quarta-feira, 21 de março de 2018

OS SEGREDOS DA MONOGRAFIA DE SUCESSO FORAM REVELADOS!





Vários semestres acadêmicos já começaram e, com eles, chegam os trabalhos para fazer. Nós já mostramos alguns truques para ajudar com a formatação em ABNT, como um site que enquadra o seu trabalho nas regras automaticamente (recomendo bastante!) e outro que ajuda na criação das referências.
Ainda assim, tem gente que prefere fazer pelo jeito tradicional: sentar na frente do Word ou Google Drive e formatar diversas partes do trabalho acadêmico dentro das normas ABNT. Veja como fazer:

1. Preparando o Word ou Google Drive

Antes de começar, é bom preparar o documento base para as configurações que dificilmente mudam, como fonte, margem, espaçamento, layout e inserir algumas preferências no Word para partes como o sumário e referências.
Na aba Página inicial:
  • Defina a Fonte como Times New Roman ou Arial, em tamanho 12. Caso seja alguma citação, referência, legenda ou tabela, a fonte deve ser de tamanho 10;
  • Procure pelo ícone do Espaçamento, representado por duas setas para cima e para baixo ao lado de linhas de texto. Ele deve ser de 1,5 no corpo do texto e de 1,0 para citações com mais de 3 linhas, referências, legendas e em alguns resumos de projetos de pesquisa.
  • Ao lado esquerdo desse ícone, clique nas linhas que ocupam o botão inteiro para definir o alinhamento do texto como Justificado.
Na aba Layout:
  • Em Margens, clique em Margens personalizadas e defina 3 cm para as margens superior e esquerda e 2 cm para as margens inferior e direita;
  • Em Tamanho, selecione A4;
  • Em Colunas, selecione Uma. Em alguns artigos acadêmicos, pode ser aceitável usar duas colunas.
Agora você está pronto para seguir o resto dos passos e continuar formatando o seu trabalho.

2. Formatando a capa

Segundo a norma ABNT NBR 14724, que regula a apresentação de trabalhos acadêmicos, a capa deve conter as seguintes informações, nesta ordem:
  • nome da instituição (opcional);
  • nome do autor;
  • título;
  • subtítulo, se houver;
  • número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume);
  • local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado;
  • ano de depósito (da entrega).
Normalmente, todas ficam em negrito, mas o tamanho da fonte fica a seu critério. Itens como nome da instituição (e departamento ou curso) devem estar separados apenas por uma linha, assim como título e subtítulo e local e ano de depósito, enquanto os outros ficam distribuídos igualmente ao longo da página. Isso deve ser feito manualmente dando Enter — não tem muito segredo.

3. Exibindo a paginação

Ainda segundo a norma ABNT NBR 14724, a numeração deve contar a partir da folha de rosto (ou a próxima folha depois da capa), mas só deve ser exibida nos elementos textuais, ou seja, na introdução (normalmente depois do sumário). Os números não são exibidos em páginas como folha de rosto, resumo ou sumário (mas as páginas são contadas). Esse esquema ajuda a entender:
Aproveitando, veja quais são as páginas obrigatórias e opcionais, segundo a ABNT (pode variar em cada universidade):
Além disso, a numeração é feita em algarismos arábicos e fica no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior e a 2 cm da borda direita. Como fazer tudo isso funcionar? Basta seguir os passos abaixo:
  1. Conte manualmente a numeração até o primeiro elemento textual (normalmente, a introdução). Se o seu documento tem capa, folha de rosto, resumo, sumário e introdução, a paginação será exibida a partir do número 4, pois a introdução é a quarta página desconsiderando a capa;
  2. Clique na última linha da página anterior ao início da numeração e clique na aba Layout;
  3. Siga o caminho Quebras > Próxima página;
  4. Na página de introudução (ou primeiro elemento textual), clique duas vezes no topo para abrir o editor de cabeçalho;
  1. Na aba Cabeçalho e Rodapé, desmarque a opção Vincular ao Anterior;
  2. Agora, na mesma aba, selecione Número da Página e depois Número da Páginanovamente;
  1. Em Alinhamento, selecione Direita. Desmarque a opção Mostrar número na primeira página e clique em OK;
  2. Se o número da página não estiver correto (no meu caso, o 4 apareceu certinho), entre em Número da Página > Formatar números de página…, selecione Iniciar em: e coloque o número correto;
  1. Não esqueça de selecionar o número da página e colocar tamanho 10 e a mesma fonte usada no texto;
  2. Agora, por último, coloque 2 cm como margem nos campos que ficam ao lado da opção de fechar o cabeçalho;
  3. Para sair, clique em Fechar Cabeçalho e Rodapé ou clique duas vezes fora do cabeçalho.

