quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

É melhor prevenir do que remediar!

Eduardo Paes eleva multa para quem não tem alvará
  • Punições levarão em conta o Código de Defesa do Consumidor, que estabelece sanções de até R$ 6 milhões
 Repressão. Paes também anunciou reforço de fiscalização: “minha determinação é lacrar e perguntar depois” Foto: Cléber Júnior / Cléber Júnior/24-2-2011
Repressão. Paes também anunciou reforço de fiscalização: “minha determinação é lacrar e perguntar depois” Cléber Júnior / Cléber Júnior/24-2-2011
RIO — Ainda sob o impacto do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que vitimou até agora 235 pessoas, o prefeito Eduardo Paes anunciou ontem que vai aumentar a multa administrativa para eventos realizados sem autorização ou que desrespeitem os alvarás expedidos pelo poder público municipal. Em decreto que será publicado hoje no Diário Oficial, Paes determina que as punições passem a levar em consideração o Código de Defesa do Consumidor, que estabelece multas de R$ 100 mil a R$ 6 milhões para quem descumprir as regras, conforme o tipo e a dimensão do evento.

Fonte: O Globo
Mais uma vez observamos uma resposta por parte da prefeitura do Rio,
 motivada pela ocorrência de uma tragédia. Aqui na cidade do Rio de 
Janeiro em 2011, acompanhamos o horror das consequências 
desastrosas da explosão do restaurante Filé Carioca, na Praça Tiradentes, 
em 2011. Somente depois da tragédia a prefeitura deixou de expedir 
alvarás provisórios para estabelecimentos que não  possuíam alvarás do 
Corpo de Bombeiros.
Esperamos ansiosos pelo nascimento da nossa Comissão Permanente de 
Defesa Civil,  pois através das ações preventivas realizadas pela 
comissão, deixaremos com a graça de Deus de chorar, por motivo de 
tragédias, que podem e serão evitadas.

ALGUNS DESTACAMENTOS

Ricardo de Albuquerque, Parada de Lucas e Realengo. Destacamentos que sustentam em assistência seus bairros; e não poderíamos deixar de visitá-los. Por aqui a Bombeirada fecha bonito com a agente, sem palavras para agradecer o apoio e incentivos para continuar a me dedicar cada vez mais às causas de nossa briosa corporação.
Avante. 






quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PARABÉNS PELA INICIATIVA !!

Gostaria de parabenizar o advogado Carlos Azeredo pelo excelênte trabalho prestado a sociedade. Na qualidade de fiscalizador do poder executivo municipal, sinto-me na obrigação de exaltar iniciativas verdadeiras e transparentes como essa.

Mais um supersalário


                                                  Corregedor acumula dois rendimentos
 
 
 
 
Depois de José Mariano Beltrame e quatro delegados federais (Mais detalhes em Acima do Teto), descobre-se que mais um integrante da cúpula da secretaria de Segurança do Rio recebe rendimentos acima do teto do Supremo.
 
Responsável por demitir centenas de servidores nos últimos quatro anos, o corregedor-geral unificado Giuseppe Vitagliano acumula o salário de desembargador aposentado (cerca de 28 000 reais) e o cargo comissionado na secretaria de 15.065,45 reais.
 
O advogado Carlos Azeredo, que já questiona Beltrame na Justiça pela mesma situação, acaba de processar Giuseppe cobrando a devolução aos cofres públicos do valor acima do teto recebido desde 2009. Foi justamente por causa da ação de Azeredo que o Ministério do Planejamento cortou o salário de Beltrame e quatro delegados no ano passado (Mais detalhes em Contracheque menor).
 
Giuseppe afirma que os seus rendimentos atuais estão amparados em parecer da Procuradoria Geral do Estado. Um parecer do CNJ, no entanto, atesta que o acúmulo de salários é permitido, mas receber acima do teto do STF é ilegal.
 
