Assembléia Legislativa do Rio.



O principal motivo alegado pelos professores para a retomada da greve seria o descumprimento do acordo, por parte da prefeitura, na elaboração do novo plano de cargos enviado para a Câmara de Vereadores. A paralisação havia sido suspensa pela categoria no dia 10 deste mês.
Na prefeitura, os docentes pretendem fazer uma ato simbólico rasgando o novo plano de cargos. Muitos profissionais estão com os rostos maquiados e vestidos de fantasmas, ironizando o plano de carreira que, segundo eles, excluiu 93% da categoria.
A professora de Matemática Áurea Bittencourt, de 48 anos, está há 13 na rede municipal. "Não existo mais. A Prefeitura nos ignorou", disse.
O prefeito Eduardo Paes afirmou nesta quinta-feira que se a categoria votasse pelo retorno à greve será uma decisão política do Sepe.
“Greve por reajuste salarial é legítima e aceito. Mas greve para discutir plano de cargos e salários que já está na Câmara de Vereadores é outra coisa. Se fizerem greve só tenho a lamentar, não tenho o que fazer. O que não dá é autoritarismo do outro lado. Ou é o que eles (Sepe) querem ou param? É assim a negociação sindical? Acho uma pena. Não tenho mais o que fazer. Eu atendi tudo o que eles queriam. Eu vou começar a achar de fato que é um processo político eleitoral, com participação do Psol, do PSTU e de outros P que eles tenham”.
Paes também declarou que a discussão com a prefeitura terminou: “Agora é com o parlamento. A discussão com a prefeitura terminou. O prefeito fez tudo aquilo que acordou, sem tirar nem por”.
Coordenadora do Sepe, Suzana Gutierrez rebateu que o sindicato não tem vínculos políticos: “Nosso partido é a Educação. O retorno à greve será motivado porque não foi apresentado plano unificado de professores e administrativos, não houve valorização da formação e não alteraram a progressão por tempo de serviço”.

fonte: O Dia