4. Criando o sumário

A norma ABNT que define a formatação do sumário é a NBR 6027. Ela diz que o sumário deve ser o último elemento pré-textual e, “quando houver mais de um volume, deve ser incluído o sumário de toda a obra em todos os volumes, de forma que se tenha conhecimento do conteúdo, independente do volume consultado”.
A boa notícia é que o Word ou Google Drive têm uma ferramenta para criar o sumário automaticamente. A má notícia é que você precisa definir títulos, subtítulos e elementos textuais manualmente (idealmente, antes de escrever o texto). Não é difícil:
  1. Clique no começo da página em branco onde vai ser o sumário. Na aba Referências, clique em Sumário > Clássico. É normal que nenhum elemento apareça ainda;
  1. Agora, você precisa editar os três estilos de texto do Word de acordo com a ABNT. Para fazer isso, entre na aba Página inicial e, ao lado do Painel de estilos, você deve ver diversas formatações, como Normal, Título 1, Título 2, etc;
  2. Vamos começar pelo corpo do texto. Clique em Normal com o botão direito e depois em Modificar;
  3. Deixe as configurações de acordo com a imagem abaixo. Mude apenas a fonte, para Arial ou deixe em Times New Roman. O tamanho do texto, a opção de justificado e espaçamento entre linhas deve ser deixado exatamente igual à imagem:
  1. Agora, na outra página do Painel de estilos, clique com o botão direito em Título 1 e depois em Modificar. Aplique esta configuração:
  1. Por último, vamos configurar o subtítulo. Se você tiver outros títulos dentro do subtítulo, é só configurar como Título 3 em seguida. Agora, clique em Título 2 e depois em Modificar. Faça a mesma configuração do Título 1, conforme a imagem acima;
  2. Lembrando que, segundo a ABNT, o subtítulo também deve estar em negrito, mas não mais em caixa alta (somente a primeira letra);
  3. Volte ao sumário, passe o mouse sobre ele, clique na seta para baixo e depois em Atualizar Tabela. Um sumário já pronto deve ser gerado;
  4. Defina a fonte como Times New Roman ou Arial, tamanho 12, e centralize a palavra Sumário, que deve ser escrita em caixa alta e marcada em negrito. O resultado deve ser algo parecido com a imagem abaixo:

5. Organizando as referências

Antes de começar a organizar as referências, citações ou bibliografia, é importante que você instale a norma ABNT NBR 6023 no Word; dessa forma, ele vai formatar automaticamente as referências e bibliografia na ABNT.
Antes de começar, baixe o arquivo NBR6023.XSL clicando aqui. Agora, siga os passos abaixo para instalar no Windows:
  • Em versões mais novas do Word, você precisa apertar Win+R para abrir o menu Executar e digitar %APPDATA%. Depois, é só navegar pelo caminho Roaming > Microsoft > Bibliography > Style e colar o arquivo NBR6023.XSL. Para finalizar, reinicie o Word.
  • Em versões mais antigas, o caminho é C:\ > Arquivos de Programas (x86) > Microsoft Office > Office 14 (ou Office 12) > Bibliography > Style. Mesmo processo: é só colar o arquivo NBR6023.XSL e reiniciar o Word.
No Mac, o arquivo é o mesmo, mas o processo é diferente:
  1. Entre na sua pasta de Aplicativos e procure pelo Microsoft Word;
  2. Clique com o botão direito e clique em Mostrar Conteúdo do Pacote;
  3. Navegue pelo caminho Contents > Resources > Style e cole o arquivo NBR6023.XSL;
  4. Reinicie o Word.
Pronto! Agora, entre no Word e procure pela aba de Referências. Na parte de Estilo de Bibliografia (acima de Bibliografia), selecione ABNT NBR 6023:2002*.
Para criar uma referência, clique em Inserir citação na aba de Referências e preencha os campos de acordo com a publicação ou site que você vai referenciar. Por exemplo, estou citando um livro:
Cada referência que você colocar vai ficar salva na biblioteca do Word e poderá ser usada para gerar a bibliografia. Por enquanto, para criar uma referência, clique em Inserir Nota de Rodapé. Agora, clique em Citações e depois clique duas vezes na referência que você adicionou.