Por Lauro Jardim

Fonte: vejaonline

A COMISSÃO DE DEFESA CIVIL QUE QUEREMOS


Foi levado ontem ao protocolo da Câmara Municipal do Rio de Janeiro o Projeto de Resolução de nossa autoria, para criar a Comissão Permanente de Defesa Civil.
Considerando que nossa cidade vem sofrendo há décadas com as terríveis consequências de diversos desastres, tais quais:  deslizamentos causados pelas fortes chuvas, desabamentos, explosões como vista no restaurante completamente destruído na Praça Tiradentes, dentre outros males, que podem ser erradicados ou minimizados com a ajuda desta comissão voltada aos interesses da população, através de um conjunto estruturado de políticas voltadas para a integração e mobilização da sociedade, com foco na defesa da vida.
A comissão terá  atuação fiscalizadora no que tratar de assuntos relativos a Defesa Civil em nossa cidade, além de orientar ações minimizadoras de desastres e principalmente sugerir, elaborar e participar ativamente de ações preventivas com fito na proteção da população, pelo respeito à cidadania e na garantia dos direitos fundamentais. 
Amplamente divulgada pela mídia de todo o mundo, a tragédia da boate em Santa Maria(RS), poderia ter sido evitada através um trabalho sério desta natureza.
Nosso lema sempre será: Vidas Alheias e Riquezas Salvar!

Protocolo da Proposição do Projeto

2º GBM E 1/2 DBM

Tivemos a honra de participar da formatura matinal no 2º GBM - MEIER, último GBM que trabalhei como bombeiro da ativa, já estou sentindo falta destas solenidades, uma pena que na câmara não tenha... Mas deixando de lado este assunto, quero agradecer a atenção e cordialidade que praças e oficiais nos receberam, a começar pelo comandante  Ten Cel Saldanha.
Depois de uma bela receptividade como a que foi, retornarei logo logo.







Aqui chegávamos em Ramos onde alinhamos ideias e projetos.





terça-feira, 29 de janeiro de 2013

MUSEU DO ÍNDIO TOMBADO ! JÁ OS ÍNDIOS...



Índio na Aldeia Maracanã, em foto de arquivo da Ag Brasil
Governo aceitou tombar local, mas mantém decisão de retirar índios do local
O governo do Rio de Janeiro anunciou nesta segunda-feira que vai tombar o Museu do Índio, no Maracanã, espaço alvo de disputa entre indígenas que ocupam o lugar e os responsáveis pelo projeto de reforma dos entornos do estádio de mesmo nome para a Copa do Mundo de 2014.
Ainda assim, continua incerto o destino das famílias indígenas que moram ali, já que o museu será, segundo o governo, "desocupado" para que o espaço possa ser reformado - a desocupação é rejeitada pelos índios.
"O Estado ouviu as considerações da sociedade a respeito do prédio histórico, datado de 1862, analisou estudos de dispersão do estádio e concluiu que é possível manter o prédio no local", diz nota divulgada pelo governo estadual.
O museu, que pertence ao governo, está fechado há seis anos, período em que o local passou a ser ocupado por tribos de diversas etnias que criaram a chamada "Aldeia Maracanã".
A área, na zona norte do Rio, ia ser demolida como parte da modernização da arena para o evento futebolístico. Agora, o governo recua da decisão, mas mantém a intenção de desocupar o local.
"O governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes vão agora tomar a iniciativa de fazer o tombamento do imóvel", afirma o comunicado oficial. "O governo está tomando as devidas providências para que o local seja desocupado dos seus invasores."

'Inegociável'

A secretaria estadual de Assistência Social informou à BBC Brasil que a proposta feita aos índios é de criar um conselho de cultura indígena e um centro de referência para os atuais moradores da Aldeia Maracanã. Até que estes espaços ficassem prontos, os índios morariam em abrigos temporários.
O defensor público federal Daniel Macedo disse que levou o comunicado aos índios, mas que eles rejeitam abandonar o local e têm amparo legal para isso.
"É inegociável", diz Macedo à BBC Brasil. "O prédio é um repositório de memórias. Não confiamos (na oferta do governo), que pode voltar atrás no tombamento. E os índios não são invasores, como diz o comunicado. Pela posse prolongada (desde 2006), eles adquiriram o usucapião (direito à posse do imóvel) coletivo."
Ele ressaltou, porém, que está discutindo com os índios - ele estima que cerca de 65 ocupem a aldeia - a proposta da criação de um centro de referência feita pela Assistência Social.
O que desde já não é aceito, segundo ele, é a proposta de levar os índios a um abrigo e pagar-lhes bolsa moradia. "Isso é incompatível (com seu estilo de vida), é um tiro na cabeça do índio, que tem uma relação intrínseca com a terra", diz Macedo. "Isso desagregaria famílias e amigos."

