sexta-feira, 19 de abril de 2013

APOIO AOS MORADORES DO HORTO.


Um grupo de 150 moradores do Horto, comunidade vizinha ao Jardim Botânico, além de integrantes de diversos movimentos sociais, manifestação na sede do Ministério da Fazenda, na Avenida Presidente Antônio Carlos, no Centro do Rio. Alguns representantes entraram no prédio para protocolar um pedido de regularização fundiária. A intenção é frear a onda de desapropriações na localidade. No início deste mês, três famílias tiveram que deixar suas casas diante de uma ordem de despejo expedida pela Justiça.
De acordo com a presidente da Associação de Moradores do Horto (Amahor), Emília Maria de Souza, os moradores vieram protocolar "um pedido de regularização fundiária da comunidade na secretaria de Patrimônio da União". 
Para a representante do grupo, "a questão do Horto envolve preconceito social,  porque quem começou uma campanha pela remoção dos moradores da área pobre foi a Associação de Moradores do Jardim Botânico". A retirada, por sua vez, deve-se ao fato de o bairro da Zona Sul "ser muito valorizado", dispara Emília, numa clara referência aos arranha-céus e mansões que ocupam o bairro do Jardim Botânico. 
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A proposta inicial do Instituto Jardim Botânico, que administra o parque centenário, foi de levar as três famílias já retiradas de suas casas para o abrigo João XXIII e manter os pertences dos moradores em conteiners dentro do Jardim Botânico. No entanto, após uma negociação, os moradores conseguiram se mudar para casas no Centro e na Tijuca.
Por enquanto um processo do Tribunal de Contas da União (TCU) contra os moradores do Horto foi favorável ao TCU. No entanto, um recurso pedido pelos moradores está prestes a ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal,  cujo relator é o ministro Joaquim Barbosa.
"Até a decisão do TCU, contrária aos moradores do Horto, ficou determinado que não deveria ocorreria remoção enquanto não houvesse a demarcação do parque. Por isso, as três remoções que já aconteceram são ilegais", ressalta Emília. 
Morador do Morro da Babilônia, outra comunidade da Zona Sul, André Luiz Abreu de Souza também participa de manifestação pela regularização fundiária do Horto.
"Nós que pertencemos à população pobre só valemos para servi-los (população da Zona Sul). Mas não servimos para morar perto deles. O que esquecem é que temos, sim, o direito de morar na Zona Sul, já que ajudamos a construir esta cidade", destaca o ativista.
O deputado federal Edson Santos (PT), que tem parentes vivendo no Horto, também integra comitiva que entrega a representação no Ministério da Fazenda, assim como o vereador Márcio Garcia (PR). 

Um comentário:

  1. Alguém ainda tem dúvidas,a respeito do nosso VEREADOR MÁRCIO GARCIA,só pedimos a todos,deixem os recalques de lado e deem TRANSPARÊNCIAS em qualquer situação seja lá qual for e até em reuniões em chamados GRUPOS FORMADOS,onde estão se perdendo e deixando dúvidas quanto as suas POSTURAS em busca DA DIGNIDADE,pois quem quer DIGNIDADE E FALA EM UNIÃO,não podem estar sempre formando grupos até em conversas com PARLAMENTARES,até para podermos informar nas UNIDADES o que está acontecendo e qual o REAL PROPÓSITO da ASSOCIAÇÃO E TODOS OS ENVOLVIDOS,não deixem DÚVIDAS NAS CABEÇAS DOS MILITARES,pois senão perdem a CREDIBILIDADE,pedimos TRANSPARÊNCIA e mais MILITARES venham a participar das conversas e reuniões seja lá com quem for as escondidas,pois estão fazendo muito isso.QUEM QUER ESSÊNCIA E DECÊNCIA TEM QUE DAR BONS EXEMPLOS OU EXCELENTES EXEMPLOS.Lá no começo tudo andava mais rápido pois usavam o nome de JESUS com propósito real,agora deixam dúvidas até em se tratando de usar o nome DO LÍDER JESUS CRISTO EM VÃO.ESTÃO SE PERDENDO,deem uma real direção a nossa tão sonhada DIGNIDADE,NINGUÉM É BOBO E NINGUÉM GOSTA DE SER ENGANADO,com os erros estão enganando a si PRÓPRIO e continuar assim vão DENEGRIR A IMAGEM DO CBMERJ,pois onde tem SER HUMANO JÁ É COMPLICADO E EM SE TRATANDO DE PODER E DINHEIRO ENTÃO O HOMEM SE PERDE.MASSIFICAR É PRECISO PARA VER SE ACORDAM.JUNTOS SOMOS FORTES OU JUNTOS SÃO SÓ INTERESSES PESSOAIS.

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