6. Fazendo alguma citação

Para facilitar a criação de uma citação, podemos configurar uma formatação no painel de estilos (como fizemos com o sumário). Na aba Página inicial, procure por Citação, clique com o botão direito e depois em Modificar. Aplique as configurações abaixo:
  • Fonte: Times New Roman ou Arial;
  • Tamanho: 10;
  • Texto justificado;
  • Espaçamento simples.
Agora, clique em Formatar no canto inferior e depois em Parágrafo. Aplique as seguintes configurações:
  • Recuo / Esquerda: 4 cm;
  • Recuo / Direita: 0 cm;
  • Espaçamento / Antes: 0 pt;
  • Espaçamento / Depois: 6 pt;
  • Espaçamento: Simples.
Pronto! Agora basta selecionar o texto que você quer citar e clicar em citação. Ele vai aparecer dessa forma:
Esse modelo é válido para uma citação direta longa, de mais de 3 linhas. Para saber como usar outros tipos de citação (que não requerem muita formatação especial), veja a norma ABNT NBR 10520. Lembrando que dá para usar a biblioteca de Citações do Word para fazer uma citação direta curta automaticamente.

7. Gerando a bibliografia

Para criar a sua bibliografia, eu recomendo a utilização de uma das ferramentas automatizadas que já indicamos neste post. É só colocar as informações nos devidos campos e pronto! Bibliografia competa.
De qualquer forma, também tem como fazer pelo Word, mas é um pouco mais complicado. Se você ainda não criou a sua biblioteca de referências, como mostra o item 5, volte lá e adicione as referências manualmente.
Para criar a bibliografia é fácil: basta entrar na aba Referências, clicar em Bibliografia e depois em Bibliografia novamente. Depois, centralize e coloque em caixa alta a palavra Bibliografia. No final, deve ficar assim:
Pronto! Depois de todos esses passos, agora grande parte do seu trabalho já está dentro das normas da ABNT.
Fonte: http://www.comofazermonografia.com/?ref=K7548025P

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Vantagens de comprar um imóvel na planta


A compra de um imóvel é um dos momentos mais emocionantes na vida de uma pessoa. Sair do aluguel e se tornar um proprietário traz muito mais equilíbrio e segurança financeira. Porém, a valorização do setor imobiliário brasileiro faz com que os compradores precisem ficar atentos às melhores oportunidades. É por isso que comprar um apartamento na planta pode ser a alternativa mais viável e inteligente do momento.



Quer descobrir quais são as maiores vantagens dessa opção? Então confira o conteúdo a seguir.

1. Valorização do imóvel
Uma das maiores vantagens de comprar um apartamento na planta é que esse é um investimento certeiro. Seus ganhos podem ser grandes se você procurar por um bairro com potencial de crescimento, que esteja recebendo melhorias em infraestrutura como estações de metrô, trem e pontos de ônibus, bem como projetos de grandes empreendimentos como shoppings e condomínios.

2. Instalações modernas
Apartamentos na planta também contam com instalações modernas, afinal, tudo acabou de ser erguido do zero. Fatores que não eram levados em consideração em construções antigas são melhor observados nesse tipo de empreendimento.

Melhor integração de espaços, planta condizente com o estilo de vida atual e vaga na garagem são alguns dos pontos que são atendidos em construções atuais.