Destino a ser discutido

No que diz respeito ao tombamento, o restauro do prédio do Museu do Índio ficará a cargo do concessionário vencedor da licitação do Complexo do Maracanã, cujo edital sairá em fevereiro, diz a nota oficial do governo.
E o destino do local após esse processo "será discutido entre o governo do Estado e a Prefeitura do Rio de Janeiro".
Na semana passada, a BBC Brasil informou que técnicos de órgãos das três esferas de governo (federal, estadual e municipal) ligados à preservação de patrimônio público haviam manifestado objeções à demolição, defendendo o tombamento do Museu do Índio.
Na quarta-feira passada, nota no site do Ministério da Cultura informava que a ministra Marta Suplicy também manifestou apoio à preservação do local, seguindo recomendação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Fonte:  BBC Brasil

 O governador resolveu tombar em fim o Museu do Índio, em contrapartida quer expulsar os índios da Aldeia Maracanã de sua terra. Parece até que já vi este "filme", um governador contrariado por ser pressionado pelo povo, é obrigado por conta do contexto social a retroceder, mas não deixa barato para àqueles que se opõem a sua vontade.
As situações parecem que se repetem, pois acontece agora com os índios algo muito semelhante com o que houve a pouco tempo em nossa amada corporação, quando milhares de pessoas entre civis e militares, clamavam ao governo soluções para os problemas graves da corporação: melhores condições de trabalho e salarial para o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Aí não teve jeito, o governador cedeu, ainda que em parte através da chegada de algum material, de um discreto e parcelado aumento salarial e um novo plano de carreira, mas também foi violento em seu contra-ataque expulsando bombeiros militares da sua corporação.
Parece uma espécie de vingança contra quem está disposto a lutar por justiça e acaba contrariando seus interesses! Sofreram com esta injusta atitude os bombeiros e agora são os índios que estão sendo alvejados. Quem serão os próximos a serem explodidos pelo governador?

QUEM É QUEM É? CSM NO LOCAL.

Já ao chegarmos fomos recebidos pela simpática e amiga dos bombeiros, tia do estacionamento. Depois nos dirigimos ao interior do CSM acompanhado pelo oficial de dia, que com urbanidade nos conduziu para cumprimentarmos a todos os militares de serviço; Passamos também no GEP onde falamos com os acautelados e ofertamos todo apoio afim de que tenham outra oportunidade de recomeçarem suas carreiras. Visita 11, os bombeiros desta unidade são realmente especiais.



Bem... desta vez os meus acompanhantes foram tratados com mais respeito pelo comando e fora ofertado o corpo da guarda para me esperarem, enquanto transitava na unidade. Muito mais cortez e educado da parte do comando. Parabéns pela atitude sensata.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

PRESTAÇÃO DE CONTAS DA DEPUTADA CLARISSA GAROTINHO

Na semana passada estivemos na prestação de contas da deputada Clarissa Garotinho, juntamente com outros amigos e lideranças políticas. Toda explanação não deixou dúvidas sobre o belo trabalho que esta jovem deputada vem realizando em nosso estado, seu compromisso com os mais necessitados e carentes são verdadeiros e sinceros.
Desejamos a ela e toda sua equipe de trabalho muita saúde e sucesso nos próximos projetos que já estão em andamento







ALDEIA MARACANÃ: UM ALIVIO



Aldeia Maracanã: medida cautelar de urgência impede a demolição do prédio

Liminar foi deferida neste sábado (26), no cartório do Plantão Judicial 


Jornal do BrasilÍris Marini


Os índios que ocupam a Aldeia Maracanã, localizada no antigo Museu do Índio, na Zona Norte do Rio, têm mais um motivo para comemorar: uma liminar foi deferida neste sábado (26), em medida cautelar de urgência, que impede a demolição do prédio do antigo Museu do Índio. 
A medida cautelar de urgência, concedida pelo juiz André Tredinnick, do processo de número 0027898-29.2013.8.19.0001, obriga o Estado a não realizar a demolição do prédio, mesmo tendo entregado uma ordem de despejo  aos índios da aldeia, com prazo máximo até este domingo (27). Além disso, a liminar também determina que caso venha a ser descumprida, poderá ser aplicada uma multa de R$ 60 mihões, "determinando ainda a citação dos réus e sua intimação para cumprimento da liminar".
Novamente, medidas legais dão um refresco aos indígenas que vivem naquela aldeia, como aconteceu na semana passada, quando o desembargador Raldênio Bonifacio Costa, vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) concedeu o prazo de dez dias para a União se manifestar sobre o pedido de reformulação da decisão que permitiu a remoção da Aldeia Maracanã e a demolição do prédio do antigo Museu do Índio.

