sexta-feira, 30 de agosto de 2013

ALERJ PEDE INTERVENÇÃO DA PF NO CASO AMARILDO



Jornal do Brasil
Cláudia Freitas - Líderes de bancadas partidárias na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), os deputados estaduais Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB) e Clarissa Garotinho (PR) e os deputados Paulo Ramos (PDT) e Geraldo Pudim (PR) solicitaram ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a intervenção da Polícia Federal nas investigações sobre o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza da comunidade da Rocinha. O conteúdo do ofício encaminhado pela Alerj nesta quinta-feira (29/08), justifica o pedido de mudanças nos rumos das investigações, pela crise instalada no Governo do Estado na área de segurança pública, geradas pelos fortes indícios de envolvimento de policiais da UPP em crimes de tortura e mortes na comunidade e pelas divergências entre delegados responsáveis pelos casos.

O documento enviado ao ministro da Justiça pelos deputados foi fundamentado no artigo 144 da Constituição e no seu complemento na lei 10.446/2002, que trata da competência da Polícia Federal em infrações com repercussão internacional. “Acredito que nosso pedido irá surtir o efeito para que a família do pedreiro Amarildo e a sociedade tenham uma resposta mais célere, o que o Governo do Estado foi incapaz de dar”, destacou o deputado Geraldo Pudim, autor da ação. O ofício cita também que o responsável pelas investigações da Operação Paz Armada, o delegado da 15ª DP (Gávea), Ruchester Marreiros, concluiu que a família de Amarildo estava envolvida com tráfico de drogas e chegou a pedir a prisão da mulher do pedreiro, Elisabeth Gomes, mas a promotora do caso, Marisa Paiva, desconsiderou a ordem. Já o atual titular do delegacia, Orlando Zaccone, contradiz a conclusão do seu antecessor de que a residência do casal servia para guardar drogas ou para a fuga de traficantes. As diferenças de opinião e as acusações que pesam contra policiais militares responsáveis pelo policiamento da comunidade justificam o pedido dos parlamentares.

Deputado Estadual Geraldo Pudim, autor da ação, e a ministra Maria do Rosário

O caminho apontado no ofício, da Policia Federal assumir as investigações do caso, surgiu após a audiência que o deputado Geraldo Pudim teve com a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, na semana passada. Na ocasião, o parlamentar apresentou denúncias de casos que violam os direitos humanos no estado do Rio de Janeiro, entre eles o caso Amarildo. “A Ministra relatou um precedente de intervenção federal que está em curso no estado de Goiás. A partir daí analisamos a possibilidade e vimos que há fundamento jurídico para um pedido de intervenção desta natureza”, disse Pudim.

Na semana passada, o Ministério Público Estadual (MPE) do Rio instaurou um procedimento criminal para investigar as denúncias de moradores e testemunhas de supostos crimes de tortura praticados por policiais das Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) instalada na comunidade contra a própria comunidade. Um dos investigados é o soldado Douglas Vital, conhecido na região como Cara de Macaco.

Foi ele quem conduziu Amarildo até o posto da UPP na noite de 14 de julho, durante a operação Paz Armada. Depois disso, o pedreiro desapareceu.

O líder comunitário da Rocinha, Carlos Eduardo Barbosa, afirmou ao Jornal do Brasil, logo após ao sumiço de Amarildo, que o pedreiro e sua família estava sofrendo perseguição e ameaças por policiais da UPP desde o início do ano. Carlos Eduardo registrou em março uma denúncia na coordenadoria da Comissão de Segurança Pública e Privação de Liberdade, órgão ligado à Secretaria Estadual de Defesa dos Direitos Humanos do Rio, relatando as constantes ameaças feitas pelos PMs e citou a família de Amarildo, além da identificação dos policiais. “Nada foi feito, nenhuma providência foi tomada e agora o Amarildo sumiu”, disse o líder comunitário. O descaso com que a denúncia foi tratada pelo Governo do Estado também se transformou em ação e está sendo investigada pelo MPE.

Líder comunitário apresenta protocolo de queixa feita ao Estado, em março

Em depoimento na 15.ª Promotoria de Investigação Penal, um menor de 17 anos, que também pertence à família de Amarildo e residen na Rocinha, contou que foi agredido e torturado pelo PM Vital e por outros amigos dele lotados na UPP. O rapaz foi ouvido na semana passada, pela promotora Marisa Paiva, que também recebeu a informação de que as agressões aconteceram em três ocasiões. O pai do menor confirmou as declarações do filho para a promotoria.

Nesta quarta-feira (28/09), a promotora Marisa Paiva esteve na Rocinha, junto com o promotor Márcio Mothé, coordenador de Direitos Humanos do MPE. Eles colheram novos depoimentos dos moradores, que ratificaram as acusações de abusos cometidos por policiais militares da UPP. Segundo a Assessoria de Comunicação do MPE, a promotora Marisa Paiva, durante a sua visita, registrou vários relatos de agressões, tortura e abuso de autoridade por parte dos PMs da UPP. Os depoimentos partiram de homens e mulheres de todas as idades e cada um com uma história de violência diferente.

Vizinhos da família de Amarildo contaram que o traficante conhecido como Catatau negou qualquer participação no sumiço do pedreiro e acrescentou que gostava muito dele, por ser um homem trabalhador e sempre ajudou os moradores. O líder comunitário Carlos Eduardo comentou que a presença da promotoria na comunidade causou um sentimento de comoção e esperança de Justiça. “Foi um fato inédito, ficamos muito felizes e agora acreditamos que as investigações vão surtir efeito”, disse ele.

Amigos e parentes de Amarildo lançam campanha de ajuda financeira

Amigos da família da Amarildo lançaram, na semana passada, uma campanha para ajuda financeira. O cidadão que quiser contribuir com a família de Amarildo, já pode fazer a sua doação através de depósito em conta corrente aberta por parentes. A conta no Banco do Brasil está em nome de Anderson Gomes Dias, agência 5975-7, conta corrente número 1.913-5.