Além disso, você não precisará se preocupar com manutenção por um bom tempo. Como a parte elétrica, hidráulica, estrutura e o acabamento são bem recentes, é possível que só precisem de ajustes dentro de muitos anos ou até mesmo décadas.

3. Preço acessível
Um apartamento na planta certamente tem um preço mais acessível do que um imóvel pronto. Com a atual conjuntura econômica, as construtoras estão bem flexíveis nesse quesito e oferecem boas vantagens para os compradores em potencial.

Além disso, como o empreendimento ainda está sendo erguido, os valores naturalmente tendem a ser menores do que os praticados em um edifício já estabelecido. Pode ser o imóvel ideal para quem não quer gastar tanto.

4. Possibilidade de personalização
Outra das grandes vantagens de um apartamento na planta é que existe a possibilidade de personalização. Nesse caso, ao contrário do que ocorre em um imóvel já construído, é possível adaptar a unidade aos seus gostos e necessidades, dentro das opções da construtora, é claro.

Você pode escolher o tipo de piso, instalação de bancadas, azulejos exclusivos e muito mais. Algumas construtoras permitem até pequenas mudanças no projeto. Quando você compra uma propriedade que já está pronta, caso deseje fazer esses ajustes, será necessário fazer uma reforma, o que vai levar mais tempo e custar mais caro.

5. Prazo para a mudança
Quando você investe em um apartamento na planta, você sabe que só receberá as chaves ao final da obra. E, na verdade, esse aspecto pode ser muito positivo, pois confere ao comprador um tempo maior para que ele programe sua mudança.

Ir para outro local é muito mais do que uma questão de arrumar os móveis e contratar uma transportadora. É preciso considerar diversos pontos, como a escola das crianças, o novo trajeto para o trabalho, os novos locais que você e sua família frequentarão, entre outros. Assim, o prazo proporciona certa tranquilidade para que tudo seja feito sem pressa.

6. Boas condições de pagamento
As melhores condições de pagamento certamente são um aspecto muito positivo quando você compra um apartamento na planta. Nesse tipo de situação, o comprador pode negociar diretamente com a construtora. Isso significa muito menos burocracia para conseguir quitar o valor e também dá mais poder de barganha para o cliente.

As construtoras geralmente oferecem possibilidades bastante sedutoras. Na maioria das vezes, a pessoapode pagar cerca de 30% do valor do imóvel até a entrega das chaves e, então, dividir o restante em algumas parcelas com a própria empresa ou por meio de um financiamento em uma instituição bancária.

Caso você não tenha conseguido juntar o dinheiro para dar entrada, ela também pode ser parcelada até o final da obra, por exemplo.

7. Segurança com a documentação
Quem nunca viu um amigo, parente ou até a si próprio enfrentando problemas de documentação ao comprar um imóvel antigo? Muita coisa pode dar errado: registros incompletos, propriedades em inventário, atrasos no pagamento de taxas e impostos, entre outros.

Um apartamento na planta, por sua vez, chega com a documentação descomplicada. Assim como um carro zero, essas unidades chegam sem problemas de uso e com menores chances de ter qualquer falha na papelada, especialmente por conta de nunca ter sido habitadas por outra pessoa.

8. Criação de patrimônio
Quando você compra um apartamento na planta, além de ter todos as vantagens que adquirir um imóvel moderno traz, você também acaba criando patrimônio e aplicando dinheiro em um investimento com retorno garantido em médio e longo prazos.

Propriedades imobiliárias dificilmente se desvalorizam, exceto em situações de crise específicas do setor, e são uma alternativa certeira para quem quer empregar bem o seu capital.

Em tempos de instabilidade econômica, é uma opção segura e experimentada, especialmente para quem não entende muito do mercado de ações ou simplesmente tem medo de arriscar. Além de lucrar com uma eventual venda futura, você pode também conseguir uma renda extra, caso decida alugar o seu apartamento.

9. Alta liquidez
Além de tudo, o apartamento na planta pode ser considerado um investimento de alta liquidez no mercado imobiliário. O setor, embora robusto e seguro, não costuma ser muito favorável para quem precisa de dinheiro na mão em pouco tempo.

