Protestos mudam percurso do papa Francisco no Rio

Segurança da Jornada Mundial da Juventude veta trajeto do centro ao Palácio Guanabara. Pontífice usará helicóptero para ir até a sede do governo do estado



Os protestos previstos para o Rio durante a Jornada Mundial da Juventude já alteram o roteiro do papa Francisco em sua chegada à cidade. A segurança do evento vetou o trajeto que o pontífice faria de Papamóvel do centro da cidade até o Palácio Guanabara, sede do governo estadual, para o primeiro compromisso oficial no Brasil. No planejamento inicial, o pontífice sairia do Aeroporto Internacional do Galeão, iria até um ponto do centro de carro fechado, embarcaria no papamóvel e seguiria até o Guanabara.
O novo percurso considera que, do centro, Francisco seguirá para o Aeroporto Santos Dumont e, de lá, irá de helicóptero para o Guanabara, onde será recepcionado pela presidente Dilma Rousseff e autoridades locais. O plano inicial da igreja era utilizar o Papamóvel em todos os trajetos na cidade – o que foi vetado pelo planejamento de segurança.
O Exército afirmou que vai isolar a área da sede do governo, onde aconteceram três protestos violentos entre manifestantes mascarados e policiais militares. Como mostrou reportagem do site de VEJA, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão do Exército ligado à Presidência da República, decidiu isolar o Guanabara, com bloqueios em ruas próximas para impedir a aproximação de manifestantes.
Sérgio Cabral – Depois de um longo período sem falar em público – o último pronunciamento foi em 21 de junho – o governador Sérgio Cabral afirmou, em uma entrevista coletiva no início da tarde desta sexta-feira que o Rio está preparado para garantir a segurança da Jornada Mundial da Juventude (JMJ 2013). Segundo o governador, apesar de uma oferta de ajuda feita pela presidente Dilma Rousseff, não há necessidade de mais reforços para o estado. Segundo o governador, as forças estaduais de segurança e o auxílio do Exército, que cuidará de algumas áreas do evento, são suficientes para garantir tranquilidade à população e aos visitantes.
“A presidente Dilma me ligou ontem por volta das sete da noite, manifestando sua solidariedade e seu apoio e seu estarrecimento e, como sempre, colocando-se à disposição. Eu disse que não era necessário. Teremos o Exército presente no evento do papa”, afirmou.

Vandalismo não! Mas não seria nada mal o papa ouvir a voz do povo nas ruas denunciando toda sujeira existente no Estado e no País!

Comentários

  1. Ele sabe,está fazendo ouvido de mercador.O mundo todo tem conhecimento,só papa não sabe?

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