CPI dos Ônibus: Chiquinho Brazão e Professor Uoston são vaiados durante discurso

Rio - Após a reunião deliberativa da CPI dos ônibus, que teve a presença dos vereadores Chiquinho Brazão (PMDB), Professor Uoston (PMDB), Renato Moura (PTC), Guaraná (PMDB) e Jorge Felipe (PMDB), o presidente da comissão, Chiquinho Brazão e o relator, professor Uóston, foram até as escadarias da Câmara para conversar com os manifestantes que ocupam o lugar há duas semanas.

Os dois foram vaiados por cerca de 15 pessoas e impedidos de falar. Os manifestantes colocaram sirenes de polícia, alegando que só tinha ladrão no local e pediram mais uma vez a renúncia dos participantes da CPI.

No pequeno discurso, Brazão disse que vai investigar os ônibus e acrescentou que está do lado da população. O grupo insatisfeito iniciou uma gritaria e perseguiu a dupla de vereadores até a entrada lateral da Câmara. Os ativistas encontram-se ainda na porta da Casa.

Durante reunião da CPI, os vereadores questionaram a renúncia do vereador Eliomar Coelho (PSOL). "No documento, ele pede a renúncia até a decisão da Justiça. Isso não é renunciar, é tirar férias", disse Professor Uoston. Na ocasião ficou decidido o caléndário da comissão para a semana que vem. 

A CPI já encaminhou o documento de Eliomar à procuradoria da Casa para que fosse feita a devida análise e correção.



    Cabral e Pezão pretendem pagar mais R$ 300 milhões pela reforma do Maracanã






    Isso é um uma loucura como jamais poderia imaginar mesmo tratando-se dessa dupla Cabral – Pezão. A reforma do Maracanã com os últimos aditivos do mês passado, na verdade está em R$ 1,238 bilhão. Se ainda pagarem mais R$ 300 milhões vai passar de R$ 1,5 bilhão. É uma roubalheira digna de Livro dos Recordes (Guinness Book). O povo tem mais é que se indignar. 

    quinta-feira, 29 de agosto de 2013

    RJ: problema na rede prejudica circulação e usuários apedrejam trem



    Um problema na rede aérea às 6h20 desta quinta-feira interrompeu a viagem de três trens ao passarem pelas estações Engenho de Dentro e Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro. Segundo a Supervia, duas composições seguiam de Santa Cruz para a Central do Brasil e uma seguia de Japeri para a Central. 

    De acordo com a Supervia, com o auxílio dos agentes, os passageiros  desembarcaram na via e caminharam até a plataforma da estações, de onde seguiram viagem em outros trens. Por causa do problema, alguns usuários ocuparam as linhas próximo à estação Oswaldo Cruz para tentar interromper a circulação e arremessaram pedras e pedaços de madeira nos trens. A concessionária informou que acionou o Grupamento de Polícia Ferroviária e os batalhões de polícia da área para tomar as providências necessárias.

    Por medida de segurança, as estações dos ramais Deodoro, Santa Cruz e Japeri ficaram fechadas entre 8h e 8h40. A concessionária forneceu vale-viagem aos clientes que não puderam realizar o trajeto durante este período. Os trens de ramal Japeri circulam circulando pela linha auxiliar. 

    Segundo a Supervia, as equipes de manutenção da concessionária trabalham no local para executar os reparos necessários. Por volta das 9h, em alguns pontos da via ainda existiam passageiros tentando interromper a circulação. Os maquinistas foram orientados a reduzir a velocidade ao passarem por esses locais. 

    Por causa da falha aérea, os ramais Santa Cruz e Japeri operam com atraso de 30 a 50 minutos. Os passageiros estão sendo avisados sobre a circulação por meio de sistema de áudio das estações.

    Fonte: JB

      Episódio lamentável ocorrido em consequência natural de um sistema de transporte precário! 

    JUNTO COM OS MESTRES NA LUTA


    Participamos ontem de uma legítima e maravilhosa manifestação em apoio aos professores, profissionais honrados e indispensáveis para o crescimento da nossa nação.
    Parabéns a todos os professores empenhados nesta luta. Uma verdadeira aula de democracia e cidadania.

    quarta-feira, 28 de agosto de 2013

    MINISTÉRIO PÚBLICO DO RIO INVESTIGA ABUSOS DA PM

    Segundo o MP-RJ, a 2ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar realiza uma investigação preliminar com base em imagens recebidas pela Ouvidoria do Ministério Público



    Rio de Janeiro – O Ministério Público Estadual está investigando abusos cometidos por policiais militares durante as recentes manifestações no Rio de Janeiro. Segundo o MP, a 2ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar realiza uma investigação preliminar com base em imagens recebidas pela Ouvidoria do Ministério Público.

    As imagens mostram policiais cometendo irregularidades, como o uso excessivo de força contra manifestantes. As imagens mostram pelo menos dez policiais diferentes. O promotor Paulo Roberto Cunha Júnior encaminhou as imagens, solicitando a identificação dos suspeitos à Corregedoria da Polícia Militar.

    No último dia 14, a Polícia Civil abriu inquérito para apurar excessos cometidos por policiais militares durante manifestação em frente à Delegacia do Catete. O chefe do Departamento Geral de Polícia da Capital, delegado Ricardo Dominguez, que estava no local, disse que os policiais se excederam ao tentar conter manifestantes.
    Fonte: Brasil 247



    Ato contra Cabral tem nova confusão ao chegar à sede do governo do RJ

    Polícia Militar atirou bombas e balas de borracha contra manifestantes.
    Uma ativista foi atingida na cabeça e ao menos outros 2 foram feridos.





    O ato contra o governador Sérgio Cabral teve nova confusão por volta das 20h30 desta terça-feira (27) em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo do Estado, em Laranjeiras, na Zona Sul da cidade. Manifestantes tentaram forçar passagem pela barreira da polícia e foram reprimidos. Pedras foram jogadas dos dois lados e a PM chegou a usar balas de borracha. Do outro lado, foram arremessados explosivos caseiros.