Índios têm mais uma chance de vencer na campanha a favor da Aldeia Maracanã
Índios têm mais uma chance de vencer na campanha a favor da Aldeia Maracanã

Para a Aldeia Maracanã, "a vitória é parcial, mas já é motivo de comemoração". A advogada criminal Victoria de Sulocki, que apoia a preservação do prédio do antigo Museu do Índio e a permanência dos índios da aldeia está feliz com a medida, mas alerta: "Esta é uma liminar que vai valer apenas enquanto o processo não for julgado. Nós sabemos que o julgamento é do interesse de todos e por isso mesmo, ele não deve demorar a acontecer", afirma.
Na decisão, diz-se que "(...) a questão se prende especialmente a uma política de reformulação urbana que despreza declarações internacionais e ignora mandamentos expressos na Constituição Federal. Em primeiro lugar, os direitos fundamentais das comunidades indígenas são tutelados pela Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas que foi aprovada em Assembléia Geral da ONU em 13 de setembro de 2007, que foi objeto de adesão da República Federativa do Brasil (...)".
Em outro trecho, é afirmado pelo juiz que "o dano irreparável de demolir-se imóvel histórico, como reconhecido pelo INEPAC, pelo CREA-RJ, pelo Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro e pela Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF, de valor antropológico reconhecido pelo antropólogo e ex-presidente da Funai Mércio P. Gomes, não é apenas injustificável, como vai em sentido contrário à política ufanista de reformulação urbana para atender evento transitório da Copa do Mundo". 
"A Fifa manifesta-se através de ofício de 24/09/12 que ´nunca solicitou a demolição do antigo Museu do Índio´. Assim, não há nenhuma justificativa para a desocupação do imóvel ou sua demolição. Isso posto, defiro a concessão de tutela de urgência para impor aos réus a obrigação de não-fazer, consistente em não-demolir imóvel localizado na rua Mata Machado n. 127, Maracanã, Rio de Janeiro, RJ, o antigo ´Museu do Índio´, sob pena de multa de R$ 60.000.000,00 (sessenta milhões de reais), determinando ainda a citação dos réus e sua intimação para cumprimento da liminar", diz o documento.
Entenda o caso
O prédio do antigo museu, que fica dentro das imediações da Aldeia Maracanã, ocupa área de cerca de mil e seiscentos metros quadrados, está desativado há 34 anos. No terreno vivem índios de diferentes etnias. O governo estadual do Rio de Janeiro alega que pretende usar a área para atender exigências da FIFA, referentes à adequação do estádio do Maracanã para receber os jogos da Copa das Confederações, em 2013, e da Copa do Mundo, em 2014. A Fifa, porém, em documentos encaminhados à defensoria Pública da União desmentiu que exija a demolição do edifício.
Diversas figuras públicas já se manifestaram a favor da preservação da aldeia e do antigo museu, como a atriz Letícia Sabatella, o cantor Chico Buarque e, recentemente, a ministra da Cultura, Marta Suplicy.
Novos amigos


Estivemos presente no Campeonato Beneficente de Futebol de Inhaúma, onde fomos muito bem recebidos pelos integrantes das equipes e população local. Aproveitamos a oportunidade, para discutir e encontrar soluções para solucionar os problemas enfrentados pelos moradores daquela região.
Entraremos em contato com os órgãos competentes, a fim de solucionar as questões que nos foram apresentadas: limpeza e desobstrução da rede de esgoto, iluminação de áreas de lazer, entre outras questões de grande relevância para a comunidade.

Estamos trabalhando para construir um mandato exemplar!



Dono de boate e vocalista de banda 

são detidos após incêndio no RS




Um dos proprietários da casa noturna estava em um hospital de Cruz Alta.
Dois integrantes da banda foram presos na cidade de Mata.

