Polícia expulsa manifestantes que ocupavam Câmara de Vereadores do Rio

A Polícia Militar desocupou o prédio da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, que havia sido invadido mais cedo por um grupo de manifestantes. Após a expulsão, houve um grande tumulto do lado de fora do prédio, com os policiais militares perseguindo alguns manifestantes, que foram agredidos com cassetetes e gás de pimenta.
Um grande contingente de policiais militares cercou o prédio para evitar que os manifestantes voltassem a invadir o local. 
Manifestantes invadem a Câmara dos Vereadores, no Centro da cidade, atiram pedras, bombas e tinta em direção à polícia militar que os expulsava do prédio
Manifestantes invadem a Câmara dos Vereadores, no Centro da cidade, atiram pedras, bombas e tinta em direção à polícia militar que os expulsava do prédio
Mais cedo os manifestantes participaram de uma caminhada até a sede do Ministério Público, onde foram recebidos pelo procurador-geral de Justiça, Marfan Vieira, e posteriormente eles se dirigiram para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e depois foram para a Câmara de Vereadores.
Pouco antes das 21h, um grupo de aproximadamente 20 pessoas conseguiu entrar por um portão lateral que estava aberto. O restante dos manifestantes ficou do lado de fora porque policiais militares conseguiram bloquear a entrada.
O grupo que estava no interior do prédio estendeu faixas nas janelas, com dizeres contra a corrupção, charges ironizando a violência policial e frases contra o governador do Rio, Sérgio Cabral.
Novo protesto contra Cabral
Cerca de 700 manifestantes se reuniram no Centro do Rio de Janeiro, no final da tarde desta quarta-feira, para mais um protesto contra o governador Sérgio Cabral. Desta vez, eles pediram a criação das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) da Copa, da Delta e dos helicópteros. 
A manifestação também teve o objetivo de pedir ao Ministério Público a ilegalidade do decreto de Cabral, que institui a Comissão Especial de Investigação de Atos de Vandalismo.
Mais de 300 policiais acompanharam os manifestantes, que carregavam faixas e cartazes contra o governador. O ato era pacífico . Os organizadores da passeata foram até a sede do Ministério Público.
O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Marfan Vieira, desceu de seu gabinete e recebeu os manifestantes, que rejeitaram a primeira oferta feita pelo órgão, de serem recebidos em comissão na sala do procurador-geral, e disseram que só aceitavam se reunir com ele do lado de fora do prédio.
Após alguns minutos de impasse, Marfan desceu e, em atitude inédita, foi até a rua. Com um megafone dos manifestantes, ele respondeu sobre as demandas de uma carta-aberta distribuída durante a passeata. Entre os pontos do documento, constavam exigências de que o MP investigue abusos de autoridades praticados pela Polícia Militar durante os protestos; gastos públicos feitos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas; monopólio nos contratos de concessão do transporte público; e uso indiscriminado de helicópteros pelo governador Sérgio Cabral; além da instauração de inquérito para investigar as ligações de autoridades públicas com empreiteiras.
Marfan respondeu aos manifestantes que todas as reivindicações propostas no documento são objeto de investigação pelo MP, e disse que há um ritmo próprio para cada uma, sendo que, em alguns casos, a velocidade do processo depende de agilidade do Poder Judiciário.
Fonte: JB
E assim o povo vai avançando na luta contra a corrupção.

Comentários

  1. Infelizmente,
    Sergio Cabral errou ao ignorar:
    1- os médicos
    2- os bombeiros
    3- os professores
    4- Os gastos superfaturados do maracanã
    5- Ao dar o maracanã por 35 anos para seu amigo administrar de maneiro obscura.
    6- ao ser prepotente
    7- ao fazer o trem da alegria com o helicóptero do estado, onde até seu cachorro tinha cadeira cativa.
    8- O povo
    9- se envolver até o pescoço com a DELTA e seu dono.
    10- etc, etc, etc ...

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