    Pelo menos três manifestantes ficaram feridos desde a concentração do protesto.  Uma mulher foi atingida por uma bala de borracha na testa, e atendida por socorristas voluntários que acompanham a manifestação. Dois policiais alegaram ter sido feridos no braço. Outro, ferido na cabeça, foi levado a um hospital.
    saiba mais

    A poucos metros dali, no Largo do Machado, onde o grupo se concentrou para o ato, também houve confronto por volta de 18h45. O tumulto começou quando um manifestante foi detido pela Polícia Militar por estar sem documentos. Neste momento, ativistas fizeram um cordão para tentar impedir que o jovem fosse levado.


    Quando a polícia forçou passagem com armas de choque, manifestantes responderam atirando pedras e vasos de uma floricultura na tropa, que logo respondeu com balas de borracha e bombas de efeito moral. Por volta de 21h30, manifestantes vindos do Largo do Machado mostravam para membros da imprensa cápsulas de armas letais, de balas que teriam sido disparadas por PMs.

    Percurso

    Por volta de 19h20, os manifestantes saíram do Largo do Machado e seguiram em direção ao Palácio Guanabara, sede do poder estadual, em Laranjeiras na Zona Sul. Às 19h50, estavam na Praça São Salvador, outro ponto de concentração da manifestação. Às 20h, a Rua Pinheiro Machado foi fechada para a ida dos manifestantes para a porta do Palácio Guanabara.

    Fonte: G1

    E mais uma vez: muita violência e pouco diálogo! Resultado? A indignação do povo, que vai pelas ruas gritando por justiça!




    segunda-feira, 26 de agosto de 2013

    Após assembleia, professores municipais decidem manter greve



    Na manhã desta segunda-feira (26), mais de cinco mil profissionais municipais de educação participaram de uma assembleia no Terreirão do Samba, na Praça Onze, onde ficou decidida a continuidade da greve. De lá, os professores seguem em passeata em direção à Prefeitura, na Cidade Nova.

    De acordo com o coordenador geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), Alex Trentino, os profissionais consideraram limitadas as concessões do prefeito Eduardo Paes. “A categoria avaliou que as vantagens eram insuficientes”. O governo municipal havia oferecido reajuste de mais 8% além do já estipulado, reduziu o prazo de elaboração do plano de carreira de 90 para 30 dias e o abono de faltas durante a paralisação.

    Explicando a recusa das ofertas, Alex ponderou que a necessidade de reformas pedagógica e estrutural deve ser considerada pelo governo. “Questões como a autonomia pedagógica da categoria, 1/3 da carga horária voltada para planejamento acadêmico e o número de alunos por sala”. Além destas reivindicações, a categoria iniciou a paralisação exigindo reajuste total de 19%, fim do plano de metas e da meritocracia e plano de carreira unificado entre professores e servidores de apoio.

    Os pontos pendentes serão rediscutidos nesta terça-feira (27), em reunião dos representantes do Sepe com a secretária de Educação, Cláudia Costin. Ao mesmo tempo, os professores farão uma vigília na sede da Prefeitura, na Cidade Nova, a partir das 10h30. Na quarta-feira (28), uma assembleia será realizada para decidir os rumos da paralisação.

    Fonte: JB 

    O homem de Eduardo Paes na CPI dos Ônibus

    Batizado Washigton, professor sacrificou as consoantes para facilitar a comunicação com o eleitor do subúrbio. Sem medo de vaias, atua em oito grupos de trabalho, além da CPI dos Ônibus, e se considera o "suprassumo da representatividade"




    Raramente a Câmara Municipal do Rio dá trabalho ao prefeito Eduardo Paes. Com 41 dos 51 vereadores, o Palácio Pedro Ernesto funciona, quando funciona, como uma extensão do Executivo. Mas se algo no horizonte ameaça a tranquilidade do PMDB na Casa, ‘o cara’ para resolver a questão é Professor Uoston – o nome verdadeiro é Washington. Alçado à fama com a violenta rejeição a seu nome na relatoria da CPI dos Ônibus, cujos integrantes foram definidos por ele mesmo, o “homem da prefeitura” tem sido alvo de pedras e ovos sempre que aparece em público nos arredores do prédio. Seria um problema, não fosse Uoston famoso – e orgulhoso – justamente por não ter medo de vaias  – o que, para um vereador do PMDB, na casa legislativa apelidada de Gaiola de Ouro, é uma qualidade e tanto.

    Professor Uoston adotou o nome por conveniência. Afinal, é mais fácil fazer o eleitor se lembrar desta grafia do que da fartura de consoantes de Washington. O “Professor” vem da graduação em Biologia, na Universidade Federal Rural, e de um curso de mestrado em saúde pública na Fiocruz. Nascido em Ricardo de Albuquerque, Zona Norte do Rio, Washington, na década de 90, abriu um ‘escritório político’, como chama os conhecidos centros sociais, depois de tanto ser acionado para levar os vizinhos, de carro, a postos de saúde da região. Surgiu, assim, a ideia de tentar a vereança. Para encurtar o caminho entre ele e a urna, foram cortados um W, um S, um H e uma junção “gt” do nome. Ganhou vida, então, o Uoston eleito em 2000, 2008 e 2012, sempre pelo PMDB, partido ao qual é filiado há mais de 20 anos e que, atualmente, domina as duas casas legislativas e os principais cargos do Executivo no estado e no município.