No entanto, essa alternativa é altamente vantajosa, pois existe uma procura imensa por unidades modernas e sem vícios ou problemas ocultos. Se você acertar na localização e se o imóvel tiver uma boa planta, não será difícil negociá-lo diante de qualquer imprevisto financeiro.

Essas são apenas algumas das vantagens de comprar um apartamento na planta. Essa alternativa moderna e altamente lucrativa pode ser a opção ideal para quem está em busca de um imóvel novo, prático e que não trará maiores preocupações por muito tempo!

E você, conhece alguma outra vantagem de comprar um apartamento na planta? Conte para nós nos comentários! (fonte)

quarta-feira, 5 de julho de 2017

A "GREVE MILITAR", E SUA IMPORTÂNCIA NA BUSCA PELO RECONHECIMENTO DO EXERCÍCIO DE UM DIREITO FUNDAMENTAL


Neste mês fui honrado com o convite do professor da UFRJ Dr. Rodrigo Grazinoli Garrido para compor a banca examinadora do trabalho de conclusão do curso de direito da aluna SILVANA VIEIRA AZEVEDO. 

O trabalho que leva o título desta postagem, e disponibilizado pela autora para os leitores do blog no link abaixo, foi avaliado com o grau máximo e é leitura obrigatória para os próximos militantes políticos militares.

Parabéns SILVANA!





domingo, 4 de junho de 2017

Quais tributos incidem na venda de um imóvel.


Imposto de Transmissão de Bens Imóveis
O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um tributo municipal que incide sobre toda venda de imóvel. Sua taxa varia de cidade para cidade, mas tende a ficar entre 1% e 3% do valor da negociação ou da cotação feita pelo município, valendo o que for mais alto. O ITBI deve ser quitado pelo comprador no momento em que obtém a escritura de transmissão da propriedade.

Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário
Esse imposto de competência federal é cobrado sempre que a Receita infere que o vendedor obteve lucro com uma negociação. Assim, se o valor da primeira compra for inferior ao valor da revenda, haverá tributação. A alíquota do Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário é de 15% para pessoas físicas em cima do ganho na negociação. Caso o vendedor seja pessoa jurídica, o índice vai variar de acordo com o regime tributário adotado pela empresa.

Se a pessoa física usar o valor da venda para comprar um outro imóvel em até 180 dias, é automaticamente isenta do Imposto de Renda sobre Lucro Imobiliário. A Receita também leva em conta benfeitorias realizadas pelo proprietário no imóvel para calcular se, no momento da venda, ele realmente está obtendo um lucro com a negociação.

Taxa referente ao registro do imóvel
Por mais que o registro do imóvel não possa ser considerado exatamente um tributo que incide sobre a venda, assim como os impostos, sua cobrança é obrigatória e o impacto é considerável. Portanto, é preciso sim atentar seus clientes a respeito. A taxa varia de estado para estado, mas fica em torno de 1,7% do preço do imóvel. Esse valor é de responsabilidade do vendedor, mas pode ser embutido no valor de venda.

Pagamento para emissão de escritura pública
A escritura pública, documento expedido pelo Cartório de Tabelionato de Notas de um município, é necessária para garantir a segurança jurídica da transação. Seu valor é tabelado e sofre variações de acordo com o estado e o preço do imóvel. Essa cobrança incide apenas sobre pagamentos à vista, uma vez que contratos de financiamento feitos com bancos são legalmente equiparados à escritura pública.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Cinco dicas para o plano do imóvel próprio sair do papel e se tornar realidade


A compra de um imóvel é um marco importante na vida de qualquer família, contudo, o caminho para realizar esse sonho não é nada simples, afinal é necessário se organizar e planejar com cautela os passos para adquirir o imóvel desejado.

Comprar de forma equivocada pode trazer impactos negativos para a sua vida por um longo período, trazendo sérios prejuízos não só para você mas também a toda sua família. Pensando nisso, separei 5 dicas de planejamento financeiro. 