Tahiane Stochero
Do G1, em Santa Maria

A polícia deteve na manhã desta segunda-feira (28) um dos donos da boate Kiss e dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, segundo informações do delegado Sandro Meinerz. Um incêndio no momento em que o grupo musical se apresentava na madrugada do domingo deixou 231 mortos na casa noturna de Santa Maria (RS).
Elissandro Sphor, conhecido como Kiko, um dos donos da casa noturna, foi preso em um hospital de Cruz Alta. O vocalista e um responsável pela segurança do palco da banda foram detidos na cidade de Mata. O vocalista foi detido durante o velório do gaiteiro Danilo Jaques.
Segundo o Hospital Santa Lúcia, de Cruz Alta, Sphor está em estado regular por ter inalado fumaça e deve seguir internado por dois dias. De acordo com a polícia, ele sai direto do hospital para Santa Maria.
O dono da boate e os integrantes da banda tiveram o pedido de prisão temporária de cinco dias decretada pelo juiz Regis Adil Bertolin durante a madrugada desta segunda-feira.
O outro proprietário da casa noturna também teve prisão temporária decretada, mas ainda não foi preso. Segundo a polícia, ele deve se entregar ainda nesta segunda.
"Desde a madrugada, estávamos monitorando as casas dos donos da boate e com equipes de policiais nas ruas tentando localizá-los", disse ao G1 o delegado Sandro Meinerz.
Em entrevista à Rádio Gaúcha antes da prisão de Kiko, o advogado Jader Marques disse que o dono da boate foi a Cruz Alta para se submeter a um tratamento de desintoxicação e que a viagem foi informada para as autoridades. Ele também disse que seu cliente prestou todo atendimento às vítimas.
"Esta tragédia também está marcando o Kiko e toda a sua família. Todas as pessoas naquela boate eram amigas dele. Ele esteve lá recebendo, atendendo. Perdeu funcionários", disse o advogado.
Depoimento

O dono da boate Kiss também negou tenha ordenado aos seguranças que impedissem a saída dos jovens da festa na hora que o fogo começou. Sphor, que estava na boate quando a tragédia ocorreu, negou ainda ter retirado do local o computador que armazenava as imagens gravadas pelas câmeras de segurança da boate. O gravador sumiu do local, segundo Meinerz, responsável pelo caso.
Incêndio
O incêndio começou por volta das 2h30 de domingo, durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, que utilizou sinalizadores para uma espécie de show pirotécnico. Segundo relatos de testemunhas, faíscas de um equipamento conhecido como "sputnik" atingiram a espuma do isolamento acústico, no teto da boate, dando início ao fogo, que se espalhou pelo estabelecimento em poucos minutos.


O incêndio provocou pânico e muitas pessoas não conseguiram acessar a saída de emergência. A festa "Agromerados" reunia estudantes da Universidade Federal de Santa Maria, dos cursos de pedagogia, agronomia, medicina veterinária, zootecnia e dois cursos técnicos.
Pelo menos 101 das vítimas identificadas eram estudantes da Universidade Federal de Santa Maria, segundo informou a instituição em sua página na internet.
O comandante do Corpo de Bombeiros da região central do Rio Grande do Sul, tenente-coronel Moisés da Silva Fuch, disse que o alvará de funcionamento da boate estava vencido desde agosto do ano passado.
"Fatalidade"
Por meio dos seus advogados, a boate Kiss se pronunciou sobre a tragédia. A direção do estabelecimento classificou o ocorrido como uma "fatalidade", afirmou que a empresa está em "situação regular" e à disposição das autoridades. A nota foi emitida pelo grupo de advogados associados Kümmel & Kümmel, que representa os proprietários da boate.

Público
O número de total de pessoas que estavam no interior da boate Kiss no momento em que o incêndio começou ainda é desconhecido. Segundo informações da própria casa noturna, a capacidade máxima é para mil clientes.

De acordo com o delegado Sandro Meinerz, que é responsável pela perícia, informações coletadas pelas equipes de investigação dão conta de que o público na hora da tragédia era de aproximadamente mil pessoas. O Corpo de Bombeiros, no entanto, estima que o número era maior, perto de 1,5 mil.







Estudantes que sobreviveram à tragédia relataram que, inicialmente, seguranças da boate tentaram impedir a saída dos clientes, mas que logo perceberam a fumaça e liberaram a passagem.

O capitão da Brigada Militar Edi Paulo Garcia disse que a maioria das vítimas tentou escapar pelo banheiro do estabelecimento e acabou morrendo. "Tirei mais de 180 pessoas dos banheiros. Eles estavam tentando fugir", disse.

Resgate

Muitas pessoas que conseguiram sair da boate ajudaram a socorrer as vítimas. "A gente puxava as pessoas pelo cabelo, pela roupa, muita gente saía só de calcinha e cueca, muitas sem camiseta, talvez para se proteger da fumaça", disse o jovem Murilo de Toledo Tiecher.