    Uoston é o líder do maior bloco da Câmara, composto por 24 vereadores de sete partidos, chamado ‘Por um Rio melhor’. É considerado pelo PMDB “o homem certo” para afinar as vozes que dão sustentação ao governo municipal. Ele próprio se define como “um funcionário não remunerado da prefeitura” no Legislativo do Rio, tamanha a identificação com os projetos e necessidades de Eduardo Paes – a do momento, a CPI com a qual o PMDB não concordava e que, uma vez aprovada, passou a controlar.
    Escolhido relator, com o colega de partido Chiquinho Brazão na presidência da comissão, Uoston escolheu os demais integrantes do grupo: Jorginho da S.O.S e Renato Moura, também da base de Paes, assumiram as outras duas posições. Ficou isolado na quinta cadeira Eliomar Coelho, do PSOL, o proponente da CPI.
    Entre os manifestantes, todos querem Eliomar. Ninguém quer Uoston, Brazão e o PMDB. Além de não terem assinado o requerimento pedindo a abertura da comissão, Uoston e sua turma votaram a favor da redução do ISS para as empresas de ônibus para 0,01%, em 2010. O professor se defende, diz que com isso conseguiu a implantar o Bilhete Único no Rio. A verdade é que Uoston não teme nem se constrange com a opinião pública. Sob vaias, gritos de “vergonha” e outras palavras de ordem, levantou a voz na quinta-feira, durante a primeira audiência da CPI, para criticar o PSOL, para ira de quem conseguiu, em meio ao barulho, entender algo do que era dito na tribuna. A reação do grupo que lidera os protestos contra a composição da CPI veio na forma de uma sapatada, que por pouco não atingiu Uoston. “Ato covarde e mesquinho”, disse, para uma plateia indiferente, equipada com apitos.
    Uoston avisa que não deixará a cadeira na CPI – ainda que a orientação do cardiologista seja para dar um tempo na exposição desde que sofreu um enfarto em 3 de maio. “Sou homem de firmar posição. Não entrei na política para chegar e sair despercebido”, afirma. Uoston tem em Jorge Picciani, presidente do PMDB no Rio, o principal apoio dentro da legenda. E foi alçado a relator da CPI dos Ônibus, cargo mais importante em uma comissão parlamentar de inquérito, pelo presidente municipal da legenda, Carlos Alberto Muniz.
    Picciani e Muniz estão com ele. E ele está em todas: além da CPI dos Ônibus, Uoston atua em outras oito comissões da Casa. É integrante do grupo de Assuntos Urbanos, de Avaliação e Verificação do Efetivo Cumprimento das Leis Municipais, da Atualização da Lei 1.533 das Feiras Especiais de Arte, do Acompanhamento dos Trabalhos de Despoluição da Baía de Guanabara, de Acompanhamento das Obras de Implantação dos Corredores Transcarioca e Transoeste, de Organização do Comércio Ambulante, da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 e do Conselho de Ética. Uoston é também o presidente da comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira, por onde é analisada a Lei de Diretrizes Orçamentárias.


    Uoston preside a comissão de Finanças desde 2008. “Ninguém trabalha mais do que eu aqui”, diz. Com a caneta, é ele quem coloca as emendas no orçamento, sempre se lembrando de sua região eleitoral. Para 2014, Uoston já sabe quais serão as frentes de atuação. Criará emendas para levar obras do projeto Bairro Maravilha – que constrói calçadas, pavimenta ruas e recupera redes de esgoto – a seis áreas, além de construir uma Nave do Conhecimento, com a oferta de cursos técnicos, e uma Clínica da Família na região Norte da cidade.
    Na primeira oportunidade de abertura para perguntas ao secretário de Transportes da cidade, Carlos Osório, na quinta-feira, durante a CPI, Uoston aproveitou para interceder por sua base de eleitores. Reclamou de duas linhas de ônibus e pediu pela rápida melhoria, mostrando que sabe faturar em cima das adversidades. “Sou suburbano. Fui aluno do colégio Pedro II, da faculdade Rural, sou professor e estou vereador para representar uma parcela do subúrbio. Não posso trair essa população”, diz Uoston.

    No meio da crise pela qual passa a Câmara, Uoston vai pedir audiência com Paes para tratar do alagamento de casas na antiga estrada do Rio do Pau. Este ano, já foram cerca de 10 reuniões como prefeito, que não costuma demorar três dias para receber o vereador no gabinete. “Sou um grande funcionário da prefeitura não remunerado. Vejo as necessidades e passo a responsabilidade para o prefeito executar as obras”, justifica.
    Uoston usa seu conhecimento para criar frases de efeito. Depois de se esquivar do sapato, saiu-se com esta, para atordoar qualquer interlocutor: "A sapatada não pegou em mim, mas eu me adaptei e digo o seguinte: eu sou o suprassumo da representatividade de que não se faz omeletes se não o quebrar os ovos".
    Por não ter medo de pedra, ovos e vaias, Uoston acabou se tornando uma espécie de porta-voz de um grupo que, quando aparece, apanha. Apesar de ser Chiquinho Brazão o presidente da comissão, é ele, Uoston, quem tem aparecido – e recebido ataques. Na abertura da CPI, a palavra até estava com Brazão, que começou os trabalhos com uma saudação: “Cidadões...” Melhor deixar com o professor.


    CPI DOS ÔNIBUS VIRA QUESTÃO JUDICIAL NO RIO

    A presidência da Câmara Municipal do Rio foi citada oficialmente pelo TJ-RJ para se manifestar sobre a interrupção das atividades da comissão que investiga os contratos das empresas de ônibus do município com a prefeitura



    Rio de Janeiro – A presidência da Câmara Municipal do Rio de Janeiro tem até o fim da tarde de hoje (26) para prestar esclarecimentos ao Tribunal de Justiça (TJ) sobre os questionamentos dos vereadores da oposição que levaram a juíza Roseli Nalin, da 5ª Vara da Fazenda Pública do TJ, a suspender por 48 horas os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Ônibus. Na tarde da última sexta-feira (23), a presidência da Casa foi citada oficialmente pelo tribunal para se manifestar sobre a interrupção das atividades da comissão que investiga os contratos das empresas de ônibus do município com a prefeitura.

    A Câmara Municipal informou, em nota, que se manifestará até o fim da tarde desta segunda-feira e, após o prestar esclarecimentos, aguardará a decisão judicial para a retomada das atividades. A juíza Nalin publicou em seu despacho os motivos que a levaram a interromper temporariamente os trabalhos.

    "Diante dos argumentos apresentados pelos impetrantes e observado que a CPI já instaurada é objeto de impugnação sob o fundamento de vício de ordem formal e material na sua constituição, tenho por suspender o prosseguimento dos trabalhos, intimando-se a autoridade impetrada para manifestação", disse a juíza.