1. Organize suas finanças e estabeleça metas de poupança

A primeira coisa a fazer para atingir essa conquista é se organizar financeiramente. Tenha em mãos seu orçamento, lance seus ganhos e gastos em uma planilha e calcule quanto sobrará por mês para ser investido na compra do imóvel.

Com base nesse orçamento, se esforce para economizar e tente estabelecer um percentual mínimo de sua renda a ser poupado por mês. O interessante é trabalhar com uma meta de valor para ser poupada.


2. Faça um planejamento financeiro para investir tudo o que for poupado

Dinheiro parado é sinônimo de prejuízo. Por isso, enquanto você junta a quantia para comprar seu imóvel, esse dinheiro pode ser aplicado em algum investimento financeiro para render ao longo do tempo.

O ideal é investir em alguma aplicação segura de renda fixa, que lhe garanta ganhos estáveis e previsíveis. Procure uma aplicação com uma boa taxa de juros para proteger seu capital da inflação e garantir que ele cresça. Pesquise pelos títulos públicos do governo: eles rendem mais do que a poupança com a mesma segurança, além de oferecer liquidez e bons prazos.


3. Procure a melhor forma de pagamento

Existem três principais maneiras de comprar um imóvel: a aquisição à vista, o financiamento e o consórcio imobiliário.

Analise a sua situação financeira

Para evitar dívidas, é sempre preferível pagar qualquer coisa à vista. Porém, devido aos altos preços dos imóveis, nem sempre isso é possível. Por isso, é importante ter em mente quais são as outras formas de pagamento possíveis e adequá-las de acordo com sua capacidade financeira.

Algumas dicas para financiamento

Ao optar pelo financiamento, prefira pagar o valor de entrada mais alto possível. O ideal é conseguir pagar já à vista pelo menos 30% do valor do imóvel. Abaixo disso, o melhor a fazer é esperar e juntar mais dinheiro. Isso porque, quanto menor for a quantia a ser financiada, menores serão as parcelas e os juros a serem pagos e mais rápido o imóvel será quitado.

A parcela de financiamento deve corresponder a no máximo a 20% de sua renda. Lembre-se de que financiamentos desse tipo são de longuíssimo prazo e podem impactar seu orçamento por um tempo considerável.

Seu FGTS pode ajudar

Não se esqueça também de que uma ajuda pode vir de seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), já que seu uso é permitido para a aquisição e financiamento de imóveis. Antes de optar por ele, porém, pesquise bem as condições e taxas do banco e negocie melhores condições de pagamento.

Consórcios oferecem custos mais baixos

A compra por meio de consórcios também vem se tornando uma alternativa muito popular entre os brasileiros. Ele é ideal para aqueles que não estão com pressa na aquisição, oferendo um custo mais baixo.

Porém, é preciso se planejar e tomar cuidado com os pagamentos das prestações, pois, quando a pessoa fica inadimplente, ela não pode participar dos sorteios nem dar lances por cartas de crédito.

Não acumule parcelas

Deixar as parcelas se acumularem pode criar uma avalanche de multas e juros por atraso e até resultar na exclusão do consorciado. Por isso, é essencial que antes de entrar você faça as contas para ver se as prestações do consórcio cabem em seu orçamento sem nenhuma dificuldade.


4. Considere as diferenças de preço entre imóveis novos e usados

Existem várias diferenças entre imóveis novos e usados. Neste último caso, há a vantagem de ser mais barato, mas, ao mesmo tempo, existe a possibilidade de ele não estar em perfeitas condições.

Ao decidir por essa opção, é importante conferir se o imóvel é antigo e como estão as instalações hidráulicas, fiação elétrica, lajes, telhados, pisos, revestimentos e a estrutura. Muitas vezes uma reforma acaba sendo necessária, o que pode fazer com que a economia obtida na hora da compra deixe de existir.

Um imóvel na planta pode parecer interessante por ser um novo projeto e apresentar menos riscos de problemas estruturais. Porém, além de ser mais caro, ainda existe o perigo de falência da construtora antes de ele ficar pronto. Logo, se optar por essa alternativa, pesquise o histórico da empresa, verificando se ela tem boa reputação no mercado e nos órgãos de defesa do consumidor.