Fonte : G1
.
Que Deus cuide dos feridos e conforte os familiares dos que se foram.

A UPP (unidade de polícia pacificadora) deveria se chamar UTT (unidade de transferência de traficantes)

Vídeo exibe desfile de fuzis em favela da Zona Norte do Rio
Gravação obtida por VEJA mostra que Complexo do Lins se tornou bunker de bandidos fugidos de morros onde o estado ergueu UPPs
Leslie Leitão
LIVRE CIRCULAÇÃO - Bando armado de fuzis e pistolas e portando pacotes de munição pesada (no detalhe, à esq.) escolta o traficante PL (de camisa listrada), um dos chefes do crime no Rio: a UPP se instala e a bandidagem muda de endereço
O Complexo do Lins, um conjunto de onze favelas encravado na banda mais pobre da Zona Norte carioca, está sob o domínio da bandidagem há quatro décadas. Até recentemente, cumpria papel apenas secundário na organização da principal facção criminosa do Rio de Janeiro, o Comando Vermelho. Mas os tempos agora são outros - e ainda mais nefastos. Um vídeo gravado no início do mês pela polícia e obtido com exclusividade por VEJA mostra que o lugar se converteu em um grande bunker do tráfico, servindo de abrigo a marginais refugiados de vários morros do Rio. Eles se bandearam para o Complexo do Lins justamente depois que o estado fincou em seus enclaves bases permanentes - as chamadas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) -, dificultando suas atividades. Preferiram assim se encastelar em um naco da cidade onde os bandidos é que dão as ordens.
As cenas trazidas a público espantam pela naturalidade com que a quadrilha perambula pelas vielas do novo QG do crime à luz do dia, promovendo um desfile de pistolas, granadas e fuzis, e espalhando o terror por onde passa. No vídeo, de cinco minutos e quarenta segundos, um dos bandidos ainda deixa entrever em um saco de lixo papelotes de cocaína, evidência inconteste de que as atividades da gangue só mudaram mesmo de endereço. Em outro trecho, o comboio armado cruza com um morador da favela, que não desgruda os olhos de uma pipa, obedecendo com disciplina à regra elementar da convivência com os criminosos: jamais encará-los. A cena, segundo a polícia, mostra a escolta de um dos chefões do tráfico na cidade, Paulo César Souza dos Santos, 41 anos, o PL, também conhecido como Paulinho Muleta, por ser manco da perna esquerda. Foragido desde 2009, esse marginal alastrou seu raio de poder por sete morros, entre a Zona Norte e a Baixada Fluminense. Mesmo longe de sua favela de origem, o Morro da Formiga (ocupado pela polícia em 2010), Muleta continua na ativa, agora reinando no Complexo do Lins, como revela de forma inequívoca o vídeo obtido por VEJA.
As imagens foram captadas a distância pelo Serviço Reservado do Batalhão de Choque da Polícia Militar e chegaram às mãos da Secretaria Estadual de Segurança, que determinou a instauração de um inquérito na delegacia da região. Nas últimas semanas, o Complexo do Lins foi palco de uma dezena de operações policiais - uma delas logo depois do Natal, quando uma menina de 10 anos foi atingida na cabeça por uma bala perdida e acabou morrendo no hospital por falta de atendimento médico. Nenhuma dessas ações recentes, no entanto, pôs um ponto final na farra da bandidagem. A geografia da área é um grande obstáculo, com seu emaranhado de becos e vielas e uma infinidade de acessos que se descortinam por matagais que só os bandidos conhecem como a palma da mão. A polícia está convicta de que muitas outras quadrilhas egressas de favelas com UPPs estão entocadas ali. “Essas imagens são apenas a ponta do iceberg. Sabemos que há um enxame de bandidos refugiado naquele complexo de favelas”, afirma um inspetor da 26ª DP, envolvido nas investigações.
O governo do estado já inaugurou trinta UPPs desde 2008. Se o cronograma for seguido à risca, as favelas do Lins também serão ocupadas pela polícia até o fim do ano. É boa notícia. A retomada de territórios do tráfico vem cumprindo o essencial papel de levar serviços básicos a cidadãos de bem que viviam à margem do poder público. Mas o atual vídeo deixa claro que essa é apenas uma de muitas etapas a ser percorridas. A estratégia oficial de não manter segredo sobre as ocupações, com o objetivo de reduzir os riscos de confrontos sangrentos, produz como efeito colateral a fuga maciça de traficantes que escapam com seus arsenais. “É preciso investir mais pesadamente na área de inteligência para rastrear os esconderijos dos traficantes, minar seu poderio bélico e capturá-los”, enfatiza o antropólogo e especialista em segurança Paulo Storani. Sem o cerco implacável à bandidagem, os cartões-postais do crime só vão mudar de cenário