    O pedido de suspensão feito por vereadores de oposição ao governo do prefeito Eduardo Paes alegam irregularidades na formação da comissão, pois quatro dos cinco membros principais não assinaram a proposta de criação e pertencem à base política do prefeito.

    Na última quinta-feira (22), ocorreu a primeira reunião da CPI dos Ônibus aberta à população. O dia foi marcado por troca de ofensas entre os manifestantes que não concordam com a formação da comissão e os militantes que apoiam os parlamentares. Os manifestantes estão acampados há 17 dias em frente ao Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo e não há reforço no policiamento.

    Fonte: Brasil 247

    NOSSA RESISTÊNCIA ESTÁ SENDO EFETIVA! PRECISAMOS DE UMA COMISSÃO JUSTA, PARA ATENDERMOS OS PLEITOS DE UMA POPULAÇÃO SEDENTA POR JUSTIÇA.

    domingo, 25 de agosto de 2013

    O primeiro passo rumo a união foi dado

    Parabéns a todos os bombeiros que compareceram; e obrigado aos que entraram em contato justificando suas ausências. Esse compromisso de cada um foi fundamental para o sucesso deste primeiro encontro. Vitória! 

    Iniciamos a semana compartilhando a maravilhosa notícia de que a reunião neste último sábado foi excelente, um ambiente extremamente democrático, no qual os que se sentiram a vontade em fazer uso da palavra tiveram total liberdade. Respeito mútuo aos pontos de vista divergentes, sem ofensas pessoais, nem palavras de baixo calão; empenhados em contribuir, representantes dos quartéis, ABMERJ, inativos e mandato do Rio se doaram para que todos entremos em alinho.
    Temos muito a comemorar, não só pela elevadíssima qualidade da reunião, mas também por conseguimos construir nossa primeira ATA, na qual todos que puderam aguardar até o final assinaram. 
    Estamos progredindo senhores, quando na cabeça de alguns parecia estar tudo perdido, eis que surge uma esperança.


    ATA da Reunião do dia 24/08/2013


    Como pode-se ver, neste primeiro encontro duas questões foram deliberadas em caráter de urgência; a fim de atender a um chamado repentino do Governador para esta semana. 
    Criou-se uma comissão provisória para acompanhar o companheiro Benevenuto neste próximo encontro. Ela conterá 9 integrantes: 4 representantes dos quarteis ( dois do interior e dois da capital ), 2 representantes da ABMERJ, 1 representante inativo e 2 representantes dos mandatos ( Um do Rio e um de Mangaratiba ). Ps.: Os nomes foram definidos na reunião.
    Construiu-se também uma pauta de reivindicações para atender as condições de iminente encontro nesta semana, mas ainda não esta fechada, pois outros encontros acontecerão para lapidarmos a mesma. Porém, provisoriamente ficou assim:

    1 -  Adequação do estatuto e regulamento disciplinar a CF/88;

    2 - Plano de carreira único ingressando com o segundo grau, vinculando à graduação superior como requisito para galgar ao oficialato; sendo subsidiado através de um auxílio educação os que desejarem se graduar;

    3 - Retorno do militar ao serviço ativo da corporação após ser eleito em cargo público;

    4 - Término da dedicação exclusiva, a fim de exercer outras atividades compatíveis com a de bombeiro militar;

    5 - Paridade da remuneração dos ativos aos inativos;

    6 - Remuneração com subsídio base de três mil quinhentos reais;

    7- Auxílio transporte compatível a necessidade de deslocamento;

    Estes são, a princípio, os pleitos apresentado pelos representantes que compareceram neste encontro. 
    Foi firmado pelos presentes um próximo encontro, que será no sábado 31 de agosto, no mesmo local e hora, para dar continuidade aos trabalhos; por isso organizem-se para estarem presentes, levando outras boas ideias que com certeza surgirão nos bate papos desta semana nos quarteis.

    Em outra postagem, algumas das possíveis pautas a serem tratadas neste próximo encontro. Preparem-se para ele, venham munidos de ideias, espirito democrático e uma boa dose de respeito aos que pensam diferente de você. Pois cremos que estes foram alguns dos fatores determinantes para o sucesso deste primeiro encontro.

    VIVA O SOS BOMBEIROS!!!


    sexta-feira, 23 de agosto de 2013

    Cabral prepara a saída pela porta dos fundos

    Reprodução do Brasil 247

    Há muito tempo disse aqui que o governo Cabral terminaria mal. No entanto, reconheço, não imaginava que ele seria enxotado pela maioria do povo do Rio de Janeiro. O final deprimente do seu governo parece que será antecipado para abril. Não interessa a data a cena final será melancólica. Mas me disseram que Cabral anda preocupado com a possibilidade de renunciar e ficar sem mandato, o que em tese possibilitaria a um juiz de primeira instância tomar alguma decisão contra ele. 
    Fonte: Blog do Garotinho

    Justiça do Rio suspende trabalhos da CPI dos Ônibus



    A juíza Roseli Nalin, da 5ª Vara de Fazenda Pública, suspendeu os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Ônibus, na Câmara Municipal do Rio, cuja primeira audiência foi realizada nesta quinta-feira. A decisão atendeu a um mandado de segurança impetrado pela oposição, que pediu a revisão da proporcionalidade da CPI, já que apenas um vereador da oposição faz parte da Comissão.

    No despacho, a juíza Roseli Nalin afirma que "diante dos argumentos apresentados pelos impetrantes e observado que a CPI já instaurada é objeto de impugnação sob o fundamento de vício de ordem formal e material na sua constituição, tenho por suspender o prosseguimento dos trabalhos".