5. Recorra à ajuda de um profissional 

Mesmo com tanto planejamento, ninguém está livre de imprevistos. Por isso, é sempre prudente contar com um apoio profissional. A ajuda de um consultor de imóveis pode ser necessária caso ocorra uma situação não esperada ou até mesmo para solucionar questões relacionadas ao financiamento, por exemplo.

É importante ter total confiança nesse profissional. Peça a ele que esclareça as dúvidas envolvidas na compra, identificando possíveis problemas com documentação, pagamento, escrituras, entre outros trâmites.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Fuja da violência, venha para um Condomínio Clube.

Assim que os filhos chegam e durante a infância dos pequenos é comum ver as famílias em busca de moradias que ofereçam mais qualidade de vida e segurança para as crianças. É um processo natural ver as famílias priorizando quilo que será melhor para elas e opções que trazem mais conforto e segurança.

De cara o primeiro embate costuma ser a decisão entre investir em uma casa ou apartamento, e como tudo na vida, existem vantagens e desvantagens para ambos os lados, neste caso, é importante entender o estilo de vida da família. O apartamento costuma atrair as pessoas que buscam mais segurança e praticidade para a vida moderna. 



Uma das opções que tem feito sucesso hoje em dia é o condomínio clube. Esses empreendimentos investem em uma completa estrutura nas áreas de lazer e convivência. O objetivo é aliar mais conforto e qualidade de vida com segurança. A grande vantagem é que o morador tem acesso a todo tipo de estrutura, sem ter a necessidade de se deslocar grandes distâncias. Por isso, a busca por estes residenciais vem aumentando cada vez mais. Pessoas que moram em cidades grandes querem a opção de fugir do trânsito, da violência das ruas, de ter uma estrutura completa de lazer, de economizar com o trajeto e matrícula de clubes para os filhos etc.

Além disso, estes empreendimentos geralmente possuem várias unidades individuais. Assim, mesmo com tantas opções nas áreas comuns, o valor do condomínio acaba sendo mais baixo em relação a outros com menos alternativas de lazer.

Morar em um condomínio clube possui várias vantagens, principalmente para famílias com filhos pequenos e adolescentes. São muitas as opções que garantem mais comodidade e bem-estar para as crianças. Confira algumas a seguir:

1. SEGURANÇA:

Os novos empreendimentos possuem uma estrutura moderna de segurança, com tecnologias e serviços que oferecem tranquilidade para o morador. Para as famílias com crianças, nada melhor do que o sossego de saber que os pequenos têm espaço para brincar e se divertir com os amigos de forma segura.

Além disso, como o condomínio clube tem todo tipo de estrutura de lazer dentro das suas dependências, a família pode programar as suas atividades para que sejam feitas nas áreas de convivência, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança.

2. PRÁTICA DE ESPORTES:

O incentivo à prática de esportes é outra vantagem do condomínio clube. Até mesmo as crianças que não costumavam praticar esportes podem ficar interessadas a partir do momento que têm espaço físico disponível para começar uma atividade nova.

3. LAZER SEM SAIR DE CASA:

Considerando as várias alternativas de lazer, o condomínio clube é um paraíso para as crianças! Muitas não teriam a possibilidade de frequentar piscina, brinquedoteca, playground e outras tantas áreas divertidas, fora dali. O custo seria muito mais elevado para os pais manterem tudo isso do que a taxa de um condomínio com todas as opções. Manter os filhos felizes é uma ótima vantagem!

4. AMIZADES:

Morar em apartamento já favorece a criação de muitas amizades para as crianças. Em um condomínio clube, essa questão fica mais evidente: como eles usam ainda mais as áreas comuns, é natural que encontrem com os vizinhos com mais frequência e dali cresça uma amizade entre eles. Além disso, os pais também acabam se enturmando e o convívio social da família se torna muito prazeroso.

Já pensou em morar em um condomínio clube? Fale comigo e desfrute de todas essas vantagens por até R$ 650,00 de prestação mensal. Tenho opções de imóveis para todo o Rio de Janeiro.

Marcio (21) 98198-6559