domingo, 27 de janeiro de 2013


Autoridades atualizam para 232 número de mortos em boate em Santa Maria

Rio Grande do Sul -  As buscas pelos corpos das vítimas do incêndio na boate "Kiss" em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, na madrugada deste domingo, se encerraram e as autoridades atualizaram o número de mortos para 232.
Segundo o major do Batalhão de Operações Especiais (BOE), Cleberson Braida Bastianello, 117 pessoas estão hospitalizadas. Bombeiros teriam recontado os corpos, o que justificaria a atualização. 
A correção do número de mortos foi divulgada durante entrevista coletiva à imprensa no ginásio do Centro Desportivo (CDM), para onde os corpos foram levados para a indentificação e reconhecimento das vítimas pelos familiares.
As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas.  
ncêndio em boate em Santa Maria deixa mais de 200 de mortos e 132 feridos na cidade. As causas da tragédia ainda estão sendo investigadas. Este é o segundo maior incêndio na história do Brasil. O primeiro foi em Niterói, com mais de 500 mortos | Foto: Agência Brasil
Autoridades atualizam número de mortos para 232 | Foto: Deivid Dutra / Jornal A Razão / Agência O Dia
Seguranças teriam fechado as portas e impedido a saída
Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Guido de Melo, algumas testemunhas disseram que os seguranças da boate Kiss inicialmente fecharam as portas para impedir a saída das pessoas sem pagar. A dificuldade na evacuação causou várias mortes por asfixia.
"A maioria terminou morrendo por asfixia, pela inalação dos gases tóxicos, e muito poucos por queimaduras. O que provocou a tragédia foi o uso de um material não autorizado, o pânico, a inalação de fumaça tóxica e a porta fechada", afirmou o oficial. Pelo menos 245 pessoas morreram na tragédia e mais de 200 ficaram feridas.
Segundo testemunhas, o fogo começou por volta das 2h30, quando o cantor da banda que se apresentava realizou um espetáculo pirotécnico e as faíscas alcançaram a espuma utilizada como isolante acústico no teto da boate. As chamas e a fumaça provocaram pânico entre as pessoas que estavam na discoteca e uma correria em direção às portas de saída, onde alguns presentes morreram pisoteados.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Cabral divide mesa com Garotinho e se irrita.

O governador do Rio, Sérgio Cabral, foi obrigado a dividir a mesma mesa com um antigo aliado que se converteu em inimigo político, o deputado federal Anthony Garotinho (PR), durante a cerimônia de posse de Marfan Martins Vieira, novo procurador de Justiça, na manhã desta quinta-feira (17) na sede do Ministério Público Estadual.

Após o anúncio do nome de Garotinho entre as autoridades que fariam parte da bancada, a expressão de descontentamento de Cabral era visível.

Ex-governador do Rio, Garotinho apoiou Cabral em sua primeira eleição. Logo no início do governo (em 2007), no entanto, a aliança se desfez.

No ano passado, o agora deputado federal divulgou fotos e vídeos de viagens de Cabral ao lado de Fernando Cavendish, dono da construtora Delta, empresa contratada pelo governo estadual em uma série de obras públicas.

Ao fim da cerimônia, Garotinho tratou a situação com ironia:
"Não tem porque haver constrangimento. Fui convidado na condição de representante do parlamento federal", esclareceu o deputado. E acrescentou que, apesar da proximidade na mesa de convidados do procurador, não dirige mais a palavra a Cabral.

"Não nos falamos desde o início do primeiro governo dele. Não sei se ele falaria comigo. Mas eu não falo com ele", disse Garotinho.