    Fonte: JB

    Mais uma vitória! Somos oposição justa e de verdade! Não pararemos de lutar pelos direitos do nosso povo! Juntos somos fortes!

    quinta-feira, 22 de agosto de 2013

    Primeira sessão da CPI dos Ônibus tem confusão e briga no plenário



     
    Grupo realiza “desbaratização” da Câmara antes do início da CPI dos Ônibus, nesta quinta-feira (22). (Foto: Reynaldo Vasconcelos/Futura Press/Estadão Conteúdo)
    Mariucha Machado Do G1 Rio


    A primeira audiência da CPI dos Ônibus, iniciada às 10h05 desta quinta-feira (22), foi encerrada às 12h50 e marcada por tumulto e confusão. Cerca de 20 minutos após o início, a sessão chegou a ser suspensa em virtude de uma briga entre grupos pró e contra o vereador Chiquinho Brazão (PMDB), presidente eleito da Comissão Parlamentar de Inquérito. Os dois grupos chegaram a se enfrentar fisicamente na galeria do plenário e um sapato foi jogado nos vereadores que compõem a mesa. Em uma confusão nas escadarias do local, dez pessoas foram detidas e encaminhadas à 5ª DP (Mem de Sá).

    Nas galerias da Câmara, o lado direito era composto por manifestantes contrários a Brazão, que mostravam cartazes e baratas gigantes, incluindo alguns vestidos com fantasias de baratas. E, no lado esquerdo, estava um grupo favorável a Brazão. Eles trocavam ofensas verbais, até que chegaram a se enfrentar fisicamente.

    O vereador Chiquinho Brazão (PMDB) mostra sapato arremessado por manifestantes (Foto: EBRS JR./Estadão Conteúdo)

    O vereador Eliomar Coelho (PSol), que propôs a criação da CPI do Ônibus, está na Câmara, mas não participa da sessão por não considerar legítima a formação da comissão, ao desrespeitar o princípio de proporcionalidade. (Veja abaixo a íntegra da nota). Na quarta-feira (21), vereadores de oposição chegaram a entrar com um mandado de segurança na Justiça para pedir a revisão da proporcionalidade da CPI dos Ônibus.

    Por volta das 10h30, o secretário municipal de Transportes do Rio, Carlos Osório, admitiu que o sistema de transporte público da cidade precisa de melhorias. “A Prefeitura do Rio reconhece que o sistema de transporte está em evolução e não está na qualidade adequada. Ainda temos muito para avançar”, justificou.

    Osório terminou seu depoimento na CPI por volta das 12h e afirmou que voltará sempre que for necessário. Em seguida, foi a vez do subsecretário executivo de Transportes, Alexandre Sansão, que saiu sem falar com a imprensa, por volta das 12h30.

    Na saída de Sansão, uma nova confusão ocorreu nas galerias. O programador visual Guilherme Fernandes, de 36 anos, diz que foi agredido por uma das pessoas que apoiam a CPI. "Eu estou cobrindo a CPI desde cedo. Um cara que estava na galeria pediu para não ser identificado. Quando ele estava saindo, ele bateu na minha câmera e faziam sinais de que eu iria 'rodar'. Vocês tinham de verificar de onde eles vieram", contou.

    E os ânimos exaltados levaram integrantes dos dois grupos que estavam no plenário a se enfrentar nas ruas. Manchas de sangue podiam ser vistas na altura da Rua Senador Dantas. O vereador Chiquinho Brazão marcou uma nova audiência para a próxima quinta-feira (29), às 10h.

    Ato promove 'desbaratização' na Câmara
    Antes da sessão, um grupo promoveu uma "desbataratização" em frente à Câmara Municipal do Rio, no Centro. O ato é em referência ao empresário, conhecido como 'Rei do Ônibus', Jacob Barata.

    Grupo realiza “desbaratização” da Câmara antes do início da CPI dos Ônibus, nesta quinta-feira (22). (Foto: Reynaldo Vasconcelos/Futura Press/Estadão Conteúdo)

    A segurança nos arredores da Câmara foi reforçada para a audiência. Uma hora de seu início já havia fila do lado de fora da Palácio Pedro Ernesto, sede do legislativo municipal, para assistir à sessão no plenário. Por volta das 9h20, 120 senhas já tinham sido distribuídas.

    Quatro carros da Polícia Militar estão estacionados em frente à Câmara, enquanto outros dois fecham o acesso à rua lateral da Casa. No local, os pedestres passam por revista policial. Um grupo de manifestantes com instrumentos – alguns deles mascarados – se reúne na Cinelândia.


    Funcionários de um edifício na Rua Álvaro Alvim, nos arredores da Câmara, colocaram tapumes na fachada.

    A convocação da primeira audiência da CPI dos Ônibus foi feita pelo presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, vereador Jorge Felippe (PMDB), e publicada no Diário Oficial de segunda-feira (19).

    Além do secretário de Transportes, Carlos Roberto Osório, serão ouvidos o subsecretário executivo de Transportes, Alexandre Sansão, e o gerente de planejamento da CET-Rio, Hélio Borges.

    Na quarta-feira (21), vereadores de oposição chegaram a entrar com um mandado de segurança na Justiça para pedir a revisão da proporcionalidade da CPI dos Ônibus.

    Fim da ocupação
    Ainda na quarta-feira, os manifestantes que ocupavam o Palácio Pedro Ernesto, desde o dia 9 de agosto, deixaram a Câmara de Vereadores por volta das 14h15, após a chegada de um oficial de Justiça que trazia a ordem de reintegração de posse do local. A saída aconteceu de maneira pacífica.

    Leia a íntegra da nota divulgada pelo vereador Eliomar Coelho (PSol) nesta quinta (22):

    “O vereador Eliomar Coelho (PSol), membro nato e primeiro signatário da CPI do Ônibus, e o vereador Reimont (PT), primeiro suplente, estão presentes na Câmara, mas não participarão da sessão da CPI, assim como os vereadores Paulo Pinheiro (PSol), Jefferson Moura (PSol), Renato Cinco (PSol), Teresa Bergher (PSDB), Marcio Garcia (PR) e Leonel Brizola Neto (PDT).

    Desde quarta-feira passada não são realizadas as sessões ordinárias da Câmara, impedindo que os recursos administrativos que apresentamos fossem apreciados pelo plenário. Seguiremos aguardando a decisão sobre o mérito da ação ainda não julgada e impetrada ontem junto ao Tribunal de Justiça.

