Ato contra Cabral tem nova confusão ao chegar à sede do governo do RJ

Polícia Militar atirou bombas e balas de borracha contra manifestantes.
Uma ativista foi atingida na cabeça e ao menos outros 2 foram feridos.





O ato contra o governador Sérgio Cabral teve nova confusão por volta das 20h30 desta terça-feira (27) em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo do Estado, em Laranjeiras, na Zona Sul da cidade. Manifestantes tentaram forçar passagem pela barreira da polícia e foram reprimidos. Pedras foram jogadas dos dois lados e a PM chegou a usar balas de borracha. Do outro lado, foram arremessados explosivos caseiros.

Pelo menos três manifestantes ficaram feridos desde a concentração do protesto.  Uma mulher foi atingida por uma bala de borracha na testa, e atendida por socorristas voluntários que acompanham a manifestação. Dois policiais alegaram ter sido feridos no braço. Outro, ferido na cabeça, foi levado a um hospital.
saiba mais

A poucos metros dali, no Largo do Machado, onde o grupo se concentrou para o ato, também houve confronto por volta de 18h45. O tumulto começou quando um manifestante foi detido pela Polícia Militar por estar sem documentos. Neste momento, ativistas fizeram um cordão para tentar impedir que o jovem fosse levado.


Quando a polícia forçou passagem com armas de choque, manifestantes responderam atirando pedras e vasos de uma floricultura na tropa, que logo respondeu com balas de borracha e bombas de efeito moral. Por volta de 21h30, manifestantes vindos do Largo do Machado mostravam para membros da imprensa cápsulas de armas letais, de balas que teriam sido disparadas por PMs.

Percurso

Por volta de 19h20, os manifestantes saíram do Largo do Machado e seguiram em direção ao Palácio Guanabara, sede do poder estadual, em Laranjeiras na Zona Sul. Às 19h50, estavam na Praça São Salvador, outro ponto de concentração da manifestação. Às 20h, a Rua Pinheiro Machado foi fechada para a ida dos manifestantes para a porta do Palácio Guanabara.

Fonte: G1

E mais uma vez: muita violência e pouco diálogo! Resultado? A indignação do povo, que vai pelas ruas gritando por justiça!