Martins Vieira já havia sido procurador durante o mandato da ex-governadora Rosinha Garotinho. Ele justificou a presença do deputado na cerimônia:
"Temos questões políticas e questões de cerimonial. Este era um momento de celebração, de festa, e não poderia praticar nenhum ato discriminatório com quem quer que seja. Anthony Garotinho era o único parlamentar federal presente e o cerimonial entendeu que era o caso de colocá-lo na mesa."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1216295-cabral-divide-mesa-com-desafeto-politico-em-posse-de-procurador.shtml

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013






Visita ilustre em nosso gabinete. Duda Yankovich nasceu na Servia e está radicada no Brasil desde 1999. Campeã mundial de boxe pela WIBA – Women’s International Boxing Association. Também é uma das ex- participantes do programa "A Fazenda" da Rede Record de Televisão. Teve uma participação muito importante em nossa campanha, contribuindo assim com seu carisma, credibilidade e competência, junto a seus fãs e amigos, levando a nossa história e do nosso movimento a muitas pessoas, que acreditaram em nosso projeto digno e honrado.

PROTESTO DE AMBULANTES:

Vendedores ambulantes realizam protesto em frente à Prefeitura do Rio

Rio -  Cerca de 200 vendedores ambulantes realizam protesto em frente à Prefeitura do Rio, na Cidade Nova, na manhã desta quinta-feira. Após três dias na acampados no meio da Rua da Gamboa há quase uma semana para tentar receber uma credencial para trabalhar durante o Carnaval, os vendedores estão revoltados com o encerramento prematuro das inscrições.
Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
Ambulantes protestam em frente à Prefeitura do Rio | Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
De acordo com eles, na fila houve venda de kits por seguranças, que cobravam até R$ 200, venda de prioridades de idosos e deficientes, além de "aluguel" de crianças que dariam preferência na fila.
"Estamos sendo desrespeitados há três dias e agimos pacificamente. Caso não nos ouçam vamos interditar a Avenida Presidente Vargas", ameaçou Eleir Quintanilha, conhecido como Careca e líder do movimento.
Ambulantes dormiram na fila e improvisaram cadeiras e proteção contra o sol | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Ambulantes dormiram na fila e improvisaram cadeiras e proteção contra o sol | Foto: Severino Silva /Agência O Dia
Ele e mais dois manifestantes vão se encontrar com secretário de Turismo, Antonio Pedro Figueira de Mello, ainda nesta manhã.


Falta de respeito e organização da empresa responsável por administrar os kits com aqueles que só querem ter o direito de trabalhar. Nem o mínimo de estrutura para as pessoas aguardarem na fila de espera com dignidade tinha.
Esperamos que nesta reunião com o Sr. Secretário de turismo, representante da prefeitura, cheguem a um bom termo para todos.

ESQUENTA BELTRAME:


Jornal do Brasil





Aparição global de Beltrame provoca a ira de bombeiros e PMs

Igor MelloJornal do Brasil
A participação do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, no programaEsquenta, da TV Globo, no último domingo (20), não poderia ter soado pior entre bombeiros e policiais militares. Tudo porque alguns policiais de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) foram levados para dançar funk fardados ao lado de assistentes de palco, fato considerado vexatório para a imagem da corporação, principalmente pelos agentes que se envolveram no movimento por melhores salários e condições de trabalho em 2012.
O vereador Marcio Garcia (PR-RJ), um dos líderes do movimento dos bombeiros, questiona a diferença de critério do comando da Polícia Militar, que costuma ser rigorosa com o uso da farda. Para ele, claramente, é um caso de dois pesos e duas medidas: "Se um policial colocasse na Internet um vídeo dançando funk com a esposa em casa com certeza seria preso. Essas iniciativas do governo são repudiadas pelas corporações. É muito triste ver as fardas serem usadas dessa forma", criticou.
Marcio Garcia lembra ainda que o código de conduta das categorias proíbe o uso da farda em uma série de situações, o que é ignorado quando convém às autoridades: "Nós somos proibidos de participar de protesto fardados, mas quando é algo que agrada ao governo, como este programa, o uso é liberado, e nada acontece. É uma grande contradição".
Uso político
O vereador não estranharia se este fosse o pontapé inicial de uma candidatura de Beltrame ao governo do estado, como cabeça de chapa ou vice. Para ele, "essa exposição pode ser um indicativo" de que o gaúcho pode ter resolvido abraçar a vida política, ideia que sempre fez questão de negar:
"Ele ocupa um cargo político, é secretário de governo. É possível que aquela situação seja por isso, sim. Seria bem comum, outros que ocuparam o cargo já fizeram o mesmo", argumenta.