    A atual divisão de vagas da CPI afronta o direito de participação das minorias ao dar quatro vagas ao mesmo bloco parlamentar.

    Não consideramos legítimo que um bloco parlamentar que representa 47% do total de vereadores assuma 100% das vagas destinadas a proporcionalidade.”

     

    SAPATADA NA CPI DOS TRANSPORTES



    A Justiça do Rio suspendeu, na tarde desta quinta-feira (22), os trabalhos da CPI do Ônibus, na Câmara Municipal. Vereadores de oposição entraram com um mandado de segurança para pedir a revisão da proporcionalidade da CPI dos Ônibus, já que apenas um vereador da oposição faz parte da Comissão.

    Os vereadores Eliomar Coelho (PSOL), Renato Cinco (PSOL), Jefferson Moura (PSOL), Reimont (PSOL) e Teresa Bergher (PSDB) integram o grupo que entrou com a ação na quarta-feira (21).

    No despacho, a juíza Roseli Nalin, da 5ª Vara de Fazenda Pública, afirma que "diante dos argumentos apresentados pelos impetrantes e observado que a CPI já instaurada é objeto de impugnação sob o fundamento de vício de ordem formal e material na sua constituição, tenho por suspender o prosseguimento dos trabalhos".
    A magistrada intimou, na decisão,  que a autoridade se manifeste, em 48 horas, para que seja tomada uma decisão definitiva. A manifestação deverá ser entregue diretamente no gabinete do juízo.

    Para o vereador Eliomar Coelho (PSOL), a decisão é "magnânima". “Eu acho que a decisão foi magnânima e merece nosso aplauso e agora vamos aguardar os desdobramentos”.

    Vereadores exigem cancelamento de audiência da CPI dos Ônibus

    Grupo vai entrar com mandado de segurança na Justiça, pedindo a revisão da proporcionalidade da Comissão



    Rio - O grupo de oito vereadores da oposição entrará ainda nesta quarta-feira com um mandado de segurança na Justiça, pedindo a revisão da proporcionalidade da CPI dos Ônibus. O pedido virá acompanhado de uma liminar exigindo o cancelamento da primeira audiência pública da Comissão, marcada para esta quinta-feira, às 10h, no Plenário da Câmara.

    Integrante do grupo, a vereadora Teresa Bergher (PSDB) disse que a assessoria jurídica da oposição está terminando de anexar documentos para acionar a Justiça. "Este mandado é baseado no desrespeito à proporcionalidade. Um bloco de 24 vereadores da base governista não pode tomar conta desta CPI e onde está a minoria?", questionou a vereadora.

    Além de Teresa, Jeferson Moura (PSOL), Eliomar Coelho (PSOL), Paulo Pinheiro (PSOL), Reimont (PT), Brizola Neto (PDT), Márcio Garcia (PR) e Renato Cinco (PSOL) integram o grupo de opositores.

    Fonte: O Dia


    quarta-feira, 21 de agosto de 2013

    GUARDA MUNICIPAL FAZEM MANIFESTAÇÃO NA CIDADE

    Entre as reivindicações estão plano de carreira e que a guarda assuma suas funções, muitas vezes exercidas pela Polícia Militar


     Cerca de 100 Guardas Municipais realizam manifestação em frente ao prédio da prefeitura nesta manhã. Eles reivindicavam um diálogo com o prefeito Eduardo Paes para tratar de melhorias salariais da classe . Apos uma rápida assembléia os manifestantes decidiram por rumarem em passeata pela Avenida Presidente Vargas em direção a Candelária finalizando o protesto na Candelária nas escadarias da Câmara dos Vereadores .
    Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores da Guarda Municipal do Rio (Sisguario), João Luis Sousa, entre as diversas reivindicações há dois pontos principais: plano de carreira e que a guarda assuma suas funções, muitas vezes exercidas pela Polícia Militar.
    "Queremos que o prefeito cumpra a lei complementar número 100, de 2009, para criar o planos de carreira. Também reivindicamos que a guarda municipal exerça suas funções de proteger bens, serviços e instalações. Cadê a guarda dentro da Câmara, dentro das escolas? Eles colocam PMs lá dentro", disse.
    Segundo o guarda Jones Barbosa de Moura, a mudança do piso salarial também está entre as revindicações. "Na Guarda, o piso é de R$ 705. Quem está há 20 anos na Guarda ganha R$ 952", lamentou.





    JUSTIÇA DETERMINA REINTEGRAÇÃO DA CÂMARA DO RIO

    Prédio está ocupado há 11 dias por protesto. Despacho do desembargador Fernandy Fernandes, da 13ª Câmara Cível, prevê o emprego da força policial caso necessário. Ele alega que "para o fiel acompanhamento dos trabalhos das comissões e do legislativo em geral, que se realizam em sessões públicas, os manifestantes têm livre acesso aos locais próprios nos horários de funcionamento da Casa Legislativa"



    247 – A qualquer momento pode chegar ao fim a ocupação da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. A Justiça do Rio determinou a reintegração de posse segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal "O Globo". O prédio está ocupado há 11 dias.
    De acordo com o jornal, o despacho do desembargador Fernandy Fernandes, da 13ª Câmara Cível, prevê o emprego da força policial caso necessário. Ainda de acordo com a reportagem, o desembargador considera que "não há necessidade, evidentemente, de se ocupar os recintos do prédio público de uso especial, passando a morar no local, que não está preparado para tanto."
    O magistrado destacou ainda que "não se está discutindo a legitimidade ou não de quaisquer atos de manifestação popular pacífica -- estes hão de ser louvados -- mas, sim, a necessidade de proteção do bem jurídico traduzido na posse do bem imóvel em tela e do patrimônio imobiliário do poder público, que é de todos e que em benefício da coletividade deve ser preservado." Para ele, "para o fiel acompanhamento dos trabalhos das comissões e do legislativo em geral, que se realizam em sessões públicas, os manifestantes têm livre acesso aos locais próprios nos horários de funcionamento da Casa Legislativa."
    Fonte: Brasil 247
    O SISTEMA E SUAS PODEROSAS ARMAS EM 
    DEFESA DOS INTERESSES DO GOVERNO!!!

    REPERCUSSÃO DA NOSSA LUTA NA IMPRENSA



    Uma terça-feira tensa no Congresso Nacional, após um dia de debates sobre as votações que iriam ocorrer à noite. Depois de muitas negociações, os líderes da base aliada do governo e o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e do Senado, Renan Calheiros, decidiram levar a votação apenas quatro dos seis vetos que trancam a pauta da Casa.  

    Mas, antes dos trabalhos começarem no Congresso, o plenário da Câmara foi invadido por manifestantes que defendiam a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300, que institui o piso nacional para policiais militares e bombeiros, e também pelos que defendiam a manutenção do veto ao Ato Médico.

    Por causa da ação dos manifestantes, o presidente da Casa, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) suspendeu a sessão até que todos se retirassem do plenário. Alguns parlamentares negociaram a saída dos manifestantes e eles começaram a deixar pacificamente o plenário.

    Fonte: JB

    JUNTOS SOMOS FORTES!

    terça-feira, 20 de agosto de 2013

    POLICIAIS E BOMBEIROS PROTESTAM NA CÂMARA PELA VOTAÇÃO DA PEC300

    Manifestantes ocupam plenário da Câmara dos Deputados

    Bombeiros e Policiais de vários estados já tinham ocupado o Salão Verde da Casa.
    Eles cobram votação de proposta que cria piso salarial nacional.


    BRASÍLIA — Um grupo de policiais invadiu o plenário da Câmara dos Deputados por volta das 18h desta terça-feira. Eles querem que seja votada a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 300, projeto que iguala o piso salarial de agentes de segurança (policiais e bombeiros) em todo o país. Quando o grupo invadiu o plenário, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) assumiu a presidência da sessão, para pedir calma e respeito aos manifestantes.
    O grupo se manifesta desde o começo da tarde na Câmara, e já havia ocupado o Salão Verde, que dá acesso ao plenário. Eles foram recebidos pelo presidente da Câmara mais cedo, que afirmou que a questão deve ser analisada com o governo, por causa dos impactos fiscais. A promessa é que será criado um grupo de trabalho para discutir a questão, até o dia 16 de setembro.
    Segundo os seguranças da Câmara, cerca de 300 policiais participam do protesto no Salão Verde. Eles estendem faixas e bandeiras de seus estados de origem.









    CPI DOS ÔNIBUS

    OCUPAÇÃO DA CÂMARA DOS VEREADORES CONTINUA

    Apesar dos temores em relação à segurança da Câmara, o presidente da Casa, vereador Jorge Felippe (PMDB), publicou no Diário Oficial desta segunda-feira a convocação da primeira audiência da CPI dos Ônibus para o plenário do Palácio Pedro Ernesto, às 10h da próxima quinta-feira. Com isso, deverá ser o dia de trabalho da comissão com maior participação popular, já que nas galerias cabem cerca de 300 pessoas. O Salão Nobre e o Cerimonial, locais dos encontros anteriores, tinham capacidades menores.
    Serão ouvidos o atual secretário de Transportes, Carlos Roberto Osorio; o subsecretário Executivo de Transportes, Alexandre Sansão; e o gerente de planejamento da CET-Rio, Hélio Borges. Também no Diário Oficial desta segunda, Jorge Felippe indeferiu um pedido de vereadores de oposição que queriam que fosse cancelada a primeira reunião da CPI, que culminou com a eleição do vereador Chiquinho Brazão (PMDB) como presidente. Professor Uóston (PMDB), líder do bloco do governo, ficou com a função de relator.



    fonte: Jornal Extra

    Câmara fará primeira audiência da CPI dos Ônibus no plenário da Casa

    Manifestantes lavaram a escadaria da Câmara dos Vereadores no domingo - Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo
    RIO - Apesar dos temores em relação à segurança da Câmara, o presidente da Casa, vereador Jorge Felippe (PMDB), publicou no Diário Oficial desta segunda-feira a convocação da primeira audiência da CPI dos Ônibus para o plenário do Palácio Pedro Ernesto, às 10h da próxima quinta-feira. Com isso, deverá ser o dia de trabalho da comissão com maior participação popular, já que nas galerias cabem cerca de 300 pessoas. O Salão Nobre e o Cerimonial, locais dos encontros anteriores, tinham capacidades menores.
    Serão ouvidos o atual secretário de Transportes, Carlos Roberto Osorio; o subsecretário Executivo de Transportes, Alexandre Sansão; e o gerente de planejamento da CET-Rio, Hélio Borges. Também no Diário Oficial desta segunda, Jorge Felippe indeferiu um pedido de vereadores de oposição que queriam que fosse cancelada a primeira reunião da CPI, que culminou com a eleição do vereador Chiquinho Brazão (PMDB) como presidente. Professor Uóston (PMDB), líder do bloco do governo, ficou com a função de relator.
    Fonte: Jornal O Globo

    Que comece o próximo round! Junto com o povo venceremos esta luta contra a corrupção!




    segunda-feira, 19 de agosto de 2013

    Novo comando da PM só pode ter enlouquecido





    Reprodução do Globo online
    Reprodução do Globo online


    Não sei quem teve essa idéia de jerico. Mas vejam vocês o delírio completo. A PM quer que o Estado ceda um terreno para criar um "manifestódromo". Evidentemente esse terreno não ficaria nem no Centro, muito menos na Zona Sul. Se depender da PM o ideal é que fique bem longe, na Zona Oeste. Seria uma boa distribuir uns exemplares da Constituição para o comando da PM. Eu até concordo que estão sendo ultrapassados alguns limites em alguns protestos. Porém, numa democracia não se pode impedir as pessoas de se manifestarem ordeiramente. Bem que Cabral gostaria, mas é completamente inviável essa loucura do novo comando da PM.